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10 abril 2021

Recordações...

 ...em 11 de Maio de 1991
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                           GI

09 abril 2021

Celebra-se hoje...

... em 9 de Abril, o dia da Batalha de La Liz.
Aconteceu em 1918.
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Cemitério de Richbourg
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Nesta batalha, que marcou negativamente a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães infligiram uma pesada derrota às tropas portuguesas, constituindo o maior desastre militar português depois da Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578.

08 abril 2021

Uma vida...

Estávamos em 
Maio de 1944
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Foto tirada na
Fotografia Ceia,
em Castelo Branco
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Eu e o Olímpio.
(com 9 e 11 anos, já com gravata e com uma "marrafinha" que se usava naquela época...)

07 abril 2021

o Professor Doutor João Mota de Campos...

...faleceu no dia 3 de Abril
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Prof. Doutor João Mota Campos
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Nascido em Vieira do Minho, Braga, em 1927, o Prof. João Mota Campos licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e doutorou-se na mesma área pela pela Faculdade de Direito de Estrasburgo.
Na área do ensino, foi professor catedrático de Direito Europeu e especializou-se na área do Direito Comunitário, na qual produziu diversas obras académicas.
João Mota Campos teve também um papel activo na política. Foi secretário de Estado da Agricultura entre 1960 e 1962 e foi ministro de Estado do Estado e do Plano entre 1971 e 1973. Foi ainda ministro da Agricultura e Comércio até abril de 1974. no último executivo formado por Marcello Caetano.
Depois do 25 de Abril, esteve ligado à área política do CDS. O seu filho, João Luís Mota de Campos, tornou-se também advogado e político, tendo sido secretário de Estado da Justiça, no governo de Durão Barroso.
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Envio as mais sentidas condolências
à Maria Irene e aos filhos.
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Que descanse em Paz.

06 abril 2021

Uma boa recordação...

 Acabo de receber uma mensagem de um antigo aluno do nosso Liceu Nacional de Setúbal que me deixou encantado...

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A partir de 1953 frequentei esta Leitaria, na Rua da Escola Politécnica e fiz dela a minha sala de estudo.
Já não existe como a conheci então... Já foi substituída por um restaurante mais moderno... Ao lado havia um excelente ponto cultural, a Livraria Escolar Editora, no lado oposto erguia-se a Igreja de S.Mamede. Em frente, o bloco onde se situa o edifício da Imprensa Nacional.
Numa sala lateral e sem iluminação exterior, era à luz de lâmpadas fluorescentes que ali estudávamos, por vezes durante tempo demasiado para quem explora um negócio daqueles... A troco de uma bica ou de um parco lanche podíamos por ali ficar uma manhã ou uma tarde quase inteira. O ambiente era bastante sossegado e preenchido quase sempre pelas mesmas pessoas... quase sempre estudantes.
Bons tempos...
Obrigado Afonso... por esta tua lembrança.

Humor antigo...

 in. "Anedota ilustrada",
com o traço inconfundível 
de René Caillez
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- Tem a certeza de que pensou maduramente na sua decisão de pedir o divórcio?!... 

05 abril 2021

José Pedro Barata...

e as suas fotografias de uma época
em Castelo Branco
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Em 2005, o nosso  saudoso Amigo
José Pedro Barata
teve a gentileza de me ceder uma coleção interessante
de fotografias que marcaram a sua obra como fotógrafo.
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José Pedro Barata
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De hoje em diante apresentarei aqui algumas dessas muitas fotografias integradas na citada colecção. 
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A primeira recaiu numa foto que tirou a um grupo de Antigos Alunos do Liceu de Nun'Álvares
que ali foi comemorar os 10 anos de Finalistas
O Curso terminou em 1949/50.
A fotografia é de Maio de 1960.

Na 1ªfila: Dr. Curado Banha, o antigo Reitor Dr. Joaquim Sérvulo Correia,
o então Reitor Dr. Catana Diogo e o Dr. Duque Vieira.
Na 2ªfila: a Maria Teresa Oliveira (?), a Maria Júlia Hermano Pedro, a Adelina Carrondo, a Maria Luísa Ribeiro Leiria e NN.
Lá atrás, em varrimento: António Preto dos Santos, Rui Belo Romãozinho, José Lopes Rijo, António Lobato de Faria, Raúl Duarte Cabarrão, Manuel Barbosa Marçal GriloNN, Olímpio Mendes de Matos e Aquiles Borronha Gonçalo.

