15 setembro 2019

Parabéns!... 15 de Setembro.

O Manuel Maria faz anos hoje...
Um grande abraço e um belo dia de aniversário.


Manuel Maria Barbosa du Bocage
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Já Bocage não sou!...

Já Bocage não sou!... À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento...
Eu aos céus ultrajei! O meu tormento
Leve me torne sempre a terra dura.

Conheço agora já quão vã figura
Em prosa e verso fez meu louco intento.
Musa!... Tivera algum merecimento,
Se um raio da razão seguisse, pura!

Eu me arrependo; a língua quase fria
Brade em alto pregão à mocidade,
Que atrás do som fantástico corria:

Outro Aretino fui... A santidade
Manchei!... Oh! Se me creste, gente ímpia,
Rasga meus versos, crê na eternidade! 

Bocage

14 setembro 2019

Nas "Cartas ao Director"...

...no Público desta manhã.
Helena Cabral
escreve sobre "MEC e a Grã-Bretanha"
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Helena Cabral
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"O Miguel Esteves Cardoso escreveu anteontem no Público que devemos todos ver, na íntegra, esse hino à democracia que foi a última sessão do Parlamento britânico. Ou enlouqueceu ou a sua costela inglesa cega-o. Eu vi grandes pedaços e fiquei elucidada: um circo lamentável com Boris Johnson, como palhaço-mor. Ao que chegou a Grã-Bretanha!"

Hoje, no Público...

Numa reportagem publicada 
por 
Camilo Soldado
na coluna Política

João Paulo Catarino
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O que ouve o Governo no interior?
Muitas portagens e pouco serviços.
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O percurso de carro entre a casa onde vive com a família, numa aldeia de Proença-a-Nova, e o palacete do século XVIII que lhe serve de gabinete, no centro de Castelo Branco, faz-se em cerca de 40 minutos. É este o trajecto que o secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino, faz desde que se mudou para a Beira Baixa, por contraste com o caminho entre Linda-a-Velha, onde residia, e o Bairro Alto, em Lisboa, onde está instalado o Ministério da Economia. Apesar de a distância que tinha que percorrer na capital ser menor, por vezes, levava-lhe mais tempo, recorda.

João Paulo Catarino é o único secretário de Estado que trabalha fora de Lisboa. Instalou-se no início do ano no Palácio dos Viscondes de Portalegre, onde funcionava o Governo Civil. O objectivo desta mudança foi, “no fundo, mostrar que, se um membro pode governar a partir de Castelo Branco, qualquer instituição ou organismo o pode fazer também fora de Lisboa”, explica.


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Audiências e audiências
“Portagens”, responde, mesmo sem que a pergunta tenha chegado ao fim. A questão era sobre as reivindicações que mais ouve nas audiências que lhe pedem. “É um custo de contexto que as pessoas do interior ainda sentem como muito significativo, apesar das reduções sucessivas que o Governo tem vindo a fazer”, afirma.
Outra das questões que mais ouve é sobre o encerramento de serviços públicos. “Julgo que é isso que este Governo conseguiu estancar e reforçar substancialmente”, apesar das situações dos CTT e da Caixa Geral de Depósitos, que criaram “a percepção em algumas pessoas de que alguns serviços públicos continuavam a fechar, o que não é verdade”. Os CTT começaram a reverter a política e a CGD mantém um balcão em todos os concelhos, sublinha.
Quem lhe pede audições é recebido em Castelo Branco mas, para as reuniões com outros membros do Executivo de António Costa, tem que se deslocar mais com frequência a Lisboa. Isto, apesar de terem também lugar no seu gabinete do interior. “Em termos funcionais, cria-nos sempre algumas questões. Exige mais disponibilidade porque passamos muito tempo na A23 e na A1”, diz.
No seu gabinete, trabalha gente de vários pontos: Castelo Branco, Lisboa e Proença-a-Nova, município ao qual presidiu entre 2005 e 2016.
Principalmente nos primeiros tempos em que abriu as portas do gabinete na Praça do Município, teve audiências com presidentes de juntas de freguesia da zona, exemplifica, “que, à partida, teriam mais dificuldade se fosse em Lisboa”, explica. Ainda assim, salvaguarda que esta é “uma secretaria de Estado para o país e não para a região”.
João Paulo Catarino, que antes liderou a Unidade de Missão para a Valorização do Interior (UMVI), sabe que a perda de pessoas do território é um dos problemas mais complicados de resolver. Tanto que vive em Casal de Ordem, uma aldeia de 11 pessoas, cinco delas em sua casa (mulher e três filhos). Depois de décadas de tendência, é possível estancar o despovoamento? “Temos efectivamente regiões no país em que não vale a pena estarmos a iludir-nos”, menciona. E se o país “tem um problema demográfico, o interior tem um problema sério em termos de demografia e de índice de envelhecimento”. Dito isto, o secretário de Estado não tem problemas “em admitir que há muitas aldeias que terão muita dificuldade em, daqui a 30 ou 40 anos, terem alguém”. Por outro lado, apesar de este princípio não poder ser aplicado a todas, “há um conjunto significativo de aldeias que têm um potencial turístico enorme e podem ser por essa via valorizadas”. Essa é outra das conquistas que atribui a este Governo: “O facto de ter conseguido abrir o mapa turístico do país para além de Lisboa, Porto ou Algarve”.
A sala onde tem lugar a conversa com o PÚBLICO tem as janelas encostadas, o que ajuda a regular a temperatura no interior do edifício. Nesse dia, a temperatura passaria um pouco os 30 graus — nada de excepcional para o sufoco que o Verão albicastrense costuma impor. Entreabrindo uma das portadas, sobressai logo à direita o edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco. Uma vizinhança que acaba por ser aproveitada, como explicaria mais tarde, por telefone, o presidente do município, Luís Correia. “Falo com ele permanentemente, seja em reuniões, seja em encontros formais”, refere o autarca. Para uma região que sofre das dores da interioridade, “ter uma pessoa que é o elo de ligação com o Governo” acaba por ser “muito importante”, sublinha.
O governante defende a proximidade da administração do território. Entende que o actual processo de descentralização acaba por ser um passo em direcção à regionalização. “Se conseguirmos provar que este modelo funciona, julgo que, depois, por via de um referendo, a regionalização se tornará mais ou menos inevitável”, considera.

