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14 setembro 2019

Hoje, no Público...

Numa reportagem publicada 
por 
Camilo Soldado
na coluna Política

João Paulo Catarino
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O que ouve o Governo no interior?
Muitas portagens e pouco serviços.
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O percurso de carro entre a casa onde vive com a família, numa aldeia de Proença-a-Nova, e o palacete do século XVIII que lhe serve de gabinete, no centro de Castelo Branco, faz-se em cerca de 40 minutos. É este o trajecto que o secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino, faz desde que se mudou para a Beira Baixa, por contraste com o caminho entre Linda-a-Velha, onde residia, e o Bairro Alto, em Lisboa, onde está instalado o Ministério da Economia. Apesar de a distância que tinha que percorrer na capital ser menor, por vezes, levava-lhe mais tempo, recorda.

João Paulo Catarino é o único secretário de Estado que trabalha fora de Lisboa. Instalou-se no início do ano no Palácio dos Viscondes de Portalegre, onde funcionava o Governo Civil. O objectivo desta mudança foi, “no fundo, mostrar que, se um membro pode governar a partir de Castelo Branco, qualquer instituição ou organismo o pode fazer também fora de Lisboa”, explica.


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Audiências e audiências
“Portagens”, responde, mesmo sem que a pergunta tenha chegado ao fim. A questão era sobre as reivindicações que mais ouve nas audiências que lhe pedem. “É um custo de contexto que as pessoas do interior ainda sentem como muito significativo, apesar das reduções sucessivas que o Governo tem vindo a fazer”, afirma.
Outra das questões que mais ouve é sobre o encerramento de serviços públicos. “Julgo que é isso que este Governo conseguiu estancar e reforçar substancialmente”, apesar das situações dos CTT e da Caixa Geral de Depósitos, que criaram “a percepção em algumas pessoas de que alguns serviços públicos continuavam a fechar, o que não é verdade”. Os CTT começaram a reverter a política e a CGD mantém um balcão em todos os concelhos, sublinha.
Quem lhe pede audições é recebido em Castelo Branco mas, para as reuniões com outros membros do Executivo de António Costa, tem que se deslocar mais com frequência a Lisboa. Isto, apesar de terem também lugar no seu gabinete do interior. “Em termos funcionais, cria-nos sempre algumas questões. Exige mais disponibilidade porque passamos muito tempo na A23 e na A1”, diz.
No seu gabinete, trabalha gente de vários pontos: Castelo Branco, Lisboa e Proença-a-Nova, município ao qual presidiu entre 2005 e 2016.
Principalmente nos primeiros tempos em que abriu as portas do gabinete na Praça do Município, teve audiências com presidentes de juntas de freguesia da zona, exemplifica, “que, à partida, teriam mais dificuldade se fosse em Lisboa”, explica. Ainda assim, salvaguarda que esta é “uma secretaria de Estado para o país e não para a região”.
João Paulo Catarino, que antes liderou a Unidade de Missão para a Valorização do Interior (UMVI), sabe que a perda de pessoas do território é um dos problemas mais complicados de resolver. Tanto que vive em Casal de Ordem, uma aldeia de 11 pessoas, cinco delas em sua casa (mulher e três filhos). Depois de décadas de tendência, é possível estancar o despovoamento? “Temos efectivamente regiões no país em que não vale a pena estarmos a iludir-nos”, menciona. E se o país “tem um problema demográfico, o interior tem um problema sério em termos de demografia e de índice de envelhecimento”. Dito isto, o secretário de Estado não tem problemas “em admitir que há muitas aldeias que terão muita dificuldade em, daqui a 30 ou 40 anos, terem alguém”. Por outro lado, apesar de este princípio não poder ser aplicado a todas, “há um conjunto significativo de aldeias que têm um potencial turístico enorme e podem ser por essa via valorizadas”. Essa é outra das conquistas que atribui a este Governo: “O facto de ter conseguido abrir o mapa turístico do país para além de Lisboa, Porto ou Algarve”.
A sala onde tem lugar a conversa com o PÚBLICO tem as janelas encostadas, o que ajuda a regular a temperatura no interior do edifício. Nesse dia, a temperatura passaria um pouco os 30 graus — nada de excepcional para o sufoco que o Verão albicastrense costuma impor. Entreabrindo uma das portadas, sobressai logo à direita o edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco. Uma vizinhança que acaba por ser aproveitada, como explicaria mais tarde, por telefone, o presidente do município, Luís Correia. “Falo com ele permanentemente, seja em reuniões, seja em encontros formais”, refere o autarca. Para uma região que sofre das dores da interioridade, “ter uma pessoa que é o elo de ligação com o Governo” acaba por ser “muito importante”, sublinha.
O governante defende a proximidade da administração do território. Entende que o actual processo de descentralização acaba por ser um passo em direcção à regionalização. “Se conseguirmos provar que este modelo funciona, julgo que, depois, por via de um referendo, a regionalização se tornará mais ou menos inevitável”, considera.

