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31 julho 2012

As pessoas sensíveis...

... Um poema de Sophia de Mello Breyner

Sophia de Mello Breyner Andressen
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As pessoas sensíveis não são capazes
De matar galinhas
Porém são capazes
De comer galinhas

O dinheiro cheira a pobre e cheira
À roupa do seu corpo
Aquela roupa
Que depois da chuva secou sobre o corpo
Porque não tinham outra
O dinheiro cheira a pobre e cheira
A roupa
Que depois do suor não foi lavada
Porque não tinham outra

"Ganharás o pão com o suor do teu rosto"
Assim nos foi imposto
E não:
"Com o suor dos outros ganharás o pão."
Ó vendilhões do templo
Ó constructores
Das grandes estátuas balofas e pesadas
Ó cheios de devoção e de proveito
Perdoai-lhes Senhor

Porque eles sabem o que fazem.

29 julho 2012

Um desafio...

... para as pessoas idosas de Oleiros.
Esta fotografia teria sido tirada por volta de 1930! Alguém se lembra desta gente??!!...
Só identifiquei três pessoas. Pudera!... O meu avô e a minha avó estão ali e ocupam o centro da fotografia. A minha Mãe é a primeira figura à esquerda, no plano mais próximo. O meu Pai estaria ali perto... Foi ele quem fez o "retrato".
Quem são os outros, Augusto?

Um mural bem bonito...

...da autoria de

Augusto de Matos

28 julho 2012

Escrito no vento...

"Os que, para agir, esperam sempre que tudo seja perfeito, jamais realizarão alguma coisa."
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Monsenhor Ancel

27 julho 2012

As "bonecas" de Carrillo...

Humor antigo
com o traço de
C a r r i l l o


-- A minha querida amiga Pipica escreveu-me este bilhete, dizendo que o noivo é um doidivanas, pois passa a vida com outras...
Como se eu não soubesse!... Ele todos os dias sai comigo...

26 julho 2012

António Salvado...

Através dos Correios, recebi hoje um exemplar da mais recente obra do poeta António Salvado, um bom Amigo que não esquece os bons Amigos da Juventude. Vem, como sempre, acompanhado por uma simpática dedicatória.

A capa do livro de poemas a que deu o nome de
"O Dia - a Noite - o Dia"






VI


Pares de namorados ........pela tarde
Juntos no esquecimento
se beijam.... joviais....profundamente
e em cio langue........abraçados.

Têm, incautos, por eles
as ilusões da doçura
e com furor se encostam..... com fereza
e nada os preocupa.



Obrigado, António. Escolhi um dos poemas... quase ao acaso. Qualquer outro que fosse aqui ficava bem.

Um melhoramento em Oleiros...

Nova esplanada na vila
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O Café Boaventura, com 58 anos de história, acaba de abrir uma nova esplanada em Oleiros.


...na rua Padre António de Andrade

O novo espaço surge como o concretizar de um sonho antigo do seu proprietário e tem vistas para o jardim público da vila. O Café Boaventura é um dos mais antigos do concelho de Oleiros, pelo que a abertura da esplanada constitui uma aposta na modernidade.
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in. “Reconquista”
em 26 de Julho de 2012

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Gostei do que vi...
Parabéns para o Zé Boaventura!

Galleria degli Uffizi

Retrato de Lucrécia Panciatichi
Agnolo Bronzino
1503 - 1572
Retrato de Lucrécia Panciatichi
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Profundamente diferentes são já os retratos de Bronzino, cuja fama se fez à custa da sua actividade como retratista de corte. Pertencente à segunda geração dos maneiristas florentinos, parte de Pontormo, mas diminui a sua tensão através de uma grande nitidez do desenho, uma gélida simplificação formal de gosto quase geométrico, uma cor de harmonia com a qualidade das coisas, mas fixada numa estática lucidez. Surgem assim imagens desmaterializadas, quase magicamente sugeridas pelos fundos cinzentos na claridade de uma luz irreal.
Alguns curiosos têm querido estabelecer um paralelo entre a retratística de Bronzino e a de Permigiano, na relação linha-cor e na alta e subtil poesia dos dois pintores.
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Cfr. Roberto Salvini
In “Grandes Museus do Mundo"

Ed,Verbo – Setembro/1973

25 julho 2012

As panaceias...

...não resolvem problemas. Adiam a sua resolução!

Drª Isaura Martinho

A propósito de uma proposta do ministro Mota Soares.

