A Fátima faz anos hoje!...
Mil parabéns...
e um monte de prendas.
14 agosto 2010
13 agosto 2010
Escrito na pedra...
No "Público"
12 08 2010
.
"Não se ama duas vezes a mesma mulher."
.
Machado de Assis
escritor brasileiro
1839-1908
12 08 2010
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"Não se ama duas vezes a mesma mulher."
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Machado de Assis
escritor brasileiro
1839-1908
12 agosto 2010
A Volta a Portugal...
As memórias de Eduardo Marçal Grilo.
.Toda a gente sabe que o Eduardo é um "expert" da Volta a Portugal em bicicleta...
... e esta história que o Diário de Notícias hoje nos relata, é uma "estória" que o Eduardo nos contou há muito, muito tempo... mas a que nós também assistimos...
Não sei se este "fraco" do Prof. Marçal Grilo resulta, ou não, de a "desaparecida" vivenda onde residia a família, em Castelo Branco, se situar mesmo em frente da "meta" das etapas que terminavam na nossa cidade, na Avenida Nuno Álvares, mesmo ao lado do Liceu, e de o Pai Zé Grilo facultar, de borla, o seu telefone aos jornalistas mais credenciados dos principais jornais que então existiam ("Bola", "Norte Desportivo", "Século", "Diário de Notícias", etc) e que ali assentavam arraiais muito antes de os ciclistas chegarem à cidade. Há 60 anos não havia as facilidades que hoje existem... não havia telemóveis... nem toda a gente tinha ainda telefone fixo... Era preciso ligar para a Central dos CTT para obter uma quaquer ligação telefónica...Ainda estávamos na época do "troncas"!...
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Eduardo Grilo não perde nenhum final de etapa que ocorra em Castelo Branco... Desde há muitos anos!... Seja qual for o tempo que faça... E ontem esteve um braseiro medonho!... Mas ele não faltou!
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Vejam o que nos diz hoje o Diário de Notícias, num apontamento do Prof.Marçal Grilo, em artigo de "Opinião":
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"Quando Langarica cortou a meta ao contrário"
por MARÇAL GRILO
.
Escrevo de Castelo Branco, onde vim assistir à chegada desta etapa disputada entre Moimenta da Beira e a minha cidade. É já uma tradição com alguns anos vir ver esta chegada que a Organização da Prova e a câmara municipal têm vindo a melhorar de ano para ano, tornando-a cada vez mais emocionante e espectacular. A ideia de um circuito atravessando algumas ruas da cidade aproxima ainda mais a corrida dos espectadores, alguns dos quais nem necessitam de sair de casa para ver passar a caravana com todo o seu aparato e colorido.
Castelo Branco é hoje uma cidade muito diferente daquela em que eu vivi até 1959 e que continuei a visitar regularmente até ao final dos anos 90, quando a minha mãe nos deixou e nós nos desfizemos da casa que tínhamos na Av. Nun' Álvares. E falo nesta casa porque era mesmo em frente dela que durante muitos anos ficou instalada a meta da etapa que terminava na cidade. Isto sobretudo a partir dos anos 50, já que ainda me lembro da meta instalada na Av. Sidónio Pais, em 1948, quando o Fernando Moreira ali ganhou para depois vir mesmo a ganhar a Volta desse ano, ou da meta colocada na antiga Av. Marechal Carmona, hoje Av. Humberto Delgado, onde se deu aquele episódio rocambolesco (a que eu assisti de uma janela da antiga Garagem S. Cristóvão) de o Dalmácio Langarica, que foi um dos melhores corredores espanhóis e que nessa época corria entre nós, pelo Académico, cortar a meta ao contrário vindo isolado na etapa que ligou Guarda a Castelo Branco. Cortar a meta ao contrário significou ter-se o Langarica enganado no percurso dentro da cidade e, para quem conhece Castelo Branco, ter falhado o cruzamento em frente do Banco de Portugal e ter seguido em frente em vez de virar à esquerda.
Em dia de Volta a minha casa parecia uma redacção de jornal. Havia um dos jornais do Norte, não sei se o Norte Desportivo, que pedia ao meu pai para utilizar o nosso telefone e passava-se a tarde a ver passar entre a porta da rua e a sala de estar uns ajudantes que traziam ao jornalista principal as classificações e as notícias da corrida para serem transmitidas para o Porto. Tempos idos que hoje, salvo as devidas proporções, nos parecem a Idade Média.
