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03 outubro 2018

Mais um dia que não esquece...

Mais uma Reunião de Curso
dos Alunos Finalistas do 7ºAno
do Liceu Nacional de Setúbal - 1969/70 
ocorreu no último sábado, 
dia 29 de Setembro.
num Restaurante em Fernão Ferro.
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Fui encontrar muitos alunos que não perdem estas ocasiões para rever e confraternizar com colegas e amigos que já não se vêem há muito tempo.
Vi caras novas que não estiveram presentes nos três anos anteriores e um deles me chamou a atenção, pois já não o via há uns 50 anos!... Está na mesma!… Passe o exagero… 
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 José Filipe Peres Claro e José Flórido
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 João Luciano Miranda Duarte e esposa
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 A Júlia Alves da Silva e o José Flórido
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 Uma das mesas fotografadas pelo Flórido
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 idem, aspas...
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O Arnaldo Silva que já não via há 50 anos...
                                ..
 Maria da Graça Sobral e Maria Isabel Ruivo Gomes da Silva 
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Maria da Graça Sobral, Maria Isabel Ruivo Gomes da Silva 
e o primo Jorge Manuel Ruivo.
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Margarida Cordas, Emília Vaz Pereira e Júlio Carlos Silva
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Júlio Carlos Silva e Daniel Pires
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Francisco Osório Cunha e Constantino Teles
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Francisco Rocha, Miguel Santos e Pedro Alves da Silva
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 Paulo Bordeira e Maria da Graça Sobral
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O Jorge Ruivo com a Graça Sobral
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 Maria da Conceição Pires Silvestre de Brito
com a mais "querida fotógrafa do mundo" Maria Isabel Gomes da Silva
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 O Jucá Silva com o "organizador" Pedro Alves da Silva
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 A Camila de Seixas Matos Cardoso Ferreira 
e a Manuela Gamito Beija 
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 O Daniel Pires e o António Piedade

O José Flórido com a Aida

 Paulo Bordeira e Francisco Cunha
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 Um pequeno grupo onde destaco o Carlos Setra, o Paulo Bordeira
 e, sentado, à direita, o Miranda Duarte.
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 Ao centro, o Arnaldo Jorge de Assunção Silva,
o nº3, da turma C do 1ºAno, no ano lectivo de 1961/62
Já não o via desde uns anos depois...
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Miguel Santos com a Graça Sobral
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O Miranda Duarte com a esposa
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e, finalmente, o Flórido com o Jucá.
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Deveria terminar aqui esta série de fotografias… mas, para todos verem que ainda tenho de aprender muito, vou colocar a seguir algumas fotografias da autoria da "Catedrática" Maria Isabel Ruivo Gomes da Silva uma Artista que sabe "fotografar a alma" dos seus Amigos.
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Em primeiro lugar o primo Jorge Ruivo

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Este retrato do José Afonso de Carvalho é magnífico.

José Afonso de Carvalho
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No momento exacto, a Isabel disparou… e saiu  esta imagem fabulosa!

José Agostinho de Matos
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Também o José Flórido foi abrangido por esta vaga de Boa Fotografia

José Flórido de Castro e Silva
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Também a Conceição Brito e a Emília Vaz Pereira ficaram
com uma bela fotografia "rubricada" pela Isabel.
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E guardei a minha para o fim… 
Acho que está "mil vezes" melhor do que o "original".
A decisão que logo tomei de a colocar como foto de perfil
na minha  página do Facebook, substituindo a anterior que também era da Isabel, 
desencadeou uma "avalanche" de mensagens de agrado que chegaram às duas centenas… E é aí que emoção chega até nós.
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jjmatos
em 29.09.2018
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Mais uma vez, Obrigado, Isabel.

02 outubro 2018

Morreu Charles Aznavour...