O ministro da Solidariedade Pedro Mota Soares anunciou recentemente, com pompa e circunstância, a dispensa gratuita de medicamentos fora do circuito comercial a utentes idosos carenciados. Sendo uma medida bem intencionada não deixa, no entanto, de ser criticável. Apesar de toda a boa vontade do senhor ministro, esta não passa duma medida de caridade que além de não resolver problemas ainda cria alguns.

Em primeiro lugar esta medida caritativa depende sempre do stock remanescente existente nos laboratórios da indústria farmacêutica, que podem ou não existir. Logo o acesso à medicação necessária por parte do idoso carenciado é questionável.

Se o objectivo era melhorar o acesso ao medicamento a melhor maneira de o fazer seria rever o sistema de comparticipações de medicamentos do SNS. A comparticipação deve ser feita pela remuneração dos utentes e não por indicação terapêutica. Não é compreensível que um diabético com um rendimento acima da média veja um medicamento inovador ser comparticipado em 90% no regime normal de comparticipação e um doente com Alzheimer com uma pensão abaixo do ordenado mínimo veja o seu medicamento genérico ser comparticipado em 52% no regime de comparticipação máxima.

Os portugueses não precisam de caridade, precisam de equidade!

A medida é também discriminativa, uma vez que ignora milhões de portugueses que adquirem com muita dificuldade os seus medicamentos ou simplesmentedeixaram de os adquirir.

A revisão do sistema de comparticipações é a maneira mais justa e solidária de garantir que todos os portugueses têm acesso à sua medicação. Apesar dos idosos passarem por dificuldades, a minha experiência como farmacêutica num bairro carenciado de Lisboa diz-me que quem passa por maiores dificuldades para adquirir os medicamentos não são os reformados, mas sim as pessoas de meia-idade desempregadas e com filhos para alimentar. Esses são os primeiros a abandonar a sua medicação para garantir que não falta comida aos filhos.

Outra questão que esta medida levanta é sobre o uso racional do medicamento. Ora como uma das medidas pré-eleitorais do anterior primeiro-ministro José Sócrates provou, a dispensa de medicamentos a custo zero leva a que os utentes adquiram medicamentos que não precisam ou que não vão utilizar no futuro. Aquando da imposição dessa medida populista por Sócrates, houve uma corrida às farmácias de idosos para adquirir medicamentos para si, para familiares, para vizinhos, etc. Muitos destes medicamentos regressaram inteiros às farmácias para reciclagem por variados motivos, como por exemplo o falecimento do idoso, a substituição da terapêutica pelo médico de família, etc.

A nova medida do ministro Mota Soares cria em mim uma sensação de déjà vu. Esta medida levanta-me também algumas preocupações em termos da facilidade que estabelece para o aparecimento de vários tipos de fraude. Se até hoje, as fraudes com medicamentos que foram descobertas se deveram ao controlo da dispensa de medicamentos e da sua comparticipação, a inexistência duma comparticipação impede a maneira mais fácil de travar o processo fraudulento. Além de que durante todo este processo não há salvaguarda de que por métodos não legais estes medicamentos a custo zero não acabem a ser vendidos numa farmácia e ainda seja cobrada a comparticipação do Estado.

A dispensa de medicamentos fora dos circuitos hospitalar ou farmacêutico é também uma questão polémica. Primeiro porque é necessário um espaço adequado à dispensa desses medicamentos, além de técnicos especializados para o fazer como a lei exige. A segurança da dispensa do medicamento só pode ser salvaguardada por farmacêuticos em locais preparados para o seu acondicionamento. Ora neste caso, tratando-se de medicamentos quase em fim de vida, torna-se ainda mais grave que este problema não seja acautelado. Para isso seria necessária a criação de novas estruturas de dispensa e a contratação de mais recursos humanos. Numa altura em que se fecham diariamente espaços de saúde por todo o país, é questionável a opção de se despender dinheiro na criação de espaços que já existem por todo o país (farmácias hospitalares ou comunitárias) e da duplicação de recursos humanos.

Outra questão que fica por esclarecer é o custo desta medida. Quem paga os 400 milhões de euros de custo do projecto no primeiro ano? O Estado ainda vai desembolsar dinheiro ou é uma forma que a indústria tem de tornear as medidas impostas pela troika? É que dizer que doam 400 milhões de euros de produtos que não poderiam comercializar como forma de mostrar que também estão a fazer esforços como todos os portugueses é a maior manobra de marketing de sempre no nosso país. Se a indústria e o Infarmed garantem a qualidade dos medicamentos em questão, a melhor maneira de ajudar os portugueses seria doar esses medicamentos aos hospitais, onde seriam distribuídos por profissionais competentes, por forma a diminuir o aumento galopante dos gastos destes em medicamentos. Isso aliviaria os orçamentos hospitalares, levaria a uma redução de despesa do Ministério da Saúde para este ano e permitiria assim aliviar as dificuldades orçamentais do Governo. E isso seria mostrar solidariedade para com todos os portugueses e não apenas uma medida cosmética que causará mais dano do que outra coisa.