04 abril 2021

São quadras, meu bem... são quadras!...

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Muitas das coisas que dizes
Afinal não são verdade.
Mas, se nos fazem felizes,
Não podem ser por maldade...

03 abril 2021

No Sábado de Aleluia...

...pelas 10h e após o descerramento das imagens 
no interior da Sé de Castelo Branco, neste Sábado Santo,
subíamos, por aquelas escadinha em caracol, até ao alto da torre 
e passávamos toda a manhã a dar ao badalo para que toda 
a cidade ficasse a saber que tinha terminado a Quaresma.




Era lá no alto da torre representada à nossa direita que decorria a 
"cerimónia" do toque dos sinos.
Naquela época, em 1945/46, a outra torre não existia, estava em ruinas...
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Este excelente desenho com a data de 1990 é da autoria de um desconhecido cujo nome J.Matos nada tem a ver comigo.

01 abril 2021

Alguém me saberá explicar...

 ...o número de visualizações que este blog teve nos últimos 30 dias?!...
Eu cá não tenho explicação alguma. 
(e esta informação nada tem a ver com o Dia das Mentiras)...

Estados Unidos
28 683
Portugal
4 490
Suécia
572
Alemanha
147
Brasil
136
França
81
Itália
40
Espanha
29
Rússia
28
Outros

  188

Acaba de ser...

 ... anunciada a completa erradicação do Coronavirus"!!...
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Acabou o inferno das nossas vidas... trancados em casa há um ano!
Já podemos ir à praia sem receio de sermos multados... 
Já podemos abancar na esplanada do nosso café...
Já podemos regressar aos restaurantes...
Já podemos...
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    Oh! Diabo!... Espera aí um bocadinho... Mas que dia é hoje?!!

Abriu-se aquela porta...

...num poema de 
Pedro Homem de Mello
a que o autor deu o nome de
Sorriso...
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Pedro Homem de Mello
.
Sorriso
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Estava eu só, naquele quarto, ao frio.
Ao frio, ao vento e aos tropeções da neve...
Estava eu só, naquele quarto, ao frio.
E, no meu coração, todo vazio,
Longa era a noite. E o sono era tão breve!
Estava eu só naquele quarto estreito.
Nas minhas mão cruzadas sobre o peito,
Havia fome, havia fome e sede.
E negro, negro como a noite morta,
E negro negro como o negro dia,
Senti-me triste como a noite morta.
Porém, de manso, abriu-se aquela porta...
E o Sol entrou!
                   E, para mais, chovia...
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Pedro Homem de Mello
in. "Nós portugueses somos castos" (1967)    
(numa selecção de "Poesias Escolhidas"  
de Vasco da Graça Moura, em Maio de 2004)

Cultura Geral...

 Os Dez Mandamentos

1.º - Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
2.º - Não usar o Santo Nome de Deus em vão.
3.º - Santificar os Domingos e festas de guarda.
4.º - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5.º - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo)
6.º - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
7.º - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
8.º - Não levantar falsos testemunhos (nem outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo)
9.º - Guardar castidade nos pensamentos e desejos.
10.º- Não cobiçar as coisas alheias.

31 março 2021

Reuniões&Passeios...

Semana Santa 
em Bilbau
17 Abril 2011
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Um segmento da procissão.

30 março 2021

Uma vida...

Foto obtida 
pelo meu Pai
em 1939.
Estávamos na altura das procissões...
No Natal?... Na Páscoa?... Já não sei.
Pela sombra e pela altura do Sol, talvez na Páscoa.
Eu e o Olímpio e uma menina nossa Amiga
que era o "anjinho", com umas asas bonitas e pequeninas.... 
 
não recordo o nome desta menina
na procissão, apenas recordo que morava na rua Nova, ali junto da Praça Velha.
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Também obtida
pelo meu Pai
em Abril de 1941.
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Não perdi de vista o anjinho que foi o meu par nesta procissão. Passámos ambos pelo 
Jardim Escola João de Deus e pelo Liceu de Nun'Álvares e, neste Ano da Graça
de 2021, a Lurdinhas Ferreira (Maria de Lourdes Lopes Ferreira) ainda por cá anda.

