19 outubro 2018

Volei em Castelo Branco...

...em 1949

Nos Campeonatos Nacionais de Volei estão apurados os representantes provinciais:
Infantes - ISA com Rolão Preto (cap.), Rapoula, Palmeiro, Pessoa, Cruz, Zé Manel e Lourenço.
Vanguardistas - Liceu que eliminou a Escola e o ISA e o campeão das Alas da Covilhã e Fundão: 
Alinhou com Serafim (cap.), Cabarrão, Lopes Dias, Calrão, Roseiro, Olímpio, Prata, Curto, Roseiro II, Patacas, Arménio e Preto Tomé..



A equipa de Vanguardistas do Liceu Nun'Álvares
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Cadetes - O ISA foi o vencedor indiscutível. Eliminou a Escola, o Liceu e o representante do torneio Covilhã/Fundão.
Alinhou com Valeriano (cap.), Morão, Barreto, Martinho, Rolo, Venâncio, Rapoula, Raposo e Vitor Morão.      



A equipa de cadetes do Instituto de Santo António
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O Dr. António Carriço é o Dirigente.

18 outubro 2018

Escrto na pedra...

In “Público
11.10.2018
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O segredo da sabedoria, do poder e do conhecimento é a humildade..
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Ernest Hemingway
1899 – 1961
escritor

17 outubro 2018

Escrito na pedra...

In “Público
16.10.2018
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Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e as que dizem que fizeram as coisas. Tente ficar no primeiro tipo. Há menos competição”.
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Mohandas Karachand Gandhi
1869 – 1948
Fundador do Estado Indiano

O último presente...

… de Joana Marques Vidal.
 foi o título escolhido para o artigo que 
João Miguel Tavares
escreveu na sua coluna de ontem
no Público.

João Miguel Tavares

Joana Marques Vidal foi-se embora mas deixou-nos uma prenda de despedida: uma excelente entrevista ao Expresso onde demonstra a todas as pessoas de boa vontade como foi um tremendo desperdício de talento, inteligência, energia, coragem, independência e bom-senso o seu afastamento da Procuradoria-Geral da República. É possível que Lucília Gago – que, aliás, fez um óptimo discurso de tomada de posse – venha a revelar ter todas as qualidades de Joana Marques Vidal, e ainda mais algumas? Sim, é possível. Mas é muitíssimo improvável. Basta só um pouco menos de vontade, um pouco menos de talento, um pouco menos de coragem, para que a cultura do respeitinho e da falta de meios regresse ao Ministério Público – tal como António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa, Rui Rio e quase todos os líderes partidários no seu íntimo desejam. A substituição da PGR, ao contrário do que muitos pensam, não foi uma luta entre direita e esquerda. Foi uma luta pela subordinação do poder judicial ao poder político.
Sei que ao regressar a estes temas há sempre alguns leitores que resmungam e me criticam pelas minhas “obsessões”. Para quê tanta insistência? Para quê mais um texto sobre o assunto? A resposta é simples: porque é importante. Nada mina tanto o país e a confiança nas instituições do que a corrupção, e não se vislumbra em Portugal uma atitude séria para a combater; nada que vá além da mera cosmética parlamentar ou do suspiro popular. Não me interessa minimamente que se encham caixas de comentários com suspiros raivosos de “isto é tudo uma corja!”, ou que políticos e comentadores proclamem o seu ódio à corrupção ao mesmo tempo que não mexem uma palha para a enfrentar. Aquilo que me interessa é uma genuína mudança de mentalidades, que varra o país desde Pedrógão até ao Parlamento, e é essa mudança que não se vislumbra quando possa ocorrer. António Costa não está interessado. Marcelo é só discursos. E Rui Rio parece que vai propor uma reforma da justiça muito preocupada em reforçar o direito ao bom nome, em perseguir as fugas ao segredo de justiça, e, claro, em punir a imprensa prevaricadora. Como todos sabemos, o país só está como está por causa do PÚBLICO, do Expresso, da TVI e do Correio da Manhã.

