...no Liceu Nacional de Setúbal
Serviço de Horários
em 25.09.1987
.
GI
10 fevereiro 2018
09 fevereiro 2018
São quadras, meu bem...São quadras...
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As mulheres quando se juntam
A falar da vida alheia
Começam na Lua Nova
Acabam na Lua Cheia...
As mulheres quando se juntam
A falar da vida alheia
Começam na Lua Nova
Acabam na Lua Cheia...
08 fevereiro 2018
07 fevereiro 2018
06 fevereiro 2018
Escrito na pedra...
In. “Público”
03.02.2018
.
“Não há nada no mundo que esteja mais bem repartido do que a razão: toda a gente está convencida de que a tem de sobra.”
.
René Descartes
1596 - 1650
filosófo
03.02.2018
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“Não há nada no mundo que esteja mais bem repartido do que a razão: toda a gente está convencida de que a tem de sobra.”
.
René Descartes
1596 - 1650
filosófo
05 fevereiro 2018
Setubalense - 1971 - Junho
02.06.1971
Na cidade
Foi demolida a velha casa nos terrenos dos Caminhos-de-Ferro, à entrada da rua António José Batista.
.
Cultura
A
Banda da Capricho inaugura, amanhã, o programa do Concerto na Avenida.
.
09.06.1971
No
Círculo Cultural de Setúbal
Palestra
sobre a Protecção da Natureza, pelo Prof. Carlos Baeta Neves
.
12.06.1971
Na
Avenida Luisa Todi
Foram
hoje colocadas na Fonte Luminosa, as três estátuas de decoração.
Os
Srs. Dr. Constantino de Goes e João Matos, respectivamente presidente e
vice-presidente da Câmara de Setúbal, bem como o vereador Sr. José Belo e o Sr.
João Ataz, vice presidente da Câmara de Palmela, assistiram esta manhã à
colocação das três estátuas decorativas da Fonte Luminosa.
Trata-se
de um magnífico trabalho do escultor Sr. Arlindo Rocha, do Porto, belamente executado
pelo canteiro Sr. Fernando Marques Esteves, de Pero Pinheiro.
As estátuas representam a Terra, o Mar e a
Poesia.
Numeroso
público assistiu à colocação das estátuas cujo trabalho, como se compreende,
foi moroso.
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12.06.1971
“Nada
é mais belo na vida do que nos doarmos uns aos outros, do que sermos
verdadeiros professores.”
São
palavras do ministro da Educação Nacional, Prof. Veiga Simão, pronunciadas na
Escola Industrial e Comercial de Setúbal, no passado dia 8
.
14.06.1971
Vitória
FC
No
Salão Nobre dos Paços do Concelho tomam posse hoje os novos dirigentes do
Vitória.
Assembleia-Geral:
Dr. Manuel José Constantino de Goes
Direcção:
Fernando Batalha Lopes Pedrosa
Concelho
Fiscal: Cor. António Pereira Santana
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16.06.1971
Ténis
José
Manuel Seabra ganha o troféu “Eng. Frederico Cunha”, nos courts do Parque do
Bonfim.
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19.06.1971
Há
uma nova Escada Magirus, para os Bombeiros Voluntários.
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19.06.1971Na cidade
Foi demolida a velha casa nos terrenos dos Caminhos-de-Ferro, à entrada da rua António José Batista.
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19.06.1971
Cultura
A
Banda dos “Loureiros”, de Palmela, inaugurou os concertos de Verão.
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24.06.1971
24.06.1971
Cultura
A
Banda da Sociedade Capricho Setubalense actua hoje, no Coreto da Avenida
.
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30.06.1971
Assumiu
ontem as funções de novo Patriarca, o D. António Ribeiro.
04 fevereiro 2018
À entrada da noite
é o nome de um poema
da autoria de
Eugénio de Andrade.
.
da autoria de
Eugénio de Andrade.
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Eugénio de Andrade
.
Fogem agora, os olhos; fogem
da luz latindo.
Estão doentes. os velhos, coitados,
defendem-se do que mais amam.
Tenho tanto que lhes agradecer:
as nuvens, as areias, as gaivotas,
a cor pueril dos pêssegos,
o peito espreitando entre o linho
da camisa, a friorenta
claridade de abril, o silêncio
branco sem costura, as pequenas
maçãs verdes de Cézanne, o mar,
Olhos onde a luz tinha morada,
agora inseguros, tropeçando
no próprio ar.
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in. "Os lugares do Lume"
1998, 2ªedição
Fundação Eugénio de Andrade.
03 fevereiro 2018
02 fevereiro 2018
Eles foram professores do Liceu...
