12 dezembro 2018

Vânia Costa Ramos

… é o nome da bebé cuja foto aqui deixei há dias.
Ela é bisneta do meu padrinho batismo, João Costa, do Ribeiro da Serra, irmão da minha Mãe.
José da Costa, filho do meu padrinho, deu-lhe uma neta, a Fernandita que casou com o saudoso João Ramos, do Estreito, e foi Juiz em Lisboa. Foi daqui que nasceu aquela miúda que os pais nos foram mostrar a Castelo Branco, na Páscoa de 1982. 
Creio que fazia um ano nesse mesmo dia.
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Todos olham a "menina" que será ali, o centro das atenções:
A Fernandita e o João Ramos, a minha Mãe e o JMiguel
encantados com o que estavam a ver...
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… uma carinha tão linda com uns olhos ainda mais bonitos.

A Vânia no dia em que fez 1 ano… 

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… fez também os encantos da "tia-bisavó"
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Os anos passaram muito depressa e estive muitos anos sem a ver. Creio que voltei a encontrar a Vânia Ramos, numa festa realizada em Oleiros, em Maio de 2013.

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A Vânia com a Mãe, Fernanda Ramos
 (que em família, vai ser sempre a Fernandita)
em 26 de Maio de 2013
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Agora a Vânia é assim

Vânia Costa Ramos
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Da Vânia actual, falará, muito melhor do que eu, o seu "curriculum":


Áreas Preferenciais de Actividade:
Direito Penal, com especial incidência em:
Direito Penal Internacional e Europeu
Cooperação Judiciária e Extradição
Direito Penal Económico
Direito Contra-Ordenacional

Formação Académica:
Doutoranda na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa com o tema «Circulação da prova na União Europeia – ensaio de uma teoria europeia da exclusão da prova em processo penal», sob a orientação do Prof. Dr. Augusto Silva Dias.
Mestre em Ciências Jurídico-Criminais na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa
Licenciada em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
Investigadora convidada e bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst) no Instituto Max-Planck de Direito Penal estrangeiro e internacional, Freiburg, Alemanha.
Investigadora convidada e bolseira do DAAD (Deutscher Akademischer Austauschdienst) no Instituto de Criminologia e Direito Penal Económico da Universidade de Freiburg, Alemanha.
Bolseira Erasmus na Freie Universität Berlin.

Experiência Profissional:
Sócia fundadora da Carlos Pinto de Abreu e Associados, Sociedade de Advogados, RL (2011).
Advogada desde 2007 no escritório do Dr. Carlos Pinto de Abreu .
Advogada-estagiária e Advogada na Germano Marques da Silva e Associados, Sociedade de Advogados, RL (2004-2007).
Presidente do Forum Penal – Associação de Advogados Penalistas
Vice-Presidente da European Criminal Bar Association
Membro do Legal Experts Advisory Panel da Fair Trials International
Membro da Defence Extradition Lawyer’s Association
Membro do Comité Europeu para a Prevenção da Tortura e das Penas ou Tratamentos Desumanos ou Degradantes eleita com respeito a Portugal
Docente de Cooperação Internacional em Matéria Penal no Centro de Estudos Judiciários (área de estudos de Direito Europeu e Internacional) desde 2017
Docente em Cursos de Pós-Graduação e de Mestrado e Assistente Convidada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2008-2011), tendo leccionado:
sob a regência do Prof. Dr. Augusto Silva Dias e do Prof. Dr. Paulo de Sousa Mendes, as cadeiras de Direito Penal I e II (parte geral), do plano de estudos de Bolonha;
sob a regência do Prof. Dr. Paulo de Sousa Mendes, a cadeira de Direito Processual Penal I, da licenciatura, e Direito Processual Penal II, do mestrado, ambos do Plano de estudos de Bolonha; sob a regência do Prof. Dr. João Curado Neves, a cadeira de Direito Penal II (parte especial).

Outras habilitações:
Fluente nas línguas alemã, inglesa e francesa, com conhecimentos avançados da língua espanhola e conhecimentos elementares de italiano.

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Parabéns, Vânia, pela tua carreira profissional.
… e parabéns, também para a Fernandita 
que se deve sentir muito orgulhosa de ti.

11 dezembro 2018

Pensamentos...

"Todos os homens são feitos do mesmo barro mas não do mesmo molde".
Rabindranat Tagore

10 dezembro 2018

Recordações...

… em 6 de Maio de 1968
na Festa de Final do Ano Escolar
na Academia de Música e Belas Artes
Luísa Todi
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                      GI

09 dezembro 2018

Parabéns, Irene!... 9 de Dezembro

A Irene faz anos hoje!...
Beijinhos e um dia bem passado.
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Maria Irene Crespo Folgado Pereira

07 dezembro 2018

Se houvesse Correios em Caria...