Joana Marques Vidal

Joana Marques Vidal, ao menos, conseguia ver aquilo que estava à frente do seu nariz, o que parecendo coisa pouca em Portugal é uma actividade olímpica. Estas são palavras suas na entrevista ao Expresso e à SIC: “Somos um país onde o problema da corrupção tem uma dimensão que é urgente atacar. Tem de ser encarada como uma questão essencial do Estado de direito democrático. Penso que politicamente a resposta não é eficaz, tem sido muito superficial. Não há uma estratégia nacional contra a corrupção.” Não, não há. Tal como não há qualquer “luta pela transparência”, que a ex-PGR refere como sendo a base fundamental do ataque ao problema, e que naturalmente se traduz em “transparência no exercício dos cargos públicos” e no “financiamento dos partidos políticos”. É exactamente por não existir esta estratégia consistente que uma instituição como o Ministério Público ainda está tão dependente da eficácia e do empenho de quem o dirige. Ao ser questionada sobre o papel do PGR, Joana Marques Vidal afirmou simplesmente: “O papel do procurador-geral é promover a organização, a articulação interna e a capacidade de gestão que permita aos magistrados trabalharem melhor.” Tão simples, não é? E, no entanto, tão difícil de pôr em prática.
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in. Público
16.10.2018

16 outubro 2018

Setubalense - 1972 - Fevereiro

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02 Fevereiro
Novos Corpos Gerentes na
Associação de Bombeiros Voluntários
Assembleia-Geral:
Presidente – Dr. Carlos Aníbal Patrício Paúl 
Direcção:
Presidente – Eduardo da Conceição Fernandes
Conselho Fiscal:
Presidente – Dr. Manuel Seabra Carqueijeiro
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02 Fevereiro       
“O porto de Setúbal reúne óptimas condições para os estaleiros navais”.
É a opinião do administrador ligado da Setenave, Eng. Álvaro Bissaia Barreto, em entrevista concedida a João Lúcio.
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05 Fevereiro
I Encontro do Filme Familiar
Os Serviços Culturais da Câmara Municipal de Setúbal, que têem vindo a desenvolver nos últimos anos, na nossa cidade, um notável programa de realizações artísticas, proporcionam amanhã no Salão Nobre da Câmara Municipal, uma sessão em que serão projectados os filmes premiados.
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05 Fevereiro
O filme “S.Miguel – 70”, do Dr.Paulino Pereira foi o primeiro classificado no “I Encontro Nacional do Filme Familiar”.
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05 Fevereiro
Vento ciclónico fustigou hoje a nossa cidade, com uma intensidade que não se registava há 31 anos.
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09 Fevereiro
Sociedade Histórica da Independência de Portugal
Eleições para o ano de 1972
Assembleia Geral:
Presidente – Dr.José Lopes da Silva
Secretário – Dr.José Carlos Núncio Sequeira Lopes 
Secretário – Dr.Carlos Aníbal Patrício Paúl
Direcção:
Presidente – Cor.Augusto de Carvalho
Secretário – Dr.Luis Manuel Cabral Adão
Tesoureiro – Ten. Manuel Simões Rosa
Vogal – Dr. Manuel Gonçalves Martins
Vogal – Dr. José Caldeira Areias
Suplente – Dr. Jorge Fernando de Castro Patrício Paul
Conselho Fiscal:
Presidente – Eng. Humberto Sant’Ana Ferreira da Cunha
Secretário – Dr. Raúl Assis de Carvalho
Relator – Leonardo Neto Pereira
Suplente – Elmano Carlos Gonçalves Mendes
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12 Fevereiro
As novas autoestradas
Foram aprovadas três propostas, entre elas a que ligará o Fogueteiro a Setúbal
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12 Fevereiro
O Prisma, de José de Matos, divide-se hoje em três pontos. No último, sobre o Carnaval, o José de Matos termina assim: “Na cidade não há festejos oficiais. Para fazer coisas horrendas como aquela dos três humanos engaiolados mais vale nada fazer. Panem et circenses, praticavam os romanos. Depois do Pão o Circo. Mas só depois do pão. Vamos primeiro ao pão e não demos circo para que se esqueçam de pedir o pão.
O carnaval chegou e vai acabar depressa. Durará o tempo exacto para muita gente pôr a máscara com que se desmascara. Tenho dito.”
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14 Fevereiro
Carnaval moribundo (em título na 1ªpágina)
…É uma sobrevivência forçada. Por isso bem andou a cidade de Setúbal em não realizar as festas no ano corrente.
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14 Fevereiro
O Presidente do Município inaugurou o Ginásio do Vitória
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21 Fevereiro
Clube de Campismo
Assembleia-Geral:
Presidente – Eng. Afonso Gago da Silva
Direcção:
Presidente – Fernando Sobral Rodrigues
Conselho Fiscal:
Presidente – Álvaro Machado Semião 
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23 Fevereiro
Exposição
Adão Rodrigues expõe na Galeria do Diário de Notícias, no próximo dia 26.
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26 Fevereiro
Já foi entregue na Câmara a proposta para a instalação em Setúbal da filial do Supermercado Pão de Açucar.
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28 Fevereiro
No Largo da Fonte Nova brinca gente nova…
…é neste sentido que a Câmara Municipal de Setúbal se empenha em criar pela cidade, em lugares diversos, baloiços, escorregas, carrocéis, onde seguramente, crianças se poderão divertir e até descomplexar-se. Pois, a verdade é que esses locais foram surgindo. Inicialmente na Praça do Brasil. Depois apareceram na Quinta do Montalvão e S.Pedro. Mas agora, e finalmente, chegaram “recreios” à zona antiga da cidade.

