21 janeiro 2018

Parabéns... 21 de Janeiro

Hoje
 ...sou eu quem faz anos!
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João de Castelo Branco
(1935)

20 janeiro 2018

Parabéns!... 20 de Janeiro

O meu neto João faz hoje 16 anos...
Deixo-lhe aqui um abraço grande
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João Gonçalves Mendes de Matos

19 janeiro 2018

Mais um amigo...

...que desaparece.
José Correia Tavares foi meu vizinho em Castelo Branco, cidade onde nasceu.
Andou comigo no Jardim Escola João de Deus e mais tarde no Liceu de Nuno Alvares.
Esta manhã quando folheei o "Público" dei com a notícia da morte do Correia Tavares que era actualmente vice-Presidente da Associação Portuguesa de Escritores.

Era mais novo 3 anos do que eu.
Em 1941/42, estava eu de saída do Jardim Escola (na última fila) e acabava ele de entrar no "Viveiro" daquela instituição (na 1ªfila). teria então 4 anos...
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José Correia Tavares é o 7º a contar da direita, na primeira fila.
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O poeta José Correia Tavares, autor de uma extensa bibliografia inaugurada no início dos anos sessenta com títulos como Dádiva (1961) ou A Flor e o Muro (1962), morreu esta quinta-feira em Lisboa, no Hospital Egas Moniz.
Nascido em 1938, em Castelo Branco, foi nesta cidade que publicou os seus primeiros livros, em edições de autor, início de uma obra que se caracteriza pelo uso recorrente da quadra e por um registo coloquial, com uma frequente dimensão política, mas também satírica.
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Ficou-me sempre na memória uma quadra que lhe deu um prémio em 1957 quando, ainda no Liceu, já colaborava com o semanário "Beira-Baixa".

“A tua saia travada
Quando vou dançar contigo,
Fica sempre “destravada”
Com as coisas que eu te digo…”
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(“Beira Baixa” – 1ºPrémio / 1957)
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Descansa em paz.

Que Descance em Paz...

... deixou-nos na 3ªfeira passada.
O João Vasco Fernandes
foi meu aluno em 1964/65

   
João Vasco de Almeida Fernandes
quando passou pelo nosso Liceu
*
O João Vasco esteve presente no último almoço
do seu Curso Liceal, em 23 de Setembro.
Sempre bem disposto, e sempre cheio de bonomia,
nada fazia prever a sua morte, tão prematura.
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Para a Clotilde e restante Família
vai todo o meu sentido pesar...
R.I.P.

Setubalense - 1971 - Maio


03.05.1971
Passa amanhã o aniversário natalício do alferes miliciano Sr. José Manuel da Silva Fernandes que se encontra em serviço algures nas nossas províncias ultramarinas.
05.05.1971
Regressaram de Lourenço Marques os presidentes das Câmaras de Setúbal, da Moita e de Alcacer. Respectivamente, Manuel José Constantino de Goes, Vitor Brito de Sousa e Xavier Amaral, onde participaram num colóquio sobre municípios.
08.05.1971
Bandas de música na Avenida
… o assunto está a ser tratado pelo Sr.Dr. João Matos, vice-Presidente da Câmara, o qual tem já um plano elaborado no sentido de que algumas das melhores bandas do distrito se desloquem à nossa cidade nos meses de Junho a Setembro…
08.05.1971
Clube Naval Setubalense
Novos corpos Gerentes
Assembleia-Geral:
Presidente – Dr. Manuel Mário M.Tomé Carqueijeiro
Relator – José Fernandes Alves Cândido
1ºSecretário – Lomelino da Costa Gil
2ºSecretário – António Henriques Quaresma Rosa
Direcção:
Presidente – Manuel José Tavares
Vice-Presidente – José Maria da Silva Belo
Tesoureiro – Aurélio Lino da Conceição Fernandes
Secretário-Geral – Manuel de Jesus Caparica
Secretário Adj. – António Manuel Fernandes Júnior
Vogal – João de Almada Contreiras
Vogal – Manuel Mendez Fernandez
Vogal – Vagner Fidalgo Pinto
Vogal – Fernando Sobral Rodrigues
Vogal – Vinício Ferreira de Carvalho
Suplente – João Santana Inácio
Suplente – Rui Francisco Crespo Martins de Oliveira
Suplente – Custódio de Carvalho Pinto
Conselho Fiscal:
Presidente – Dr. José Blasco Mousinho Lopes
Vice-Presidente – Fernando dos Santos Castanheira
Relator – Álvaro Guerreiro Machado Semião
Vogal – Vitor Fernandes Sequeira Cabeçadas
Vogal – Hélio Ramos Santana
10.05.1971
Na cidade
Será aberta ao trânsito, esta semana, a via dupla a norte da Avenida Portela.
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10.05.1971
Sociedade Capricho 
Novos Corpos Gerentes
Assembleia-Geral:
Presidente – Dr. Amadeu Rodrigues da Costa
Direcção:
Presidente – João Batista Medeiros
Conselho Fiscal:
Presidente – Carlos Vieira dos Santos
10.05.1971
Inauguração do Templo Adventista
No último sábado (8 de Maio), numa Sessão Solene a que presidiu o Sr. Vice-Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Dr. João José Matos.