...Um desabafo cheio de razão!
Da autoria de Fernando Camilo Ferreira
sabendo que a sua "carta" não chegaria a Belém… 
pelas vias normais
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Fernando Camilo Ferreira
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Se houvesse Correios em Caria, 
mandava esta carta para Belém:

Sr. Presidente,
Escrevo-lhe de Caria, vila de mais ou menos 800 habitantes, no Concelho de Belmonte, à beira da Serra da Estrela. A vida aqui é boa. Aqui, tudo o que a terra dá é bom. O resto, nem por isso.Anunciaram-nos há pouco que a GNR vai passar a funcionar apenas das 9 às 5, para assuntos administrativos. A mim parece-me mal. Por um lado porque, se é para tarefas administrativas, não precisamos da GNR: Temos alguns rapazes e algumas raparigas que ainda não foram para a Suíça, sequer para Lisboa, nem mesmo para a Covilhã. Sabem mexer num computador e, por um salário modesto, podem cumprir as tarefas administrativas que a GNR vai cumprir. É só poupança para o Estado. Só em fardas, bote-lhe a conta. E em pistolas, que ainda por cima escusam de ser roubadas, que é uma coisa que acontece, nem se fala. Para não falarmos no quartel que, só em luz, deve custar para cima de um dinheirão. Tenho a certeza de que a Junta arranja lá uma salinha para os pequenos, como já fez para instalar uma espécie de Correios que é o que temos desde que fecharam os verdadeiros.Aqui tudo fecha. Quer ver? Temos um Centro de Saúde, com um médico dedicado, competente e paciente, que é o que se quer. Ele farta-se de dizer, como na televisão, que temos de nos vacinar contra a gripe. Mas no Centro não há enfermeiro e, portanto, não há quem dê a injecção. Quer dizer, não há sempre, que à Terça-feira vem cá uma senhora colher sangue para as análises que o Doutor manda fazer e acho que também dá injecções. A senhora enfermeira, acho que é enfermeira, trabalha para uma empresa muito grande, a quem o Governo paga para fazer o que o Governo não quer, ou não pode fazer por nós. Dizem que sai mais barato, mas eu duvido. E, quando tínhamos enfermeiro no posto, ele dava as injecções, fazia curativos, ajudava os mais velhos e evitava um grande gasto em ambulâncias para ir às urgências à Covilhã de cada vez que alguém escorregava na calçada. Se calhar, se fizessem as continhas todas, ia-se ver e até saía mais em conta.Como já disse, também fecharam os Correios. E, agora, também fecharam os de Belmonte. Agora, se quisermos ir ao correio, temos de ir à Covilhã. São 13 km. O que não há é transportes. Há tempos, fecharam a linha do comboio da Beira Baixa, e perdemos o transporte que tínhamos para a Covilhã ou para a Guarda. Um taxi para a Covilhã custa para cima de 17€, 34€ com a volta. E, ainda por cima, temos de ajudar a pagar os transportes lá de Lisboa e do Porto, uma coisa que eles lá têm, passe social ou lá o que é. Veja o Senhor que, dantes, quando os Correios pertenciam a todos e davam lucro, uma carta era deitada no correio num dia e, no dia seguinte, estava aqui na caixa de cada um. Agora, a conta da água, para vir de Belmonte a Caria, 7 quilometrozitos de coisa nenhuma, demorou, em Outubro, 11 dias e toda a gente, que por aqui é quase sempre de boas contas, passou pela vergonha de pagar fora do prazo. A GNR aqui faz-nos muita falta. Os soldados já não são como eram dantes, assim macambúzios e barrigudos. Coitados, não sabiam mais. Não senhor. Agora são assim uns rapazes bem apessoados (e raparigas também, já mo afiançaram, mas aqui nunca apareceu nenhuma, mas eu cá acho bem), de boas falas, muito amigos de ajudar quem precisa. E, com aqueles carros a dar a volta à vila, com a pistola no cinto, sempre metem respeito.E depois há outra coisa. Nós precisamos de muita coisa, nestas terras. Mas aquilo de que mais precisamos são pessoas. Gente nova. Os Correios, a GNR, um enfermeiro, um ou dois professores. Porque precisamos de que a menina dos correios se embeice por um soldado da GNR, que o enfermeiro engrace com uma das professoras, e que se volte a namorar na nossa terra. Disso é que precisamos.É por isso que lhe escrevo. Para lhe pedir um favor. Aí em Lisboa há muitos soldados da GNR. Se precisarem de mais soldados noutro sítio, mandem os que aí estão. Eu também gosto de ver a fanfarra da GNR a desfilar à frente do carro do Sr. Presidente. Mas, em tempo de necessidade, vão-se os anéis e fiquem os dedos. E os anéis são os seus tocadores de charamelas e timbales. Os dedos são os nossos soldados, que são hoje a única recordação que temos de que aqui também é Portugal.  
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NB - Não sei se o Sr. Presidente chegou a ler esta missiva… ou por que meios lhe terá chegado às mãos. Será homem para satisfazer tais desejos?!... Que são bem justos...      

05 dezembro 2018

A última festa de anos......

...em Castelo Branco, em 5 de Dezembro de 1977
 O meu Pai festejava os seus 78 anos,
com a Família toda reunida à sua volta.
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Desta vez o Olímpio "ficou de costas"...
Foi ele quem fez a fotografia.

04 dezembro 2018

Quem será esta menina...

… que o JMiguel tem ao colo?...
Vou dar apenas uma ajudinha…
A foto foi tirada em Castelo Branco
no dia 4 de Abril de 1982.

O JMiguel e a ...
(só daqui a dias direi quem é... mas hoje ainda posso 
dar outra "ajudinha": ela é actualmente
uma excelente advogada, em Lisboa!)