15 outubro 2018

Nos 70 anos do Dâmaso...

...em Santiago do Cacém.
Já passaram 20 anos sobre a data dos seus 50 anos, comemorados na Quintinha de Santiago do Cacém
No dia 18 de Agosto voltou a repetir a festa…quando os setenta lhe bateram à porta...
Esta fotografia foi tirada em 18 de Agosto de 2013

Em primeiro plano: Jorge Lemos Cabral, Armando Dâmaso, José António Sousa Fialho, Fernanda Ramos Pina de Abreu, Beatriz Castelo Branco, M.Paninho Souto, Elisa Fialho. Atrás, de pé: Carlos Cardoso Alves, José António Barbosa e Rui Manuel Paninho Souto

14 outubro 2018

Foi um êxito...

… que nem o Leslie conseguiu evitar.
Apesar da tempestade que se aproximava e da chuva e do vento que que já perturbavam as saídas de casa, o amplo espaço da Igreja de São Paulo estava quase a 100%.
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O Concerto na Igreja de São Paulo estava anunciado para as 21h30 e começou pouco depois.
Foi ao Coral Luísa Todi, anfitrião deste VIII Encontro de Coros de Setúbal, que coube a primeira parte desta sessão cultural.
Antes foram proferidas algumas palavras pelo Presidente do Coral Luísa Todi, Luís Filipe Fernandes, que organizou este Encontro.