A experiência de Santana
A ida do gabinete de Catarino para Castelo Branco encontra um precedente num governo de coligação PDS/CDS. Ao suceder a Durão Barroso, em 2004, o primeiro-ministro Pedro Santana Lopes anunciou, logo em Julho, que iria descentralizar seis secretarias de Estado para diferentes pontos do país: a da Juventude (Braga), da Administração Local (Coimbra), da Educação (Aveiro), da Agricultura (Golegã), dos Bens Culturais (Évora) e do Turismo (Faro).
“Não tinha força para fazer o que gostaria de ter feito”, explica ao PÚBLICO Santana Lopes, que é candidato a deputado pelo partido Aliança nestas eleições legislativas. A ideia inicial, diz, era transferir ministérios e os respectivos serviços para ter, de facto, impacto local.
Com a dissolução do Parlamento por Jorge Sampaio e convocação de novas eleições, a experiência acabou por ser breve. “[A legislatura] terminou de forma tão tumultuosa que não deu tempo de fazer um balanço”, recorda. “Simbolicamente foi importante, mas o tempo foi curto e não permitiu criar raízes na maneira de pensar das pessoas”, avalia.

“Sinal político”
Se um efeito concreto com a instalação do gabinete do secretário de Estado do Interior em Castelo Branco é difícil de medir, João Paulo Catarino concede que, “acima de tudo, é um sinal político”. E acrescenta: “Achámos na altura que, sendo uma Secretaria de Estado para a Valorização do Interior, faria sentido contribuir com a localização para essa valorização”. Mesmo na orgânica governamental, refere, não houve grandes alterações na prática.
João Paulo Catarino destaca antes o “início de um caminho de diferenciação para o interior que nunca existiu verdadeiramente” em executivos anteriores. Desde a criação da UMVI ao desenho de um Plano Nacional de Coesão Territorial, o Governo começou a trabalhar em assimetrias que não serão “corrigidas numa legislatura nem em duas” e que ganharam novo destaque com as mortes e devastação causadas pelos incêndios de 2017. Há medidas iniciadas que, se se mantiverem, farão a diferença a prazo, defende. Da abertura de serviços públicos em regiões de baixa densidade, à transferência de vagas do ensino superior para o interior, a criação de novas empresas e de postos de trabalho. Também se começou a fazer caminho na cooperação luso-espanhola relativamente aos territórios da raia. “Acho que fiz aquilo que era possível fazer”. 
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in "Publico"
14 09 2019

13 setembro 2019

Reuniões&Passeios... 002

11 de Junho de 1994
Romagem de Saudade
dos
Antigos Alunos

do 
Liceu de Castelo Branco
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No Cortejo Final
c/Rosa Cardoso Justa, João Romão Esteves e Sebastião Morão

12 setembro 2019

Ama hoje...

"...Ama hoje, perdoa hoje, beija hoje, abraça hoje, demonstra hoje... faz tudo hoje, não deixes para amanhã. Porque somos instantes, e num instante não somos nada."
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Stephen Hawking
1942-2018

11 setembro 2019

Eles foram professores do liceu...