Esta fotografia faz agora 80 anos...

Reuniões&Passeios

Romagem de Saudade
dos
Antigos Alunos
do
Liceu de Castelo Branco
.
Em 03 de Maio de 1996.
Nos 50 Anos 
do Edifício do Liceu de Nun'Álvares
.
Numa hora em que estava prevista uma "volta pela cidade" para aqueles que há muitos anos a não visitavam, nós resolvemos descansar...
O Luis Marçal Grilo e a Maria Amélia Rascão fizeram-me companhia, num banco da "Avenida do Liceu" como era conhecida a Av. de Nun'Álvares.

29 março 2021

Humor antigo...

 in. "Anedota ilustrada"/1961
.
- E agora deixem-se lá de greves e de quererem direitos iguais aos homens...

28 março 2021

Comemoravam-se os 50 anos...

 ... da entrada destes "caloiros"
no Liceu Nacional de Setúbal,
em Outubro de 1956.
Era dia 1 de Outubro e
era uma segunda-feira...
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Este encontro realizou-se no dia 14.Out.2006
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Numa breve homenagem que quiseram fazer à Dr.ª Ausenda Paulino Pereira,
 professora de todos eles.
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Na fila da frente: Ricardo Jorge Reynaud, Beatriz Castelo Branco, Dr.ª Ausenda Paulino Pereira, Rui Sobral Costa e Décia Cercas de Jesus.
Na fila de trás: João José Canário, António Manuel da Cunha Bento, Elisabete (Beta) Maurício, NN, José Custódio Sanchez Antunes, João Pedro Cabral Adão, Vitorino Muge Gomes Pinto, NN, Justino Teles Marques, Francisco Biscaya Lino da Silva (?) e Mário Eduardo Fráguas.
(em itálico, os que foram meus alun@s)

27 março 2021

Aí, valente mulher!!!

Recebi esta manhã uma mensagem que li com entusiasmo e muito sentimento pela coragem demonstrada pela autora, nestes tempos que correm, tempos estes que têem "defendido" uma "casta" de indivíduos que têm vivido e que continuam a viver à custa dos nossos impostos...
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Parabéns, Dr.ª Paula Helena Ferreira da Silva!... Pela sua coragem.
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Paula Helena Ferreira da Silva 
(em Outubro/1980) (*)
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Aí, valente mulher!!!

Mamadou ...

"A propósito dos insultos de Mamadou Ba ao povo português e à sua História, escreve Paula Helena Ferreira da Silva (Assistente Graduada de Ortopedia, Chefe de Equipa do Serviço de Urgência do Centro Hospitalar do Baixo Vouga):

"Tal como o Sr. Mamadou, nasci em África. Não me corre sangue africano nas veias, mas a alma moçambicana habita em mim.

Fui expulsa do meu país sem hipótese de escolha, sem justificação, tão somente pela cor da pele, arrancada à força da minha família, da minha casa, dos meus conterrâneos.

Fui expulsa por pessoas como o senhor e os seus comparsas do SOS Racismo.

Roubaram-me o resto da infância e da adolescência, forçada a viver em hábitos e costumes diferentes onde só a língua me unia.

Durante décadas, senti-me deslocada, fui barbaramente vítima de bullying, mandada para a minha terra vezes sem conta apenas e só por ser retornada…

A ignorância não tem limites e retornada não sou, refugiada talvez, pois a nada retornei.

Nasci em África com muito orgulho e mantenho orgulho na História que me proporcionou que assim fosse.

Nasci na maravilhosa cidade de Lourenço Marques, a pérola do Índico, no fantástico continente africano, rico nas gentes e nos recursos, destruído por décadas de governos ditatoriais que o senhor tanto defende.

O senhor não sabe, mas em 1974, Moçambique era o produtor número um do mundo de algodão e cana de açúcar. Hoje, é um dos países mais pobres do mundo!

Os retornados foram a maior lufada de ar fresco a entrar em Portugal.

Ao contrário de si, os retornados e refugiados das ex-colónias, apesar de apenas trazerem a roupa do corpo e a alma carregada de tristeza e mágoa, trouxeram também a resiliência e transformaram a mágoa em trabalho e não em ódio e raros são os que não singraram.