Luís Filipe Fernandes e o Coral Luísa Todi
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Sob a direcção de Fernando Malão, que se tornou Maestro Titular e Director Artístico de Coral Luisa Todi a partir de Fevereiro de 2016, o Coral interpretou quatro peças musicais, uma delas aplaudida com grande entusiasmo.
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O Coral Luísa Todi
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Seguiu-se a actuação do Orfeão de Castelo Branco que foi de um êxito inesquecível… apenas com o senão de ter "registado a falta de presença" da única coralista que ali conheço actualmente. Então, Celeste, tiveste medo do Leslie?!…
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O maestro Rui Barata prepara-se para iniciar a actuação do
Orfeão de Castelo Branco
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Cantaram oito peças todas elas aplaudidas com entusiasmo, nomeadamente a canção "Granada", da Agustin Lara, que foi aplaudida durante imenso tempo e com a "plateia" toda de pé! Mas, a superar todos estes aplausos com a Canção "tornada pública" na década de 50, pela voz de Mário Lanza, o Orfeão de Castelo Branco viu superado o anterior êxito pela cancão "Milho Verde" que cantaram pouco depois… Os aplausos duraram mais e mais gente aplaudiu de pé… Tenho assistido a muitos concertos na Igreja de São Paulo mas, confesso não me lembrar de uma "plateia" inteira a aplaudir de pé uma canção que seja, Estão de parabéns todos os cantores do Orfeão… está de parabéns o Orfeão de Castelo Brancoestá de parabéns a minha cidade de Castelo Branco!
Houve também entusiasmo na "plateia" quando os "cantores albicastrenses" interpretaram a canção "Foi Deus", da autoria de Alberto Janes, o farmacêutico alentejano que viu esta canção ter um êxito imenso na voz de Amália Rodrigues que lhe cantou também "A casa da Mariquinhas".
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Deixo agora algumas fotografias deste evento que não se "ralou" muito com o furacão Leslie:

Orfeão de Castelo Branco
Setúbal em 13 de Outubro


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Setúbal,
14.10.2018
11h 00m
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NB- Fico á espera de uma "retribuição" que, provavelmente, o Orfeão de Castelo Branco possa vir a fazer, com um convite ao Coral Luísa Todi, para uma jornada semelhante àquela a que assisti ontem...

13 outubro 2018

Parabéns!... 13 de Outubro

A Luisinha faz hoje 2 anos
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Vai um beijinho para a minha bisneta tão linda.

12 outubro 2018

Não era nada. Era a vida...

num poema de 
Pedro Homem de Mello
 a que o autor deu o título de
Início.
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Pedro Homem de Mello

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Início

As horas pararam todas.
As horas pararam todas.
Só buliram os instantes!
As horas pararam todas.
Sombra de enterro ou de bodas
Nuas, públicas, distantes…
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Realidade? Promessa?
Realidade? Promessa?
Mistério? Seja o que for!
Realidade? Promessa?
Depressa, meu bem! Depressa!
Não vejo o teu rosto, amor!
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O corpo disse que sim.
O corpo disse que sim.
A alma disse que não.
Ai! dos outros! Ai! de mim!
Era o princípio do fim
Da luz que as estrelas dão…
Contacto breve. Era pouco.
Contacto breve. Era pouco
Só buliram os instantes!
Contacto apenas… Tão pouco!
Breve… Tão breve! Tão pouco!
Mas era mais do que dantes.
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Não era nada. Era a vida.
Não era nada. Era a vida.
Como evitá-lo e senti-lo?
Não era nada. Era a vida.
Flor pisada. Honra perdida.
Não era nada. Era aquilo!
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Era a vergonha suprema.
Era a vergonha suprema.
O desprezo universal.
Era a vergonha suprema…

Poetas! Era um poema
Que o mundo paga tão mal!
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Pedro Homem de Mello
in. "Bodas vermelhas" - 1947

Humor antigo... 1

...com o traço de
Ward
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- Acho melhor dizeres-lhe que me estavas a contar 
a história do Ali Bábá...

11 outubro 2018

Vamos ouvir o Orfeão de Castelo Branco...

...que actua aqui em Setúbal
no próximo Sábado
13 de Outubro, pelas 21h30m
na Igreja de São Paulo
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O Orfeão de Castelo Branco
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"Para além do prazer de o continuar a ver em grande forma, quero informar o Dr. Matos que no dia 13 de outubro vamos ter na Igreja de S. Paulo, pelas 21:30 horas o Orfeão da sua Castelo Branco. Seria um prazer tê-lo na assistência para assistir a um Concerto dado pelos seus conterrâneos. Abraço"

Esta informação chegou até mim através do 
meu antigo aluno no Liceu Nacional de Setúbal
Luís Filipe Fernandes
presidente do Coral Luísa Todi.