A experiência de Santana
A ida do gabinete de Catarino para Castelo Branco encontra um precedente num governo de coligação PDS/CDS. Ao suceder a Durão Barroso, em 2004, o primeiro-ministro Pedro Santana Lopes anunciou, logo em Julho, que iria descentralizar seis secretarias de Estado para diferentes pontos do país: a da Juventude (Braga), da Administração Local (Coimbra), da Educação (Aveiro), da Agricultura (Golegã), dos Bens Culturais (Évora) e do Turismo (Faro).
“Não tinha força para fazer o que gostaria de ter feito”, explica ao PÚBLICO Santana Lopes, que é candidato a deputado pelo partido Aliança nestas eleições legislativas. A ideia inicial, diz, era transferir ministérios e os respectivos serviços para ter, de facto, impacto local.
Com a dissolução do Parlamento por Jorge Sampaio e convocação de novas eleições, a experiência acabou por ser breve. “[A legislatura] terminou de forma tão tumultuosa que não deu tempo de fazer um balanço”, recorda. “Simbolicamente foi importante, mas o tempo foi curto e não permitiu criar raízes na maneira de pensar das pessoas”, avalia.

“Sinal político”
Se um efeito concreto com a instalação do gabinete do secretário de Estado do Interior em Castelo Branco é difícil de medir, João Paulo Catarino concede que, “acima de tudo, é um sinal político”. E acrescenta: “Achámos na altura que, sendo uma Secretaria de Estado para a Valorização do Interior, faria sentido contribuir com a localização para essa valorização”. Mesmo na orgânica governamental, refere, não houve grandes alterações na prática.
João Paulo Catarino destaca antes o “início de um caminho de diferenciação para o interior que nunca existiu verdadeiramente” em executivos anteriores. Desde a criação da UMVI ao desenho de um Plano Nacional de Coesão Territorial, o Governo começou a trabalhar em assimetrias que não serão “corrigidas numa legislatura nem em duas” e que ganharam novo destaque com as mortes e devastação causadas pelos incêndios de 2017. Há medidas iniciadas que, se se mantiverem, farão a diferença a prazo, defende. Da abertura de serviços públicos em regiões de baixa densidade, à transferência de vagas do ensino superior para o interior, a criação de novas empresas e de postos de trabalho. Também se começou a fazer caminho na cooperação luso-espanhola relativamente aos territórios da raia. “Acho que fiz aquilo que era possível fazer”. 
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in "Publico"
14 09 2019

13 setembro 2019

Reuniões&Passeios...

11 de Junho de 1994
Romagem de Saudade 
dos

Antigos Alunos 
do 

Liceu de Castelo Branco
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No Cortejo Final
c/Rosa Cardoso Justa, João Romão Esteves e Sebastião Morão

12 setembro 2019

Ama hoje...

"...Ama hoje, perdoa hoje, beija hoje, abraça hoje, demonstra hoje... faz tudo hoje, não deixes para amanhã. Porque somos instantes, e num instante não somos nada."
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Stephen Hawking
1942-2018

11 setembro 2019

Eles foram professores do liceu...

Maria da Luz Marques da Costa (Câmara Pestana)
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Era natural de Setúbal onde nasceu em 7 de Setembro de 1935.
Licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa possuía também o Curso de Ciências Pedagógicas quando concorreu pela primeira vez ao Liceu de Setúbal.

Maria da Luz Marques da Costa

Foi nomeada professora eventual do 2ºGrupo (Francês) através de portaria de 2 de Outubro de 1957, visada pelo Tribunal de Contas em 18 de Dezembro de 1957 e publicada no Diário do Governo nº297, II Série, em 21 de Dezembro desse mesmo ano.
A posse foi-lhe conferida em 7 de Outubro de 1957 pelo reitor José de Mendonça e Costa, seu antigo professor; manteve-se no Liceu até Agosto de 1965 (ano lectivo de 1964/65)
No ano lectivo de 1957/58, foi investida nas funções de Directora adjunta do Centro Escolar nº1, da Mocidade Portuguesa, funções essas que renovou no ano seguinte.
A Maria da Luz (Câmara Pestana) concorreu mais tarde a um Liceu de Coimbra, cidade na qual se fixou até à aposentação.

10 setembro 2019

Recordações...

Em Setúbal
rua de Badajoz
em 10.Nov.1991
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              GI

09 setembro 2019

Pensamentos...

"Todos desejamos chegar à velhice mas todos negamos que ali tenhamos chegado..."
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Autor desconhecido