O cantor francês Charles Aznavour morreu esta segunda-feira na sua residência no Sul de França. Tinha 94 anos e se "não morreu em palco … morreu entre concertos". (*)
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Charles Aznavour
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Com uma carreira que se estendeu por oito décadas, Aznavour estava confiante de que iria viver até aos 100 anos, mas não pensou é que continuasse a cantar à volta do mundo para lá dos 90 anos.
(…)
É da morte de um mito que se trata. Um homem que vendeu mais de 100 milhões de álbuns (180 milhões segundo a sua biografia oficial), em 80 países, escreveu mais de 1400 canções e, com as muitas de amor, arrebatou corações em todo o mundo…
(…)
Aie mourir pour toi (1957), Les comédiens (1962), La mamma (1963), Hier encore (1964), La Bohéme (1965) e Tous les visages de l'amour (1974) são canções de sua autoria que continuarão a fazer lembrar o seu nome.
Aznavour é sobretudo conhecido, no mundo anglófono, pela canção "She" que, 1974, esteve quatro semanas no topo das tabelas de vendas do Reino Unido e ganhou, mais tarde, uma segunda vida com o filme "Nothing Hill" interpretado por Julia Roberts.
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(*) Cfr. Diogo Vaz Pinto, in "i".

01 outubro 2018

Humor antigo...

com o traço de
Wenzel

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- Foi ela que insistiu em vir assim! 
Quer que toda a gente saiba que não tem nada a esconder… 

30 setembro 2018

Tenho medo...

... num soneto que
Federico Garcia Lorca
intitulou
Tenho Medo de Perder a Maravilha

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Federico Garcia Lorca

Tenho medo de perder a maravilha
de teus olhos de estátua e aquele acento
que de noite me imprime em plena face
de teu alento a solitária rosa.

Tenho pena de ser nesta ribeira
tronco sem ramos; e o que mais eu sinto
é não ter a flor, polpa, ou argila
para o gusano do meu sofrimento.

Se és o tesouro meu que oculto tenho
se és minha cruz e minha dor molhada,
se de teu senhorio sou o cão,

não me deixes perder o que ganhei
e as águas decora de teu rio
com as folhas do meu outono esquivo. 
. 
Federico García Lorca, 
in 'Poemas Esparsos'

28 setembro 2018

Quando você está feliz...

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"Os rios não bebem a sua própria água; as árvores não comem os seus próprios frutos. O Sol não brilha para si mesmo e as flores não espalham a sua fragância para si. Viver para os outros é uma regra da natureza. (…)
A vida é boa quando você está feliz; mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por sua causa.
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Papa Francisco

27 setembro 2018

São quadras, meu bem!... são quadras...

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Não me deem mais desgostos
porque sei raciocinar...
Só os burros estão dispostos
a sofrer sem protestar!

.
António Aleixo

25 setembro 2018

Fotografias antigas...

Corso de Carnaval
25 Fevereiro 1969
.
Mordoma de Ilhavo

24 setembro 2018

Fotografias antigas...

...Maio de 1945
no Liceu de Castelo Branco
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Alunos do 7ºAno, finalistas do Liceu no ano de 1944/45 

23 setembro 2018

Humor antigo...

… com o traço de
Don Flowers
.
- Tens de escolher em definitivo, Biquinhas... Ou eu ou a televisão!
. - A televisão.

22 setembro 2018

Escrito na pedra...

no Público
em 14 09 2013
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"A história é uma galeria de quadros onde há poucos originais e muitas cópias."
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Alexis de  Tocqueville
1805 - 1859
historiador francês

21 setembro 2018

Hoje há pintura...

Francisco de Goya e Lucientes
1746 - 1828 
pintor espanhol
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Pega de caras
1780

20 setembro 2018

Só terei paz...

É da autoria de 
Manuel Maria Barbosa du Bocage
este soneto dedicado a Luís de Camões
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Manuel Maria Barbosa du Bocage
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Camões, grande Camões, quão semelhante
Acho teu fado ao meu, quando os cotejo!
Igual causa nos fez, perdendo o Tejo,
Arrostar co sacrílego gigante.
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Como tu, junto do Ganges sussurrante,
Da penúria cruel no horror me vejo;
Como tu, gostos vãos, que em vão desejo,
Também carpindo estou, saudoso amante.
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Ludíbrio, como tu, da sorte dura,
Meu fim demando ao Céu, pela certeza
De que só terei paz na sepultura.
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Modelo meu tu és… Mas… oh! tristeza!...
Se te imito nos transes da ventura,
Não te imito nos dons da natureza!

19 setembro 2018

São quadras, meu bem!... são quadras...