10 outubro 2018

Recordações...

Em 20 08 1984
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                 GI

09 outubro 2018

São quadras, meu bem!... são quadras... .

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A Lua fechou os olhos
E viu o Sol se esconder…
Não é por falta de vista
Que os olhos deixam de ver...

08 outubro 2018

Um soneto de Maia Mendes...

No Livro de Curso dos Finalistas
do ano 1944/45, do Liceu de Nun'Álvares,
António Guadalupe Maia Mendes
assinou um Soneto a que chamou
Certeza!...
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Maia Mendes

Certeza…
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O tempo foge, voa, em turbilhão que arrasta
As gentes e as coisas, as gentes e as vidas,
E, ao mesmo tempo, deixa imagens esculpidas
No aço d'alma impura, no ouro de alma casta.
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O tempo tudo lembra, tudo esquece e gasta;
Marmóreas colunas, por Ele destruídas,
Fazem-nos recordar lembranças esquecidas
Na poeira do tempo que veloz se afasta.
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Nada resiste ao tempo na voraz passagem…
Nada perdura após a branda aragem
Que tudo consome apenas em instantes…
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Tudo consome, não! Nós nunca esqueceremos,
Enquanto vida houver -- eu sei! -- recordaremos
O tempo do liceu, da capa de estudantes.
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Maia Mendes,
António Guadalupe de

06 outubro 2018

In "Revista autores"...

...datada de Julho/Setembro de 2008,
uma breve noticia apontava a morte de
Albano Martins 
com o título
"Poeta e tradutor premiado".

Albano Martins
(1930-2018)
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" O poeta e tradutor Albano Martins morreu no passado dia 6 de Junho, no Hospital Santos Silva, em Vila Nova de Gaia, aos 87 anos. Nascido em 1930, no Fundão, e licenciado em Filologia Clássica, era docente da Universidade Fernando Pessoa. A sua obra está publicada em duas dezenas de livros de poesia e em antologias e obras colectivas. Em 1998, recebeu o Grande Prémio de Tradução Literária, pela tradução de "Canto Geral", de Pablo Neruda e, em 2012, o Grande Prémio de Tradução literária da APT/SPA pela tradução da "Antologia da Poesia Grega Clássica"."
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Albano Martins foi aluno do Liceu Nacional de Castelo Branco, onde terminou o Curso Liceal em finais da década de 40.
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Em 7 de Julho de 1957, o semanário albicastrense "Beira-Baixa", publicava uma pequena nota onde se refere o nome de Albano Martins: 
" Licenciatura
Com alta classificação terminou o seu Curso de Filologia Clássica, o sr.Dr.Albano Dias Martins, filho do sr. Francisco Dias Rato e da srª D.Maria do Carmo Gonçalves Martins."
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Mais um Antigo Aluno do nosso Liceu que passou a ser "memória"...

05 outubro 2018

Fotografias de Castelo Branco...

Fotografia obtida em
23 de Abril de 2006
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O antigo Quartel de Cavalaria 8 em destaque,
com a actual Biblioteca Municipal ali atrás.

04 outubro 2018

E já passaram sete anos...

… que aconteceu esta fotografia.
Surgiu numa reunião de primeiro Curso, do 12ºAno,
de 1980/81, comemorando os 7 anos já passados…
Foi na Quinta do Perú, em 19 de Novembro de 2011.
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A Conceição Malhó e a Vitória Margarida
recordam aqueles "Tempos de Glória" que
já contam quase 40 anos... embora não pareça nada.

03 outubro 2018

Ainda vai a tempo?...