Isaura Martinho
Farmacêutica


Fotografias de Oleiros...

Telhados da Vila

Foto obtida em em 28 de Junho de 2006

24 julho 2012

Uma bela fotografia...

Foi ontem à tarde, no rio Tejo... Um espectáculo inesquecível...
Partida dos veleiros que se encontravam em Lisboa, com a Sagres em grande plano.

O navio escola Sagres e uma linda "guarda de honra"
(obrigado pela foto, Comandante Justo Tavares)

Sally K.Ride...

...faleceu ontem nos Estados Unidos

Sally K. Ride . 1951 - 2012

Primeira mulher americana no espaço, Sally Ride, morreu após uma corajosa batalha com o câncer de pâncreas. Ela tinha 61 anos.
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Com a sua morte a Nasa fica mais pobre...

Escrito no vento...

"Nunca melhora o seu estado quem muda só de lugar mas não de vida e hábitos."
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Francisco Quevedo

Augusto de Matos...

...uma figura em destaque na área cultural de Oleiros.

Augusto de Matos em 15 de Novembro de 2009
na Sala de Exposições do Posto de Turismo




A Sala de Exposições onde vai ter lugar a sua Exposição anunciada
"O Pão Nosso de Cada Dia"




Na mesma sala onde vão ser apreciados os seus quadros
Augusto de Matos surge acompanhado pela EngªInês Martins,
pelo EngºOlímpio Matos e por jjmatos, num outro evento em Nov./2009

23 julho 2012

Fotografias de Setúbal

O Rio Sado e a zona industrial da Mitrena

em Agosto de 2004

21 julho 2012

As "garotas" de Bosch Penalva...

A revista Can Can nº42
publicou na sua capa
em 2 de Março de 1961
esta “menina assustada”…

Desenho de Bosch Penalva
Alinhar ao centro
Ao seu lado, o "palerma de serviço" dizia:

"--Será ela tão antiquada que ainda durma de camisa?!"


E para completar esta 1ªPágina, um desenho de Don Flowers:


--Do outro lado da porta, está o tal indivíduo a quem queria partir a cara por minha causa. Diz que é vendedor de aspiradores...


20 julho 2012

José Hermano Saraiva...

O historiador José Hermano Saraiva faleceu esta manhã, em Palmela. Tinha 93 anos.

Prof. José Hermano Saraiva


No 10 de junho deste ano, o historiador foi condecorado pelo Presidente da República com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, distinção que foi recebida pelo filho.
Em 2010, a Academia Portuguesa da História (APH) distinguiu José Hermano Saraiva como “grande divulgador” da História de Portugal e elegeu-o académico de mérito.
O historiador nasceu em Leiria, em a 3 de outubro de 1919, fez as licenciaturas em Ciências Histórico-Filosóficas (1941) e em Ciências Jurídicas (1942), consagrando-se desde então ao ensino e à advocacia.
Exerceu as funções de professor liceal, de Reitor no Liceu D. João de Castro, de deputado à Assembleia Nacional, de procurador à Câmara Corporativa, de professor do Instituto de ciências sociais, políticas e ultramarinas da Universidade Técnica de Lisboa, ministro da Educação Nacional e embaixador de Portugal no Brasil.
A colaboração com a RTP começou na década de 1970 com o programa “O tempo e a alma”. Foi ainda autor e apresentador de “Histórias que o tempo apagou”, “Horizontes da Memória” e “A Alma e a Gente”.
Um dos seus livros mais conhecidos é a “História concisa de Portugal”, com um total de cerca de 180 mil exemplares vendidos. Editado pela primeira vez em 1978, este título foi já traduzido em espanhol, italiano, alemão, búlgaro e chinês.
José Hermano Saraiva dirigiu também uma outra História de Portugal em seis volumes, editada em 1981 pelas edições Alfa.
José Hermano Saraiva é também membro das academias das Ciências de Lisboa, de Marinha e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, tendo sido distinguido com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, a Grã-Cruz da Ordem do Mérito do Trabalho, a Comenda da Ordem de N. S. da Conceição de Vila Viçosa, e a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco (Brasil).
.Que repouse em Paz.