O ciclismo tem destas histórias e é com estas histórias que se faz a história da Volta.
por MARÇAL GRILO
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Escrevo de Castelo Branco, onde vim assistir à chegada desta etapa disputada entre Moimenta da Beira e a minha cidade. É já uma tradição com alguns anos vir ver esta chegada que a Organização da Prova e a câmara municipal têm vindo a melhorar de ano para ano, tornando-a cada vez mais emocionante e espectacular. A ideia de um circuito atravessando algumas ruas da cidade aproxima ainda mais a corrida dos espectadores, alguns dos quais nem necessitam de sair de casa para ver passar a caravana com todo o seu aparato e colorido.
Castelo Branco é hoje uma cidade muito diferente daquela em que eu vivi até 1959 e que continuei a visitar regularmente até ao final dos anos 90, quando a minha mãe nos deixou e nós nos desfizemos da casa que tínhamos na Av. Nun' Álvares. E falo nesta casa porque era mesmo em frente dela que durante muitos anos ficou instalada a meta da etapa que terminava na cidade. Isto sobretudo a partir dos anos 50, já que ainda me lembro da meta instalada na Av. Sidónio Pais, em 1948, quando o Fernando Moreira ali ganhou para depois vir mesmo a ganhar a Volta desse ano, ou da meta colocada na antiga Av. Marechal Carmona, hoje Av. Humberto Delgado, onde se deu aquele episódio rocambolesco (a que eu assisti de uma janela da antiga Garagem S. Cristóvão) de o Dalmácio Langarica, que foi um dos melhores corredores espanhóis e que nessa época corria entre nós, pelo Académico, cortar a meta ao contrário vindo isolado na etapa que ligou Guarda a Castelo Branco. Cortar a meta ao contrário significou ter-se o Langarica enganado no percurso dentro da cidade e, para quem conhece Castelo Branco, ter falhado o cruzamento em frente do Banco de Portugal e ter seguido em frente em vez de virar à esquerda.
Em dia de Volta a minha casa parecia uma redacção de jornal. Havia um dos jornais do Norte, não sei se o Norte Desportivo, que pedia ao meu pai para utilizar o nosso telefone e passava-se a tarde a ver passar entre a porta da rua e a sala de estar uns ajudantes que traziam ao jornalista principal as classificações e as notícias da corrida para serem transmitidas para o Porto. Tempos idos que hoje, salvo as devidas proporções, nos parecem a Idade Média.
O ciclismo tem destas histórias e é com estas histórias que se faz a história da Volta.
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*Administrador da Fundação Calouste Gulbenkian
*Administrador da Fundação Calouste Gulbenkian
11 agosto 2010
10 agosto 2010
09 agosto 2010
Isto sim... é Humor!
Do melhor que tenho "visto" (lido...)
.
"Esta nova mania de andar a cremar os corpos é no que dá... Atiram as cinzas mal apagadas para o mato e depois temos Portugal a arder...Voltemos ás badaladas, dez palmos de terra e dois baldes de cal..."
.
by Alexandre Frade Correia
in. "A NOSSA JUVENTUDE EM CASTELO BRANCO"
.
Parabéns por esta...tirada, Alexandre!
Faz bem à alma uma boa dose diária de humor...
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"Esta nova mania de andar a cremar os corpos é no que dá... Atiram as cinzas mal apagadas para o mato e depois temos Portugal a arder...Voltemos ás badaladas, dez palmos de terra e dois baldes de cal..."
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by Alexandre Frade Correia
in. "A NOSSA JUVENTUDE EM CASTELO BRANCO"
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Parabéns por esta...tirada, Alexandre!
Faz bem à alma uma boa dose diária de humor...
Beira Baixa - 1962 - Janeiro
07/Janeiro/62
Assembleia-Geral da Casa das Beiras
Foi presidida pelo Sr. Dr. António José Pereira e secretariado pelos Srs. Dr. Álvaro Henriques Almeida e Júlio Lourenço.
.
Novos Corpos gerentes:
Assembleia-Geral
Presidente – Conselheiro Dr. Afonso Melo Pinto Veloso
Vice-Presidente – Dr. José Gomes Mota
Secretário – Pedro Nunes Morão
Secretário -José Marques dos Santos
Secretário – António Cruz Leal
Secretário – António José Abrantes Cardoso
.
Conselho Regional
Por Aveiro:
Dr. Francisco José Vale Guimarães
Corregedor Dr. Manuel dos Santos Victor e
Salviano Gonçalves Lima
.