Alfredo
Betâmio de Almeida
.Nasceu em Benavente em 17 de Fevereiro de 1920 e morreu em Lisboa, com 65 anos no dia 15 de Fevereiro de 1985.
Era diplomado com o exame de estado para o exercício do 9ºgrupo, do Magistério Liceal.
Aos 24 anos conclui o Curso de Desenho da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e, de imediato, inicia a sua actividade profissional no Liceu Pedro Nunes, ficando para sempre marcado pela intensa dinâmica pedagógica que caracteriza a instituição. Em 1944, faz o exame de estágio com o ensaio crítico Desenho à Vista e passa a leccionar a disciplina de Desenho naquele liceu normal de Lisboa.
Antes, porem, foi nomeado professor efectivo do Liceu Nacional de Setúbal, por portaria de 26 de Abril de 1948, visada pelo Tribunal de Contas em 7 de Maio de 1948 e publicada no Diário do Governo nº113, II Série, de 17 de Maio de 1948. Tomou posse no dia 19 de Maio de 1948 e entrou em exercício em 1 de Outubro de 1948. Parece ter sido professor apenas no ano lectivo de 1948/49. De facto, por portaria de 5 de Abril de 1949, publicada no Diário do governo nº98, II Série, de 29 de Abril, foi transferido, mediante concurso, paro o Liceu Normal de Pedro Nunes, em Lisboa.
.
Era tido como um excelente professor do 9ºGrupo (Desenho).
Durante o ano escolar de 1948/49, exerceu as funções de Diretor de Ciclo, cargo para que foi nomeado por portaria de 15 de Outubro de 1948, publicada no Diário do Governo nº266, II Série, de 15 de Novembro de 1948.
Betâmio de Almeida e um grupo de alunas do 5ºano,
onde reconheço apenas a Edite Denise Jeunehomme Barros do Rosário
(Como curiosidade, esta foto mostra que ainda estavam a montar
o gradeamento nos muros á volta do edifício recentemente inaugurado)
.
Mais tarde, Alfredo Betâmio de Almeida participou na preparação da reforma de Veiga Simão em 1968, sendo autor dos novos programas para o 2º Ciclo dos Liceus. Nos anos 70, torna-se técnico especializado do Ministério da Educação, e como membro da Junta Nacional da Educação, prepara as linhas orientadoras do novo programa de Desenho para o 2º Ciclo (1970).
Após a revolução Portuguesa de 25 de Abril de 1974, é nomeado director-geral do Ensino Liceal sendo no ano seguinte um dos responsáveis pelo lançamento do Novo Ensino Secundário Unificado. Pediu a exoneração deste cargo em 1975. Assume a presidência do Instituto de Tecnologia Educativa - ITE no ano de 1977, cargo que desempenha até o final da vida.
Em vida manteve contactos próximos com outros autores e personalidades e pedagogos da vida cultural e escolar Portuguesa, tais como, Rómulo de Carvalho, Adriano Nunes de Almeida, Mário Dionísio, Abel Salazar, Cândido Costa Pinto, Cândido Portinari, Carlos de Oliveira, Cipriano Dourado, Joaquim Arco, Jorge de Oliveira, José Huertas Lobo, (estes três últimos, seus sucessores da cadeira de Desenho, no Liceu de Setúbal), Júlio Pomar, Júlio Resende, Manuel Filipe, Manuel Ribeiro de Pavia, Rogério de Freitas e Vieira da Silva.
onde reconheço apenas a Edite Denise Jeunehomme Barros do Rosário
(Como curiosidade, esta foto mostra que ainda estavam a montar
o gradeamento nos muros á volta do edifício recentemente inaugurado)
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Mais tarde, Alfredo Betâmio de Almeida participou na preparação da reforma de Veiga Simão em 1968, sendo autor dos novos programas para o 2º Ciclo dos Liceus. Nos anos 70, torna-se técnico especializado do Ministério da Educação, e como membro da Junta Nacional da Educação, prepara as linhas orientadoras do novo programa de Desenho para o 2º Ciclo (1970).
Após a revolução Portuguesa de 25 de Abril de 1974, é nomeado director-geral do Ensino Liceal sendo no ano seguinte um dos responsáveis pelo lançamento do Novo Ensino Secundário Unificado. Pediu a exoneração deste cargo em 1975. Assume a presidência do Instituto de Tecnologia Educativa - ITE no ano de 1977, cargo que desempenha até o final da vida.
Em vida manteve contactos próximos com outros autores e personalidades e pedagogos da vida cultural e escolar Portuguesa, tais como, Rómulo de Carvalho, Adriano Nunes de Almeida, Mário Dionísio, Abel Salazar, Cândido Costa Pinto, Cândido Portinari, Carlos de Oliveira, Cipriano Dourado, Joaquim Arco, Jorge de Oliveira, José Huertas Lobo, (estes três últimos, seus sucessores da cadeira de Desenho, no Liceu de Setúbal), Júlio Pomar, Júlio Resende, Manuel Filipe, Manuel Ribeiro de Pavia, Rogério de Freitas e Vieira da Silva.