Nada trouxemos na bagagem a não ser memórias. Tudo foi confiscado, queimado, dizimado. Mas ao contrário de si, a quem tudo foi dado de mão beijada, não nos vitimizámos, não nos encolerizámos, apenas trabalhámos! Trabalhámos e honrámos a Terra e as gentes que nos acolheram!

Não hostilizámos, não ridicularizámos, não confrontámos os Portugueses da metrópole! Apenas trabalhámos, com a resiliência que nos caracteriza, porque ao contrário de si, as nossas feridas não estão putrefactas e não destilam ódio, antes pelo contrário, emanam tolerância e compaixão.

Ao contrário do senhor, não recebemos subsídios, não recebemos apoios, o único apoio foram e continuam a ser as doces memórias.

Memórias de países maravilhosos ao qual um dia ansiávamos voltar, de gente humilde de sorriso largo e alegria sem fim, memórias do cheiro da terra molhada, do cheiro das gentes, das cores, de vidas simples.

Mantenho gravado o dia da partida e do choro de despedida de quem me criou e amparou e a isso, senhor Mamadou, chama-se Amor. Nós, Africanos brancos, sentimos amor pelos nossos conterrâneos, mas sei que para si não é amor, é racismo.

Sim, senhor Mamadou, ainda hoje sinto amor pelos meus conterrâneos, choro por eles e pelos vis ataques que sofrem em Cabo Delgado, que curiosamente, nunca o ouvi defender.

Em si só vejo ódio, intriga e difamação. O racismo não se combate com racismo!

O ódio não se combate com ódio!

Humildade e gratidão é coisa que não lhe assiste. E trabalho Sr. Mamadou? Não será por interesse que move esse ódio? É que esse ódio dá-lhe tachos e tachinhos e trabalho? As suas mãos não parecem ter calos e o seu sobretudo de caxemira não me parece second hand.

Senhor Mamadou, o senhor pode ter instrução, mas não tem educação.

Sou de uma geração em que fui educada a respeitar o meu país, Portugal, a minha bandeira, o meu hino, as minhas gentes, os meus heróis.

Tenho orgulho em Afonso Henriques, Vasco da Gama, Luiz Vaz de Camões, Padre António Vieira, Pedro Álvares Cabral e tantos outros que escreveram a nossa História.

A História não se apaga, não se reescreve, é um legado dos nossos antepassados, goste-se ou não, é a nossa História.

Quem é o senhor para a destratar? Ou será que pertence ao grupo daqueles, que por não gostarem dos pais e avós também os apagam?

Respeito, senhor Mamadou! Respeito! Em casa alheia não se diz mal do pão que é oferecido, porque, um dia, o pão pode acabar."

Fonte: O Observador"

NB *
No primeiro ano em que surgiu o 12ªAno, em Portugal (1980/81), fui convidado, como Professor do Liceu Nacional de Setúbal, a lecionar a disciplina de Biologia, na "Escola Secundária nº2", nuns "barracões" então erguidos ali próximo dos "4 Caminhos".
Numa das turmas que lecionei , a turma E, do 12ºAno, desse ano lectivo de 1980/81, tive como aluna uma jovem cujo nome "coincide" com o que assina  este bem dado "puxão de orelhas" a um sujeito que apenas se tem servido dos impostos que todos continuamos  a pagar-lhe, sob o "beneplácito" dos nossos governantes...
Nos anos que se seguiram, e através de Pai, ia tendo notícias dela sobre os seus estudos na Faculdade de Medicina e, uns anos mais tarde, na sua passagem pelo Hospital da Covilhã onde permaneceu alguns anos. Depois... depois perdi-lhe o rasto. Até hoje!... Dia em que verifiquei que a Paula continua a ser a Paula que eu conheci!...

A pintura de Graça Lagrifa...

Foi a D. Graça Lagrifa que escreveu:
"Há milhentas fotos de Ronaldo. Depois de um forte pedido da minha neta Francisca e abrindo uma excepção acabei por aceder ao pedido. Entre todas as fotos que vi, a de @michele_turiani foi a que me convenceu finalmente. Aqui fica o resultado da promessa."
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Cristiano Ronaldo