Por Castelo Branco:
Dr. José Pereira
Dr. Jaime Lopes Dias e
Álvaro Figueiredo de Melo
.
Direcção
Dr. Manuel Martins da Cruz
Eng. Francisco Xavier Marques Maia
Júlio Lourenço
Fernando da Cruz Pereira
Eng. António dos Santos Almeida
João Manuel Rodrigues de Oliveira e
Ladislau Mendes Rebelo Pereira
.
Conselho Fiscal
Presidente – Eng. Armando José Estêvão da Silva
Vogal – Armando Fernandes Costa
Vogal – Aníbal Ribeiro da Silva
.
14/Janeiro/62
Na Assembleia Nacional, o Sr. Dr. Martins da Cruz chamou a atenção para a necessidade da criação de um Liceu Feminino em Castelo Branco.
.
14/Janeiro/62
A posse da nova Direcção dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco.
O acto de posse realizou-se no dia 12.
Assembleia-Geral:
Presidente - Dr. José Lopes Dias
Vice-Presidente – Dr. Frederico da Costa Conde
Secretário – Fernando José Dias
Secretário – José Rodrigues Penteado
.
Conselho Fiscal
Presidente – Dr. João Caetano Abrunhosa
Secretário relator - Cap. Nunes Catana.
.
Direcção:
Presidente - Dr. José António Raposo Semedo
Vice-Presidente – Dr. João Martins Pinto Elvas
Tesoureiro – Dr. Joaquim dos Santos Carneiro
Secretário – Manuel Afonso Rodrigues Salavisa
Vogal – Manuel Ramos Tomás
Vogal – Luis José dos Reis
Vogal – José Meruje dos Santos
.
14/Janeiro/62
Falecimento
Menina Teresa Maria Morão Neto de Almeida
Faleceu em Lisboa, no passado dia 5, no Hospital de Santa Maria, vítima de uma infecção cuja causa se desconhece, a menina Teresa Maria Morão Neto de Almeida, de 3 anos, filha da Sr.ª D. Maria Josefina de Carvalho Paiva Morão Neto de Almeida e do Sr. José António Cordeiro Neto de Almeida.
.
21/Janeiro/62
Plano de Urbanização
O Sr. Dr. Vasco Mendes de Matos apresentou na reunião do Município uma importante comunicação sobre o Plano de Urbanização de Castelo Branco.
.
21/Janeiro/62
Na Assembleia Nacional, o deputado Dr. Martins da Cruz requereu elementos sobre a electrificação no Distrito de Castelo Branco.
.
21/Janeiro/62
Nascimento
Na residência de seus pais, em Castelo Branco, deu à luz no passado dia 10, uma robusta criança do sexo feminino, a Sr.ª D. Maria Beatriz Vidal Pereira Monteiro, filha do nosso estimado amigo, Sr. José Vidal Sestay e de sua esposa D. Maria Cândida Fradique de Sousa Vidal Sestay e esposa do Sr. Dr. José Alberto Pereira Monteiro.
.
28/Janeiro/62
Falecimento
Faleceu em Lisboa, o Sr. Prof. Doutor Vieira de Almeida, grande figura da intelectualidade portuguesa, que era natural de Castelo Branco.
Foi no passado dia 20, na sua residência --Vivenda Montalegre --, na Av. Marechal Carmona, em Cascais
.
28/Janeiro/62
A Sorte Grande
“Foi vendido em Castelo Branco, o 2ºprémio da Lotaria da Santa Casa”.
De 300 contos foi vendido pelo Agente de Lotaria, Sr. João Borges Pires.
Assembleia-Geral da Casa das Beiras
Foi presidida pelo Sr. Dr. António José Pereira e secretariado pelos Srs. Dr. Álvaro Henriques Almeida e Júlio Lourenço.
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Novos Corpos gerentes:
Assembleia-Geral
Presidente – Conselheiro Dr. Afonso Melo Pinto Veloso
Vice-Presidente – Dr. José Gomes Mota
Secretário – Pedro Nunes Morão
Secretário -José Marques dos Santos
Secretário – António Cruz Leal
Secretário – António José Abrantes Cardoso
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Conselho Regional
Por Aveiro:
Dr. Francisco José Vale Guimarães
Corregedor Dr. Manuel dos Santos Victor e
Salviano Gonçalves Lima
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Por Castelo Branco:
Dr. José Pereira
Dr. Jaime Lopes Dias e
Álvaro Figueiredo de Melo
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Direcção
Dr. Manuel Martins da Cruz
Eng. Francisco Xavier Marques Maia
Júlio Lourenço
Fernando da Cruz Pereira
Eng. António dos Santos Almeida
João Manuel Rodrigues de Oliveira e
Ladislau Mendes Rebelo Pereira
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Conselho Fiscal
Presidente – Eng. Armando José Estêvão da Silva
Vogal – Armando Fernandes Costa
Vogal – Aníbal Ribeiro da Silva
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14/Janeiro/62
Na Assembleia Nacional, o Sr. Dr. Martins da Cruz chamou a atenção para a necessidade da criação de um Liceu Feminino em Castelo Branco.