Exposição de pintura...

Augusto de Matos expõe no Turismo

Augusto de Matos
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O Posto de Turismo de Oleiros vai inaugurar no dia 3 de Agosto uma exposição de pintura de Augusto de Matos que nos apresenta uma série de 28 aguarelas que têm por fundo a cultura do milho desde a sementeira até à produção da broa, na nossa região serrana.
A exposição vai estar aberta durante todo o período das festas de Oleiros, encerrando apenas no dia 31.



Posto de Turismo de Oleiros


Desejamos o maior êxito ao Augusto de Matos e à sua exposição.

Eu vi jogar o Tomé...

... em 1949, no Sporting da Covilhã.

Nas deambulações que por vezes faço pela Net, fui descobrir um site que tenta recolher excertos da história vivida pelo Sporting da Covilhã. Tem a designação:( http://www.historiascc.com/), e foi actualizado em 13 Junho 2012...

Chamou-me a atenção por se tratar do Sporting da Covilhã, eterno rival do "meu" Sport Benfica e Castelo Branco e porque, naquela altura, após ter terminado a 2ªGuerra Mundial, um grande industrial de lanifícios da Covilhã -- Ernesto Cruz -- tomou as rédeas do Clube e fez dele um "grande clube português". Ernesto Cruz era o pai do Júlio Casaleiro (Torres da Cruz) que foi meu colega no Liceu de Castelo Branco, do 3º até ao 7ºano, em 1952/53. Foi a época de oiro do grande jogador francês de origem húngara, András (André) Simonyi que tinha ao pé de si, de um lado e do outro, dois sensacionais "fazedores" de jogadas, o espanhol Martin e o argentino Porcel (António José)... Com a bola colocada a um metro dos seus pés, Simonyi não perdoava!!...

Pois foi nesta aquipa que também jogou um homem muito ligado a Setúbal... o pai do Fernando Tomé.

Podemos ler naquele documento, uma entrevista que os organizadores do site lhe fizeram e que aqui deixo com a vénia devida aos "pais" daquele site.

O nosso site continua a entrevistar alguns dos grandes nomes que passaram pelo emblema serrano, tendo agora solicitado a colaboração de João Tomé, que entre 1948 e 1955 envergou a camisola covilhanense em 138 jogos na 1ª Divisão Nacional, nos quais rubricou 41 golos, actuando preferencialmente a interior.


Tomé com o filho Fernando...

1 - Ingressou no SC Covilhã na época 1948/1949, como é que aparece o interesse do clube no João Tomé?
Eu estava a jogar no Académico do Porto e o Sporting Clube da Covilhã interessou-se na minha contratação, pois estava a fazer uma época muito positiva. Conseguimos chegar a acordo e fui a transferência mais cara nessa época.
2 - Quais os principais momentos que passou no SC Covilhã?
Todos foram bons momentos, pois foi o clube que mais me marcou. Estive no Sporting Clube da Covilhã durante sete bons e felizes anos.
3 - Quais as diferenças do futebol dos anos 40/50 para o actual?
O futebol é diferente, porque hoje em dia é mais complexo, visto que os jogadores têm uma técnica e uma tática diferentes, por isso, são futebolistas diferentes. Claro que como em tudo, houve progressos, mas no meu tempo os sentimentos eram outros, sentíamos mais a “camisola”, o clube… bem, eram outros tempos.

Tomé (João)

4 - Quais os jogadores mais marcantes com quem jogou no SCC?
Todos os jogadores foram importantes, mas posso realçar os nomes de Simonyi, Fernando Cabrita, Diamantino, Martin, Roqui e os irmãos Cavém.
5 - Janos Szabo foi seu treinador durante os sete anos que representou o SCC. Como era Szabo como treinador?
O Janos Szabo foi um grande treinador. Foi um orgulho ser treinado por ele. Era uma pessoa muito reta e um excelente ser humano.

Era assim quando o conheci e o vi jogar no Sporting da Covilhã.

6 - Ainda sente curiosidade pelos resultados do SC Covilhã?
Ainda hoje tenho curiosidade em acompanhar o atual Sporting Clube da Covilhã. Vejo todos os fins-de-semana os resultados, a classificação, e sempre que são transmitidos jogos assisto na televisão.
7 - Que gostaria de referir que não foi mencionado anteriormente?
Gostaria que o Sporting Clube da Covilhã voltasse à 1ª Liga, pois, merecem como clube histórico do futebol português. Aproveito para deixar as minhas saudações a todos os covilhanenses, desportistas e um bem-haja a todos.