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Portugal, se é conhecido
Nas estrangeiras nações,
É por ser a minha pátria
E a de Luís de Camões.
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de Eugénio de Castro

18 setembro 2018

Fotografias antigas...

Corso de Carnaval
25.Fevereiro.1969
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Menina de Aveiro, com sombrinha.

17 setembro 2018

Escrito na pedra...

In “Público
07.09.2018
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O homem está sempre disposto a negar aquilo que não entende.
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Luigi Pirandello
1857 – 1936
escritor e dramaturgo

16 setembro 2018

Parabéns!... 15 de Setembro

Manuel Maria fez ontem
253 anos… 
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Manuel Maria Barbosa du Bocage
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Deixo aqui um epigrama que escreveu
que não deve agradar muito à classe médica…

Epigrama
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Homem de génio impaciente,
Tendo uma dor infernal
Pedia para matar-se
Um veneno ou um punhal.
"Não há (lhe disse um vizinho
Velho que pensava bem);
Não há punhal nem veneno
Mas o médico aí vem."

15 setembro 2018

Humor antigo...

… com o traço de
Carrillo
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- O meu marido afirma que eu não sei guardar um segredo e, 
no entanto, ele ainda não sabe a minha verdadeira idade...

13 setembro 2018

A tradição já não é o que era...

O autor deste excerto, que retirei das “Cartas ao Director” no “Público” de 6 de Setembro, é um regular colaborador nesta coluna do jornal que leio quase sempre com muito agrado.

(...)
Sobre
Rui Rio e o seu curriculum há a referir em seu favor o ter muito cedo invocado e assumido a necessidade de equilíbrio nas contas públicas, assim como o distanciamento do mundo pouco saudável do futebol e seus dinheiros. Por outro lado, coisas como a não valorização da cultura, e aqui refiro-me à verdadeira, não ao entretenimento de elites com dinheiros públicos, não abonam positivamente
.

Neste momento parece relativamente claro que o PSD não está em condições de vencer as próximas legislativas. Com mais ou menos muleta, a coisa não deve fugir ao PS. Sendo assim, o PSD faz uma travessia de deserto, sendo Rui Rio o "camelo" de serviço, como já se viram outros no passado. Mandaria a tradição que as "alternativas" ficassem calmamente na retaguarda, atirando uns palpites de vez em quando para marcar posição e, no dia seguinte à provável derrota eleitoral tirassem as luvas e mostrassem as garras.
A tradição já não é o que era. O nível de contestação interna é enorme e inédito para esta fase do processo. Ao que parece, há muita gente genuinamente incomodada com esta liderança, como se ela fosse um corpo estranho. Mais do que a preocupação com a possível derrota eleitoral não estará em causa o receio de uma arrumação da casa? Se assim for, e atendendo ao estado lastimoso em que estão os partidos do "círculo do poder", fico com muita curiosidade e espectativa.
.
Carlos J.F.Sampaio

Esposende

12 setembro 2018

Pouco serena...

"Serena Williams e o vício da vitimização."
é o título da crónica que 
João Miguel Tavares
escreveu na sua coluna do Público
publicada ontem no "Público".