12.05.1971
Assembleia-Geral do Vitória
Continua por solucionar o problema da sucessão directiva.

12.05.1971
Música
Raúl Calado conduziu uma sessão sobre jazz, no Círculo Cultural de Setúbal.

12.05.1971
Desporto
Por anúncio é posto a concurso a obra de construção dos edifícios dos novos campos de ténis.
17.05.1971
Cultura
O concerto do pianista Jorge Moyano Marques realizou-se no Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal, no passado dia 11 de Maio.
19.05.1971
Comissão de Festas de Setúbal
Por proposta do Sr.Dr. Constantino de Goes, a Câmara nomeou a Comissão de Festas de Setúbal para o ano corrente:
Presidente – Dr. João José Mendes de Matos
Vice-Presidente – Dr. António M.Pinto da Costa
Vice-Presidente – António Maldonado Gonelha
Tesoureiro – Dr. José Augusto da Luz Gomes
Secretário-Geral – José Fernandes Alves Cândido
Vogal – D. Margarida Cabral Elias
Vogal – D. Margarida Sobral Costa
Vogal – Dr.ª D. Maria Manuela David Gomes
Vogal - D. Paula Costa
Vogal – Dr.ª Octávia Alcoforado
Vogal – Profª Zaida Albuquerque
Vogal – Alberto Santos
Vogal – António Alves
Vogal – Arlindo Pereira
Vogal – Fidélio Barrocas
Vogal – Dr. Gustavo Corte Real
Vogal – Dr. Jorge Coelho
Vogal – José Eduardo Ferreira
Vogal – José Luís Rocha
Vogal – José Rodrigues dos Santos (Azoia)
Vogal – José de Sousa Fidalgo
Vogal – Josué Monteiro
Vogal – Luís Santana
Vogal – Arq. Renato Nogueira
Vogal – Rogério Miguens Gonçalves
Vogal – Rui Crespo de Oliveira
Vogal – Manuel Martins Caro Marquilhas, em representação da Comissão Regional de Turismo, da Serra da Arrábida.
21.05.1971
Luta contra as barracas
"Terrenos baratos com o projecto aprovado pelo Município de Setúbal, para que todos tenham a sua casa."
Numa entrevista com o Dr. Manuel José Constantino de Goes.
24.05.1971
Toma hoje posse a nova Comissão de Festas.
29.05.1971
Foi nomeado Director de Estradas, do distrito de Setúbal, o Sr. Eng. Joaquim da Silva Mendes Bragança

18 janeiro 2018

Férias em Oleiros...

... um campo de futebol, na Torna, nas imediações do local onde se ergueu há poucos anos o Hotel de Santa Margarida.
A fotografia tem a data de 20 de Agosto de 1947.
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Em cima do "risco de baliza", dá para ver os dois postes da "dita cuja"... e os jogadores... das duas equipas!
Num primeiro plano, o Quim e o jjmatos
De pé, o Acácio e o Zeca Rodrigues.
Não sei já quem "ganhou"...