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14/Janeiro/62
A posse da nova Direcção dos Bombeiros Voluntários de Castelo Branco.
O acto de posse realizou-se no dia 12.
Assembleia-Geral:
Presidente - Dr. José Lopes Dias
Vice-Presidente – Dr. Frederico da Costa Conde
Secretário – Fernando José Dias
Secretário – José Rodrigues Penteado
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Conselho Fiscal
Presidente – Dr. João Caetano Abrunhosa
Secretário relator - Cap. Nunes Catana.
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Direcção:
Presidente - Dr. José António Raposo Semedo
Vice-Presidente – Dr. João Martins Pinto Elvas
Tesoureiro – Dr. Joaquim dos Santos Carneiro
Secretário – Manuel Afonso Rodrigues Salavisa
Vogal – Manuel Ramos Tomás
Vogal – Luis José dos Reis
Vogal – José Meruje dos Santos
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14/Janeiro/62
Falecimento
Menina Teresa Maria Morão Neto de Almeida
Faleceu em Lisboa, no passado dia 5, no Hospital de Santa Maria, vítima de uma infecção cuja causa se desconhece, a menina Teresa Maria Morão Neto de Almeida, de 3 anos, filha da Sr.ª D. Maria Josefina de Carvalho Paiva Morão Neto de Almeida e do Sr. José António Cordeiro Neto de Almeida.
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21/Janeiro/62
Plano de Urbanização
O Sr. Dr. Vasco Mendes de Matos apresentou na reunião do Município uma importante comunicação sobre o Plano de Urbanização de Castelo Branco.
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21/Janeiro/62
Na Assembleia Nacional, o deputado Dr. Martins da Cruz requereu elementos sobre a electrificação no Distrito de Castelo Branco.
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21/Janeiro/62
Nascimento
Na residência de seus pais, em Castelo Branco, deu à luz no passado dia 10, uma robusta criança do sexo feminino, a Sr.ª D. Maria Beatriz Vidal Pereira Monteiro, filha do nosso estimado amigo, Sr. José Vidal Sestay e de sua esposa D. Maria Cândida Fradique de Sousa Vidal Sestay e esposa do Sr. Dr. José Alberto Pereira Monteiro.
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28/Janeiro/62
Falecimento
Faleceu em Lisboa, o Sr. Prof. Doutor Vieira de Almeida, grande figura da intelectualidade portuguesa, que era natural de Castelo Branco.
Foi no passado dia 20, na sua residência --Vivenda Montalegre --, na Av. Marechal Carmona, em Cascais
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28/Janeiro/62
A Sorte Grande
“Foi vendido em Castelo Branco, o 2ºprémio da Lotaria da Santa Casa”.
De 300 contos foi vendido pelo Agente de Lotaria, Sr. João Borges Pires.
08 agosto 2010
Só hoje tive conhecimento...
Faleceu no passado dia 5 de Agosto, em Lisboa,
o Prof. Carlos Alberto da Silva Almaça, que foi
meu Colega e Amigo desde Outubro de 1953,
ano em que ambos entrámos na Faculdade de
Ciências de Lisboa, para frequentar o 1ºano do
Curso de Ciências Biológicas.
.
Carlos Almaça, à direita, trocando impressões com Fereira Nunes e com G. Laisné, durante um Encontro de Professores de Ciências Naturais, ocorrido em Lisboa, na primeira semana de Agosto de 1970 e que terminou faz hoje exactamente 40 anos.
o Prof. Carlos Alberto da Silva Almaça, que foi
meu Colega e Amigo desde Outubro de 1953,
ano em que ambos entrámos na Faculdade de
Ciências de Lisboa, para frequentar o 1ºano do
Curso de Ciências Biológicas.
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Carlos Almaça, à direita, trocando impressões com Fereira Nunes e com G. Laisné, durante um Encontro de Professores de Ciências Naturais, ocorrido em Lisboa, na primeira semana de Agosto de 1970 e que terminou faz hoje exactamente 40 anos..