Maria da Luz Marques da Costa (Câmara Pestana)
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Era natural de Setúbal onde nasceu em 7 de Setembro de 1935.
Licenciada em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa possuía também o Curso de Ciências Pedagógicas quando concorreu pela primeira vez ao Liceu de Setúbal.

Maria da Luz Marques da Costa

Foi nomeada professora eventual do 2ºGrupo (Francês) através de portaria de 2 de Outubro de 1957, visada pelo Tribunal de Contas em 18 de Dezembro de 1957 e publicada no Diário do Governo nº297, II Série, em 21 de Dezembro desse mesmo ano.
A posse foi-lhe conferida em 7 de Outubro de 1957 pelo reitor José de Mendonça e Costa, seu antigo professor; manteve-se no Liceu até Agosto de 1965 (ano lectivo de 1964/65)
No ano lectivo de 1957/58, foi investida nas funções de Directora adjunta do Centro Escolar nº1, da Mocidade Portuguesa, funções essas que renovou no ano seguinte.
A Maria da Luz (Câmara Pestana) concorreu mais tarde a um Liceu de Coimbra, cidade na qual se fixou até à aposentação.

10 setembro 2019

Recordações...

Em Setúbal
rua de Badajoz
em 10.Nov.1991
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              GI

09 setembro 2019

Pensamentos...

"Todos desejamos chegar à velhice mas todos negamos que ali tenhamos chegado..."
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Autor desconhecido

08 setembro 2019

Parabéns!... 8 de Setembro.

A Alexandra faz hoje anos!
Beijinhos e um belo dia de aniversário...
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Alexandra Kolontai Fernandes Ferreira Godinho

07 setembro 2019

Reuniões&Passeios... 001

14 de Outubro de 2006
No Liceu Nacional de Setúbal
(actual Escola Secundária de Bocage)
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No final do "Almoço dos 50 anos"
a fotografia Comemorativa...
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Setúbal em,
14/10/2006
        Desci à cidade para comprar o jornal, vim a Vanicelos tomar um café rápido e regressei a casa. O Horácio ligou para dizer que não ia sair hoje para almoçar por se sentir um pouco constipado e isso veio facilitar-me a vida… Deste modo já posso estar na Capela de S.Paulo e ir almoçar ao liceu com os Caloiros de 1956. E foi o que sucedeu”

        Entrei na Capela já o Padre Gusmão tinha iniciado a missa. Sentei-me cá atrás e tentei identificar as meninas e os meninos do meu tempo… Mas era difícil por várias razões. Estavam de costas para mim, eu não podia andar a esticar o pescoço para um lado e para o outro pois corria o risco de o Padre me dar um raspanete a primeira vez que me encontrasse na Escola e, se calhar, muitos deles estariam naturalmente muito modificados… Mesmo assim ainda vi o Rui Sobral Costa, o Canário do Barreiro, a Manuela Caldeira, a Ana Maria Resende, a Amália Bornay que participou activamente na Missa, o Ricardo Jorge Reynaud, o Fernando Pereira Alves, o Biscaya Lino da Silva, o Vitorino Gomes Pinto e mais uns quantos.

        Quando terminou a Missa, e já no átrio da Capela é que "descobri" muita gente que há muito tempo não via. E caí nos braços de muitas alunas que que também, algumas delas tiveram alguma dificuldade em me identificar sem um “empurrãozinho… na memória

E foi o que sucedeu com a Joaquina Ratão, a Isabel Nunes de Oliveira, a Ivone Esteves da Clara. Também falei com a Rosa Rogado, a Manuela Caldeira, a Carolina Matos Cunha, a Beatriz Castelo Branco, a Beta Maurício, a Helena Ribeiro, o Sanchez Antunez, o Cunha Bento, o Justino Marques, o João Luís Alves, a Mãe da Sandrinha, a Guida Rosário, a Décia Cêrcas de Jesus, a Cândida Raposo Guerreiro, a Cristina Farto, a Gabriela Trindade. a Luísa de Sousa Uva, a Fernanda Machado Pinto, o Carlos Alberto Silva Ferreira, o Figueiras, a Fernanda Raimundo, o Carlos Nobre e a Isabel Elói, o Álvaro Gaspar Teles, etc…

Mais tarde, já no Liceu, junto da Cantina, foram chegando mais alguns.