João Miguel Tavares
.
O comportamento de Serena Williams na final do Open dos Estados Unidos está a dar muito que falar em todo o mundo e tem recebido especial atenção entre nós, devido ao envolvimento do árbitro português Carlos Ramos. Há questões que são para serem debatidas pelos especialistas da modalidade – deve ou não o coaching ser autorizado num jogo de ténis; foi ou não o árbitro português pouco tolerante na sua primeira admoestação –, mas há uma outra questão, bem mais funda e importante, que diz respeito a todos nós e àquilo que se está a tornar um terrível tique social do século XXI: o vício da vitimização.
De repente, a discussão não é simplesmente sobre se o comportamento desportivo de Serena Williams é aceitável ou não, ou se a decisão do árbitro português foi ou não a mais correcta. Aquilo que o mundo discute é até que ponto o comportamento de Serena se justifica por ela ter atrás de si uma história de sofrimento e humilhação por ser negra num desporto maioritariamente de brancos – e portanto aquele teria sido um grito compreensível de revolta racial –, e se as decisões de Carlos Ramos não foram especialmente duras por ela ser mulher – e portanto aquele teria sido um compreensível grito de revolta sexual. Fosse Serena Williams lésbica e alguém já teria com certeza denunciado Carlos Ramos por comportamento homofóbico, completando o bingo das políticas de identidade, que no seu desejo descontrolado – e totalitário – pela igualdade têm vindo a construir um mundo profundamente discriminatório, onde certas características biológicas recuperam uma proeminência contra a qual as correntes mais progressistas lutaram desde sempre.
Quando, em 1956, Althea Gibson (que ainda foi treinadora de Venus e Serena Williams) se tornou a primeira tenista negra a ganhar Roland Garros, ela certamente ambicionaria que a considerassem em primeiro lugar uma tenista como qualquer outra, independentemente da sua cor. Mas hoje em dia, mais de 60 anos depois, Serena Williams está condenada a ser em primeiro lugar uma mulher negra, e só depois tenista. É mesmo este o mundo em que queremos viver? Durante séculos, senão milénios, os negros lutaram para que a sua cor de pele não fosse relevante; as mulheres lutaram para que o seu sexo não fosse motivo de opressão; os gays lutaram para que as suas preferências sexuais dissessem respeito só a eles. E no momento em que vivemos no mundo mais igualitário de sempre – certamente não tão igualitário como gostaríamos, mas indiscutivelmente igualitário como nunca antes foi –, eis que os alegados progressistas do século XXI vêm garantir-nos que, afinal, a cor da pele, o género ou a preferência sexual são as principais características identitárias dos seres humanos. O discurso anti-racista de hoje é demasiado parecido com o discurso racista de antigamente.Daí decorre o vício da vitimização. Serena Williams não é apenas uma tenista que não soube perder. Agora ela é uma vítima. Vítima por ser mulher. E vítima por ser negra. O valor da vitimização supera o valor do próprio desportivismo. Antigamente, desportivismo era sinónimo de saber perder (mesmo quando a derrota era injusta), aceitar a decisão de um árbitro (mesmo quando essa decisão estivesse errada), aprender a lidar em campo com a injustiça (por muito que isso nos custasse). Eu não sei quando é que aquilo que era sinónimo de força interior passou a ser um sintoma de fraqueza. Mas sei que antes estávamos certos, e agora estamos errados.

in "Público"
11 de Setembro

11 setembro 2018

Escrito na pedra...

In “Público
03.09.2018
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Evitar os impostos é a única actividade que actualmente contem alguma recompensa.
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John Maynard Keynes
1883 – 1946
economista

10 setembro 2018

Recordações...

...em 2 de Junho de 1991

                 Gi

09 setembro 2018

Foto antiga...

… Coimbra, 
em 24 de Março de 1979
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Tem a palavra o Prof.Doutor Emile Planchard
Em primeiro plano o Arq. José Formosinho.
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No decurso do IV Encontro Nacional das Associações de Pais, em Coimbra, é analisado o projecto do despacho Normativo da Lei 7/77 que regulamenta o funcionamento e actuação das Associações de Pais e Encarregados de Educação na gestão dos estabelecimentos de ensino e a intervenção das Associações de Paia nas iniciativas legislativas.

08 setembro 2018

Parabéns!... 8 de Setembro.

A Alexandra faz hoje anos!
Beijinhos, muitas prendas 
e um belo dia de aniversário...
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Alexandra Kolontai Fernandes Ferreira Godinho

07 setembro 2018

Humor antigo...

com o traço
de René Caillé
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- Se for o meu marido, primeiro traga-me a bóia!...

06 setembro 2018

Pensamento...

"Ser inteligente é usar o silêncio para não entrar em brigas desnecessária."
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Jhone Remidf

03 setembro 2018

Fotografias antigas...

No Clube Setubalense
em Julho de 1979.
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Em primeiro plano: Sérgio Pintado e Hermínio Silva.
De pé: Dr.Soveral Rodrigues, Gilberto Sustelo e Ricardo Mota. 

02 setembro 2018

Hoje há pintura...

Amadeu Modigliani
1445 - 1510
pintor italiano

Jacques e Berth Lipchitz (1916)

01 setembro 2018

Escrito na pedra...

In “Público
21.08.2018
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A maravilha da vida é tudo nela ter justificação.
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Miguel Torga
1907 – 1995
médico e escritor