17 janeiro 2018

Humor antigo...

in "Almanaque"
Julho/1960
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- Sem dúvida, amo-te! e o que é o jantar?!...

16 janeiro 2018

Parabéns!... 16 de Janeiro

O JMiguel faz anos hoje.
...e desta vez é um número redondo!
Parabéns...
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João Miguel Macedo Mendes de Matos

15 janeiro 2018

Escrito na pedra...

In. “Público
09.01.2018
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Só quem nunca pensou chegou alguma vez a uma conclusão.

Pensar é hesitar. Os homens de acção nunca pensam”
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Fernando Pessoa
1888 - 1935 

poeta

14 janeiro 2018

Férias em Oleiros...

Agosto de 1946
junto da Fonte das Freiras
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O Olímpio e o Acácio, em primeiro plano,
com o Quim e o Zeca lá atrás.

13 janeiro 2018

Faíza Hayat dixit...

num texto publicado em
06 de Março de 2008
na Revista Pública

e a que deram o título
"Libertadores"

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Faiza Hayat

Libertadores
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Tive, um dia, uma discussão violenta com um amigo africano a propósito de libertadores.
Ele marcou a geração da libertação e eu emendei para geração da traição.
Foi nesse ponto que nos zangámos, porque ele, tendo alinhado na trincheira dos libertadores, não admitiu "insultos de quem nunca teve de pagar para ser livre".
Referia-se a mim e eu também achei que não era bem a prateleira onde queria estar.
A zanga entre nós durou uns tempos. Depois apareceu na minha caixa do correio uma carta. Entre muitas reflexões, continha citações de um herói da libertação africana sobre a maior ameaça ao sucesso da luta: a traição.
Dizia esse libertador sobre a gente que fermenta à volta dos lideres: "O que é que eles querem ao fim e ao cabo? Querem casas bonitas, calças e fatos de tergal luzidios, joias por todos os lados, roupas das mais esquisitas, ter quantas mulheres querem quando se trata de homens, fazer o que bem entendem quando se trata de mulheres. Ambição profunda, camaradas. Compreensível até um certo ponto, mas tremendamente medonho a partir de um certo ponto também. Compreensível porque nós, africanos, nunca tivemos nada e, quando o caminho se abre para termos coisas, queremos ter tudo num só dia. E, então,  para ter tudo num só dia, traímos. Ambição e mais ambição."
Nota do meu amigo sobre esta passagem: "Onde de lê "africanos" podes pôr oprimidos de qualquer parte. Romantismos à parte, não é que a revolução não seja um convite para jantar. Não é, claro. Mais: a única revolução é ir dormir sem ceia."
Escrevi uma carta de resposta que, a bem dessa amizade, nunca pus no correio. Encontrei-a há tempos, numa mudança de casa. Dizia-lhe eu: "Os libertadores poer quem tu continuas a lutar não chegam a sentar-se à mesa. Os que se sentaram foi para mandar nas migalhas."
O Zimbabwe foi a votos. Do que conheço de Robert Mugabe, um farol da libertação africana, é que é um velho sociopata que segurou o poder à custa de sangue ( incluindo o do seu próprio irmão, como é voz corrente entre os zimbabweanos) e que, na última década, usou as estruturas do partido para desmantelar o melhor país entre o Cairo e o Cabo.
É infindável, e penosa, a lista de outros libertadores, por todo o mundo, que nas últimas décadas do século XX deram contribuições idênticas à infelicidade dos seus povos.
Os portugueses, por proximidade cronológica, deviam ser mais realistas, ou mais cautelosos, com a geração da traição. Pelo contrário, acredito que somos a sociedade (pos-) colonial que, na Europa, mais dificuldade tem em descolar dos mitos e das mentiras dos heróis da "libertação". E que, por isso, continuam viciados na legitimação da ditaduras, totalitarismos, guerras civis, e esquemas de pilhagem e humilhação.
O que esquecemos, ainda hoje, é um dado empírico triste: dentro de um movimento de "libertação", os que assistem à hora da vitória são, por regra, os piores daqueles que fizeram parte da luta.
É essa a biologia, embora não a genética, de muitos movimentos: do MPLA e da UNITA ao PAIGC, à Frelimo (a Renamo, pela sua génese, nem conta nesta prateleira), ao ANC, à ZANU-PF, aos "mijahedines" afegãos ou ao UCK albanês.
O que esquecemos, infelizmente, é que as vitórias não se obtêm pela bondade da causa, mas pela persistência da astúcia. A poesia conta bastante menos que a máquina.. E são os homens da máquina que, no momento da independência, tomam normalmente as rédeas do projecto nacional.