Morre no hospital de São José, em Lisboa, no dia 15 de Fevereiro de 1985, sendo considerado a maior autoridade na teoria e prática da Educação Estética e Visual para o Ensino Escolar em Portugal desde os anos 40 aos anos 80 do século passado.
01 fevereiro 2018
Escrito na pedra...
In. “Público”
12.01.2018
.
“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é o dicionário”
.
Albert Einstein
1879 - 1955
físico
12.01.2018
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“O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é o dicionário”
.
Albert Einstein
1879 - 1955
físico
31 janeiro 2018
As redes sociais...
...democracia e taberna".
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Este é o título que a
Ana Sá Lopes
deu hoje ao seu
Editorial, no jornal "i"
.
Ana Sá Lopes
Na segunda-feira fui jantar a casa de uns amigos dos tempos analógicos. Foi maravilhoso.
Deixei o telemóvel na mala – nunca tocou – e estivemos algumas horas a falar. Éramos quatro e ninguém tinha o telemóvel à mão. Quando, por volta das duas da manhã, regressei a casa e finalmente olhei para o telemóvel, Facebook, etc., vi que tinha duas mensagens absolutamente não urgentes. Tinham-se passado seis deliciosas horas analógicas, despojadas da loucura digital que faz com que em muitos lugares de convívio várias pessoas estejam com o nariz enfiado nos seus próprios chats do Facebook, WhatsApp, etc.
Claro que o facto de sermos todos maiores de 40 – e pertencermos à última geração que viveu a vida analógica – contribuiu para a tranquilidade da noite. Nas últimas semanas, vários co-inventores do Facebook vieram denunciar que tinham criado um monstro viciante.
É evidente que o Facebook, e todas as redes sociais, fizeram muito pela democracia – hoje todos, mesmo todos, podem ter voz, de uma forma fácil e barata. Mas o Facebook é feito à imagem e semelhança dos seres humanos, conseguindo milagrosamente exponenciar o pior de cada um – que a velha vida analógica, com os seus rituais, pelo menos fora da taberna, conseguia conter.
Se a procura da validação social é um sentimento humano, a cultura do like veio torná-la obsessiva, ou ainda mais obsessiva, consoante o caso.
Se a inveja ou a vaidade são humanos sentimentos, o Facebook veio aumentar o peso dos “monstros”. Já não vale a pena falar dos prejuízos que traz à vida sentimental um like insistente e alegadamente suspeito. Ser saudosista é sempre uma coisa malvista mas, no tempo em que éramos analógicos, talvez a nossa vida nos trouxesse mais surpresas. Fazíamos coisas diferentes de acariciar o telemóvel em busca da última e genericamente inútil novidade. Falávamos cara a cara. Não ficávamos ansiosos quando alguém importante estava “desligado”.
É muito difícil explicar aos nascidos digitais a vida como ela era. Mas era boa e tinha vantagens relativas.
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Editorial "i"
31.01.2018
Editorial "i"
31.01.2018
Romagens de Saudade...
...Vinte anos depois em Castelo Branco
em 1 de Junho de 1973
Comemorando o 20ºAniversário
do Curso de 1953
.
Não é fácil fazer uma legenda... embora ainda estivessem todos muito reconhecíveis. A presença de algumas "consortes" cujos nomes já não lembro, dificultaram também esta "tarefa".
Resolvi então como nos "ensinou" o nosso antigo Reitor Dr.Joaquim Sérvulo Correia: meninas para um lado e meninos para o outro!
No que respeita às "meninas" (e avançando da esquerda para a direita.) podemos identificar e Stela Monteiro (lá em cima à esquerda, casada com o José Castilho), a esposa do Victor Manuel Martins da Conceição (na 1ªfila), a Maria Gil do Pires Antunes, a esposa do Eugénio Chambel, a Ilda do Carmo Silva, a Maria da Conceição Faria de Sousa, a Maria Luiza Pinto Garcia (Mia), a Isabelinha casada com o José Moura Nunes da Cruz, a Célia Maltez, a Belinha do Vergílio Lopes Vaz
Um pouco mais atrás, surgem a esposa do Vicente Pardal e a Ilda Pina Guerra; as esposas do Júlio Casaleiro e do Santos Luiz encerram à direita.