Descobri, agorinha mesmo, esta fotografia 
obtida em Outubro de 1968.
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Estão aqui alguns dos presentes no almoço do dia 29 de Setembro…
… só que tinham menos 50 anos! E cada vez o tempo passa mais depressa...

Mais um dia que não esquece...

Mais uma Reunião de Curso
dos Alunos Finalistas do 7ºAno
do Liceu Nacional de Setúbal - 1969/70 
ocorreu no último sábado, 
dia 29 de Setembro.
num Restaurante em Fernão Ferro.
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Fui encontrar muitos alunos que não perdem estas ocasiões para rever e confraternizar com colegas e amigos que já não se vêem há muito tempo.
Vi caras novas que não estiveram presentes nos três anos anteriores e um deles me chamou a atenção, pois já não o via há uns 50 anos!... Está na mesma!… Passe o exagero… 
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 José Filipe Peres Claro e José Flórido
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 João Luciano Miranda Duarte e esposa
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 A Júlia Alves da Silva e o José Flórido
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 Uma das mesas fotografadas pelo Flórido
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 idem, aspas...
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O Arnaldo Silva que já não via há 50 anos...
                                ..
 Maria da Graça Sobral e Maria Isabel Ruivo Gomes da Silva 
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Maria da Graça Sobral, Maria Isabel Ruivo Gomes da Silva 
e o primo Jorge Manuel Ruivo.
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Margarida Cordas, Emília Vaz Pereira e Júlio Carlos Silva
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Júlio Carlos Silva e Daniel Pires
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Francisco Osório Cunha e Constantino Teles
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Francisco Rocha, Miguel Santos e Pedro Alves da Silva
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 Paulo Bordeira e Maria da Graça Sobral
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O Jorge Ruivo com a Graça Sobral
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 Maria da Conceição Pires Silvestre de Brito
com a mais "querida fotógrafa do mundo" Maria Isabel Gomes da Silva
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 O Jucá Silva com o "organizador" Pedro Alves da Silva
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 A Camila de Seixas Matos Cardoso Ferreira 
e a Manuela Gamito Beija 
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 O Daniel Pires e o António Piedade

O José Flórido com a Aida

 Paulo Bordeira e Francisco Cunha
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 Um pequeno grupo onde destaco o Carlos Setra, o Paulo Bordeira
 e, sentado, à direita, o Miranda Duarte.
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 Ao centro, o Arnaldo Jorge de Assunção Silva,
o nº3, da turma C do 1ºAno, no ano lectivo de 1961/62
Já não o via desde uns anos depois...
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Miguel Santos com a Graça Sobral
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O Miranda Duarte com a esposa
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e, finalmente, o Flórido com o Jucá.
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Deveria terminar aqui esta série de fotografias… mas, para todos verem que ainda tenho de aprender muito, vou colocar a seguir algumas fotografias da autoria da "Catedrática" Maria Isabel Ruivo Gomes da Silva uma Artista que sabe "fotografar a alma" dos seus Amigos.
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Em primeiro lugar o primo Jorge Ruivo

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Este retrato do José Afonso de Carvalho é magnífico.

José Afonso de Carvalho
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No momento exacto, a Isabel disparou… e saiu  esta imagem fabulosa!

José Agostinho de Matos
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Também o José Flórido foi abrangido por esta vaga de Boa Fotografia

José Flórido de Castro e Silva
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Também a Conceição Brito e a Emília Vaz Pereira ficaram
com uma bela fotografia "rubricada" pela Isabel.
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E guardei a minha para o fim… 
Acho que está "mil vezes" melhor do que o "original".
A decisão que logo tomei de a colocar como foto de perfil
na minha  página do Facebook, substituindo a anterior que também era da Isabel, 
desencadeou uma "avalanche" de mensagens de agrado que chegaram às duas centenas… E é aí que emoção chega até nós.
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jjmatos
em 29.09.2018
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Mais uma vez, Obrigado, Isabel.