Foi divertido o tempo que ali passámos e que ultrapassou em muito o que se pode esperar para um almoço comemorativo deste tipo.

Falei com o Lima e foi possível fazer um passeio pelo interior do Liceu. Muitos já não punham ali os pés há mais de 40 anos! Senti que muitos deles gostariam de voltar àqueles corredores. Chegaram a entrar na Sala de Desenho e na Sala dos Professores onde então era uma Sala de Trabalhos Manuais… E lá se lembraram do Dr. Arco, no Desenho e da D. Elisa na Matemática… alguns com “fracas” recordações… Recordaram o Dr. Bandeira e as suas aulas de Geografia, o Dr. Aires de Abreu da Matemática

De regresso ao refeitório foi o apagar das velas no bolo dos 50 Anos e o parabéns a você… 
E foram também as muitas fotografias deste acontecimento com um particular pormenor para com a sua antiga professora Dr.ªAusenda Paulino Pereira.


A Dr.ªAusenda rodeada por um belo grupo de fans,
seus antigos alunos, que não quiseram deixar passar estes momentos para lhe "agradecer" a sua contribuição na formação dos seus espíritos.

05 setembro 2019

Escrito na pedra...

in "Publico"
28.08.2019
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O tempo é o único capital das pessoas que têm como fortuna apenas a sua inteligência.
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Honoré de Balzac
1799-1850
escritor

04 setembro 2019

Humor antigo...

in "Publico"
28.08.2019
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O tempo é o único capital das pessoas que têm como fortuna apenas a sua inteligência.
.
Honoré de Balzac
1799-1850
escritor

03 setembro 2019

O Manuel Boléo acaba de nos deixar...

Recebi esta tarde uma mensagem do Francisco,
filho do Manuel de Sena Boléo, que me deixou consternado.
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"Boa tarde.
Eu sou filho de Manuel Boléo.
O meu Pai partiu este fim de semana após ter tido há 15 dias um forte AVC seguido de pneumonia de aspiração do vómito aquando do AVC. Não conseguiu resistir, mas lutou até ao fim.
Sei que eram muito amigos.
1 abraço do,

Francisco."
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Fiquei deveras emocionado com a notícia...
Não posso esquecer este Amigo, de há tanto tempo...
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Manuel de Sena Boléo
in. Livro de Despedida dos alunos do 7ºAno
do Liceu de Nun'Álvares
(1952/1953)
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Transcrevo a mensagem que ele deixou escrita na minha página 
deste mesmo Livro de Despedida.
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... e transcrevo também os versos que acompanham a sua caricatura (feita pelo Luís Marçal Grilo) e que pediu que eu lhe fizesse.
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I
Um dia 'stando o Manel
Entretido no quintal
Ouve dizerem p'ra ele
"Vá arranjar o farnel
Vai 'studar pr'á capital..."
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II
De muito contente, o Sena
Apressa-se, corre e voa
Mas como quem o condena
Diz a voz muito serena
"...da Beira! Não p'ra Lisboa!!!"
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III
Deu-se enfim por conformado
E em Castelo Branco apar'ceu
Muito tímido coitado
E também muito corado
Deu entrada no liceu.
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IV
Como era "sossegado"
Depressa s'aclimatou
Um dia ficou pasmado
E também muito corado
Quando uma "moça" passou.
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V
Desde aí seu coração
Não mais deixou de bater
Com força, pois a paixão
Ensinou-lhe uma lição 
Que não tornou a 'squecer.
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VI
Depois cantou-lhe uma trova
E ela num grande choro
Disse que era muito nova
Que o papá lhe dava sova
Se soubesse do namoro.
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VII
Ouve agora e não sorrias:
"Deixa em paz as raparigas
E depois, então verias
Que esta vida são dois dias
E tudo o mais são cantigas".
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Com um abraço do amigo
Mendes de Matos
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E para que esta recordação do Manel Boléo fique mais firme,
deixo aqui publicadas algumas fotografias, que mantenho
em arquivo, e que nos mostram alguns momentos bem vividos 
ao longo dos tempos que se seguiram:
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Na 1ªfila: Augusto Simões, Manuel Sena Boléo e José Carvalhão.
Na 2ªfila: Júlio Casaleiro, Victor Manuel Conceição (Saludes) e Aprígio de Leão Meireles
Na 3ªfila: Ilídio da Mesquita Nunes e Luís Marçal Grilo.
(em 1951.Nov.29)
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No Templo de Diana, em Évora,
com o Júlio Casaleiro, o Veloso Sampaio (Laranjinha) e o Luís Marçal Grilo