12 janeiro 2018

Hoje há pintura...

Giovanni Bellini
pintor italiano do Renascimento
1430-1516
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Jovem nua em frente do espelho

11 janeiro 2018

No 1ºano do Liceu...

... ainda no Liceu Velho (antigo Paço Episcopal
e actual Museu Tavares Proença Junior).
Um grupo da pré-JEC, no Jardim do Paço.
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Na 1ªfila - jjmatos, José Fernando Proença de Almeida e Manuel Germano Ramos dos Santos.
Na 2ªfila - Fernando Luís Antunes Milheiro, Armindo Marques Taborda, Hermenegildo Dias e Armando José Rocha Ribeiro.
Na 3ªfila - Domingos dos Santos Barata, Ambrósio, Armando Henriques da Conceição e Miguel Jorge Pignatelli Athayde Queiroz.

10 janeiro 2018

Recordações...

em 25 de Dezembro de 1970
amanheceu linda a Avenida Nun'Álvares,
em Castelo Branco.
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                   GI

09 janeiro 2018

Parabéns!... 9 de Janeiro

Luisa Todi faz anos hoje
Nasceu em 9 de Janeiro de 1753
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Luisa Rosa de Aguiar Todi

06 janeiro 2018

Humor antigo...

in. "Almanaque"
Junho/1960

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- Pela porta de serviço, se faz favor...

05 janeiro 2018

Professores do Liceu...

...no ano-lectivo de 1961/62
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No 1ºplano: Alda de Paiva Gomes, professora de Físico-Químicas; Estêvão Ferreira Moreira, de História e Reitor; Maria de Lurdes Malta Gens de Azevedo (Faia), de Físico-Químicas;
No 2ºplano: Maria Emília Pereira dos Santos, de Francês; Ausenda de Carvalho Caetano (Paulino Pereira), de Português e Alice Virgínia dos Santos, de Francês;
No 3ºplano: Aristides Gonçalves, de Inglês; Alice Rocha, de Português, Celestina Azevedo, de Matemática e Maria da Luz Câmara Pestana, de Francês.
No último plano: Padre Fernando Martins, de Religião e Moral; Padre Valentim Monteiro Saraiva, de Religião e Moral; Joaquim Augusto Martins Gaspar, de Desenho; Jacinto Monteiro Câmara Pereira, de História; Carlos da Maia Malta, de Inglês e Domingos Pereira das Neves, de Inglês.

04 janeiro 2018

Um veto...

... que salva e envergonha o Parlamento.
Este é o título com que o autor,
o jornalista do "Público",
Manuel Carvalho
batizou o sua coluna "Memória futura"
no dia 2 de Janeiro.

Manuel Carvalho
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Há vetos políticos e vetos políticos. Há na memória momentos em que o Presidente da República exerceu as suas funções com reserva e contenção nas palavras. Mas também há episódios nos quais o fundamento de um veto é por si só todo um programa. Ontem aconteceu um desses momentos. O Presidente vetou as alterações à lei do financiamento dos partidos usando um argumento capaz de fazer corar de vergonha qualquer deputado digno da missão que o voto popular lhe outorgou. Disse Marcelo Rebelo de Sousa que o diploma que lhe havia sido enviado para promulgação pecava por "ausência de fundamentação publicamente escrutinável quanto à mudança introduzida no modo de financiamento dos partidos políticos". Descendo ao nível da linguagem corrente, o que o Presidente mandou dizer aos deputados que redigiram, assinaram e aprovaram aquela vergonha sob a forma de lei é que agiram como um qualquer bando tem por hábito agir: pela calada, sem dar nas vistas, poupando-se às justificações das suas escolhas, evitando assumir as suas posições, como se em causa estivesse uma operação clandestina e não a deliberação de um Parlamento democrático.