No que diz respeito aos "meninos" e utilizando o mesmo critério, vamos encontrar os seguintes componentes daquele Curso de 1953:António José Pires Antunes, Victor Manuel Martins da da Conceição (Saludes),José Castilho Monteiro, António Forte Salvado, António Afonso Ascensão, jjmatos, Eugénio Chambel, Joaquim Pires Simão, Ilídio Alexandre da Mesquita Nunes, João Correia Barata, Vicente Pardal, Amândio de Azevedo Robalo, Aristides da Fonte Alpendre, Jorge Tropa, José Moura Nunes da Cruz, Domingos Morgado Duarte, José Serrano Raposo , Manuel de Sena Boléo, Virgílio Lopes Vaz, Júlio Casaleiro Torres da Cruz, Manuel Tavares Monteiro e Manuel dos Santos Luiz.
Dois professores também aqui estão presentes: o Dr.Catanas Diogo, professor de Geografia e Reitor do Liceu em 1973 e o nosso professor de Desenho (Geometria descritiva), Dr.José Nunes Parro.
30 janeiro 2018
Humor antigo...
in. "Almanaque"
Julho/1960
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Julho/1960
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- Considerando que o corpo humano tem 90% de água...
é admirável o que ela consegue fazer com os 10%. não acha?
29 janeiro 2018
Sabedoria indígena...
"Não andes atrás de mim, talvez eu não saiba liderar.
Não andes na minha frente, talvez eu não queira ser seguido.
Anda a meu lado, para podermos caminhar juntos."
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Provérbio Ute.
Não andes na minha frente, talvez eu não queira ser seguido.
Anda a meu lado, para podermos caminhar juntos."
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Provérbio Ute.
28 janeiro 2018
Romagens de Saudade...
...Castelo Branco
em 10 de Junho de 1994
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em 10 de Junho de 1994
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Num almoço ao ar livre
Na primeira fila a Luiza Cardoso Justo, o Daniel Pires Lourenço, o Domingos Morão Correia e o João Romão Esteves. Na segunda fila, o Sebastião Morão e a Rosa Justo.
27 janeiro 2018
Escrito na pedra...
In. “Público”
13.01.2018
.
“Podemos pretender ser quanto queiramos; mas não é lícito
fingir que somos o que não somos."
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José Ortega y Gasset
1883 - 1955
filosofo
13.01.2018
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“Podemos pretender ser quanto queiramos; mas não é lícito
fingir que somos o que não somos."
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José Ortega y Gasset
1883 - 1955
filosofo
26 janeiro 2018
Romagens de Saudade...
...Castelo Branco
em 7 de Junho de 1991
em 7 de Junho de 1991
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Entraram no Liceu na década de 40.
O Armindo Marques Taborda e a Rosalina, o
Pires Antunes e a Maria Gil, o Armando da Conceição,
o Rui Versos, o Domingos Morão, o Luís Grilo e o Rui Costa Ferreira.
25 janeiro 2018
A flor de tudo...
...num poema que
Miguel Torga
escreveu em 05.03.1943
e a que deu o nome de
O Poeta.
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Miguel Torga
escreveu em 05.03.1943
e a que deu o nome de
O Poeta.
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Miguel Torga
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O Poeta
Triste, lá vai à ronda dos segredos
O maluco que rouba quanto vê.
Branco, do coração aos dedos,
É todo antenas onde apenas lê.
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Murcha-lhe nos pés o rosmaninho
E a própria rosa, de o sentir, descora:
Mas é um Deus que passeia o seu caminho
A beber a amargura de quem chora.
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Magro, lá passa, e lá se vai consigo
A luz das coisas e a flor de tudo.
É um bruxo lento, tenebroso e antigo,
Pálido, sério. solitário e mudo.
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Miguel Torga
in. "Diário II"
24 janeiro 2018
Eles foram professores do Liceu...
José de
Sousa Dourado
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Era
natural de Ponta Garça, Vila Franca do Campo, Açores, onde nasceu em 25 de
Outubro de 1906. Esteve matriculado na Escola de Farmácia de Coimbra mas acabou
por licenciar-se, na mesma Universidade, em Ciências Biológicas, no ano de
1933, onde ficou como assistente contratado, no ano lectivo de 1933/34;
Foi
professor agregado do 6ºgrupo (Ciências Naturais) e teve o primeiro contacto com o liceu no ano
lectivo de 1941/42, na posse que lhe foi conferida pelo Reitor Manuel Gamito,
no dia 24 de Outubro de 1941; exerceu o cargo até ao dia 29 de Julho de 1942.
No ano seguinte, 1942/43 ainda se manteve no liceu,tendo
voltado a tomar posse, seguida de exercício, em 19 de Outubro de 1942 até 31 de
Julho do ano seguinte.
Terminou
a carreira como professor efectivo no Liceu D. João III em Coimbra.
23 janeiro 2018
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