15.Fev.1953
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17.Fev.1953

Na excursão do 7ºAno, no Algarve, o Manuel Boléo  está enquadrado pelo Raúl Capelo, elo Armando da Conceição e pelo Delgado Domingos.
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Manuel Boléo, no canto sup. direito, junto do Luís Marçal Grilo e do Júlio Casaleiro.
Comemoração dos 20 Anos de Curso, no Liceu de Castelo Branco, em 
1.Junho.1973
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Reencontros depois de 20 Anos...
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No início do "Encontro dos 20 Anos"
O Manuel Boléo, enquadrado pelo Luís Marçal Grilo e pelo 
Vicente José Sanches Vaz Pardal, ouve atentamente
o "orador"...
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Na inauguração do Salão de Chá "It's"
Manuel Boléo e Luís Grilo.
em 2.Junho.1973
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No final de uma visita ao Castelo, Manuel Boléo fala com 
a nossa colega Ilda do Carmo Silva, à esquerda
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Numa Romagem de Saudade, em 2008.05.23
Almoço na Senhora de Mércoles, com o Eduardo Marçal Grilo.
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Ao Francisco e a  toda a Família
deixo aqui os meus sentidos Pêsames 
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Até um dia, Manuel de Sena Boléo.
Descansa em paz.

02 setembro 2019

Quando eu nasci...

... Um "Pequeno poema"
escrito por 
Sebastião da Gama
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Sebastião da Gama.

Pequeno poema

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais…
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém…

Pra que o dia fosse enorme.
bastava,
toda a ternura que olhava
nos olhos da minha Mãe…
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in. "Serra-Mãe"
Edições Ática - 1957

31 agosto 2019

Parabéns!... 31 de Agosto

O Gonçalinho faz hoje 6 anos.
Beijinhos e um grande do Bisavô!
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Gonçalo Constantino Veloso

30 agosto 2019

São quadras, meu bem... são quadras!...

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Cautela, ninguém se gabe
De ter tudo o que lhe apraz
Quem não tem nada é que sabe
A falta que tudo faz. 

29 agosto 2019

Parabéns!... 29 de Agosto.

A Teresa Loução faz anos hoje...
Parabéns!... E um bom dia de aniversário.
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Maria Teresa Jorge Loução

Os "desenhos" da Natália...

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Sem título - 2019

28 agosto 2019

Humor antigo...

... com o traço 
de Kiraz.
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- ...e como vou fazer um longo cruzeiro, pergunto: Não quer acompanhar-me como secretária, para escrever os postais de saudações para os meus amigos?!

27 agosto 2019

Frases profundas...

"Aquele que é capaz de sorrir quando tudo está indo mal...
é porque já pensou em quem jogar a culpa."
.
autor desconhecido

26 agosto 2019

Escrito na pedra...

in "Publico"
24.08.2019
.
Vivemos todos sob o mesmo céu, mas nem todos temos o mesmo horizonte.
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Conrad Adenauer
1876-1967
político

25 agosto 2019

Hoje há pintura...

Diego Velásquez
1599 - 1660
Pintor espanhol
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A forja de Vulcano (1629-30)
Museu do Prado - Madrid