Ainda não conhecemos toda a fundamentação que Marcelo Rebelo de Sousa vai usar para justificar o seu veto ao diploma, mas o que sabemos é já suficiente para darmos conta de que a sua decisão tem o valor prático de suspender uma lei ignóbil (mais pelo método como foi confecionada, mas também pela sua substância) e de o fazer com uma enorme carga de pedagogia. O que o presidente diz nas entrelinhas da sua opção é que é inadmissível e inqualificável que um parlamento de uma democracia se arrogue no direito de decidir sobre matérias que dizem respeito às contas dos partidos sem que a opinião pública tenha condições para acompanhar os trabalhos. É inaceitável, está implícito no veto, que a cidadania não saiba que medida foi proposta por quem, que desconheça como todo o estrugido foi temperado até ser servido. Quem age assim devia usar óculo pretos, chapéu de feltro e gabardina comprida.
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(Isto é apenas um excerto de um artigo que vale a pena ser lido na íntegra.)

03 janeiro 2018

Setubalense - 1971 - Abril

05.04.1971
Oferta de Bibliotecas
A Sociedade Musical Capricho Setubalense, o Centro Social das Praias do Sado vão beneficiar de uma deliberação camarária, recebendo uma biblioteca, com vista à valorização dos seus associados.
10.04.1971
Os moradores do Bairro do Liceu e da Estrada de Algodeia confiam numa resolução´eficaz para a ligação da Avenida 22 de Dezembro, com duas faixas de rodagem, à Avenida Rodrigues Manito com uma só faixa e muito degradada…
14.04.1971
Futebol
Silvério Jones não aceita candidatar-se a presidente do Vitória.
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17.04.1971
Na Escola Técnica
Jaime Romão Gonçalves tomou posse como Chefe da Secretaria da Escola Industrial e Comercial de Setúbal.
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21.04.1971
Vitória FC
Silvério Jones concordou ser proposto para Presidente da Direcção.
26.04.1971
Exposição Bibliográfica “Ler para Crer”.
No Salão Nobre da Câmara Municipal e Setúbal, foi inaugurada no passado dia 23, uma exposição bibliográfica com obras de literatura infantil e juvenil.

Na sessão solene da inauguração estiveram presentes:
O Governador Civil, Dr. José Maria Cardoso Ferreira que era ladeado pelo Dr. Elmano Alves, presidente da Comissão Distrital da ANP, Dr. João José Matos, vice-Presidente da Câmara Municipal, Dr.ª D. Ausenda Paulino Pereira, delegada distrital da MPF, Dr. Armindo Gonçalves, reitor do Liceu Nacional de Setúbal.
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26.04.1971
Um acidente
Uma família de Setúbal vítima de acidente na autoestrada. 
Ontem à noite, na autoestrada, a cerca de 8 Kms da Ponte Salazar, um automóvel que se dirigia para Setúbal, guiado pelo Sr. Dr. Fernando Martins Chambino, economista e professor universitário, que viajava em companhia da esposa, sr.ª D. Maria da Graça Chambino e as duas filhas do casal.
Maria da Graça de 13 anos e Maria Teresa de 11.
Apenas a filha Maria da Graça ficou internada em S.José.
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26.04.1971
Círculo de Cultura Musical
No dia 30 de Abril, actua no Salão Nobre da Câmara Municipal de Setúbal, o grande pianista de renome internacional Leslie Wright.
28.04.1971
O Dr. Fernando dos Santos Ruivo deixou a chefia da Delegação Aduaneira de Setúbal por ter sido nomeado Reverificador da Alfândega de Lisboa.
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28.04.1971
Teve o seu bom sucesso no Hospital de S.Bernardo, a Srª D.Maria Manuela Gonçalves Cândido, esposa do Sr. José Alves Cândido.
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30.04.1971
Na cidade
Foi assinado entre o Município e a Santa Casa da Misericórdia, o acordo definitivo para o arranjo urbanístico da Travessa da Alfândega.