O biólogo e professor Carlos Almaça, uma das referências na área da zoologia, morreu na madrugada do dia 5, aos 75 anos de idade. O antigo professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa estava hospitalizado com uma doença prolongada.
Durante mais de 20 anos foi director do museu Bocage, o departamento de Zoologia do Museu de História Natural de Lisboa.
.
“Ele descobriu espécies novas e fez um trabalho importantíssimo na área de peixes de água doce” . “Era daqueles cientistas clássicos”, referiu Maria José Costa, professora na FCUL , explicando que foi uma referência para várias gerações de biólogos.“Foi uma pessoa de referência pelos estudos de evolução que desenvolveu e pelos últimos trabalhos sobre história da ciência zoológica e biológica”, disse Amélia Loução, bióloga e vice-reitora da Universidade de Lisboa, referindo que foi uma “perda”.
.
Carlos Almaça deixou vários artigos e livros publicados, entre outros: "Dois séculos de evolucionismo". In: Biologias na noite" (2007), "Revisão científica de História dos Animais de Aristóteles" (2006), "O elogio da diferença". In: Encontro de Saberes"(2006) e "Revisitamos Lamarck. A tendência para o progresso"(2005).
.
Mais um de nós que saíu de cena...
Adeus, Almaça!... E até um dia...
Durante mais de 20 anos foi director do museu Bocage, o departamento de Zoologia do Museu de História Natural de Lisboa.
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“Ele descobriu espécies novas e fez um trabalho importantíssimo na área de peixes de água doce” . “Era daqueles cientistas clássicos”, referiu Maria José Costa, professora na FCUL , explicando que foi uma referência para várias gerações de biólogos.“Foi uma pessoa de referência pelos estudos de evolução que desenvolveu e pelos últimos trabalhos sobre história da ciência zoológica e biológica”, disse Amélia Loução, bióloga e vice-reitora da Universidade de Lisboa, referindo que foi uma “perda”.
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Carlos Almaça deixou vários artigos e livros publicados, entre outros: "Dois séculos de evolucionismo". In: Biologias na noite" (2007), "Revisão científica de História dos Animais de Aristóteles" (2006), "O elogio da diferença". In: Encontro de Saberes"(2006) e "Revisitamos Lamarck. A tendência para o progresso"(2005).
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Mais um de nós que saíu de cena...
Adeus, Almaça!... E até um dia...
As "garotas" de Bosch Penalva
A revista Can Can nº35
publicou na sua capa em
27 de Outubro de 1960
esta "amiga das flores"...
publicou na sua capa em
27 de Outubro de 1960
esta "amiga das flores"...

Desenho de Bosch Penalva
Desta vez o "idiota de serviço"
fala para um gnomo que acompanha
a "beleza"...
- Ouve lá, não te parece que tens altura de menos para isso?!...

- Agradeçam a esta menina que nos emprestou o vestido para que possamos fazer a demonstração desta máquina de lavar roupa...
07 agosto 2010
São quadras, meu bem... são quadras!...
Fui ao Castelo e olhei
A mais bonita Cidade.
Na Rua onde tu moras
Há um véu de claridade...
A mais bonita Cidade.
Na Rua onde tu moras
Há um véu de claridade...
06 agosto 2010
António Russinho...
Dois meses antes de realizar a Exposição de 6 de Junho de 1985, António Manuel Couto Viana dedicou um poema, intitulado "4 Estações", a António Russinho.
Esta Exposição que foi a primeira individual que realizou, tinha como temas "As 4 Estações do Ano", (guaches) e "Castelo Branco - cidade" (lápis)
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António Russinho na inauguração de sua Exposição
no Liceu de Castelo Branco, em 6 de Junho de 1985
no Liceu de Castelo Branco, em 6 de Junho de 1985
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4 Estações
.......(Para António Russinho)
.
Nasce a vida. É Primavera!
Voa um pássaro no ninho
(já ninguém o ensina e espera),
Sozinho
.
Agora é Verão. Que calor!
Idílios no ar. Depois
Cresce o ninho ao Sol do amor
De dois.
.
Chega, então, o Outono. O Sol
Enfrequece pouco a pouco.
Canta, ainda, o rouxinol
Mas rouco.
.
Enfim, o Inverno. Que frio!
Ramos nus, ao vento tudo.
O ninho ficou vazio
De tudo!
.
01.04.1985
.
Algumas notas
António Russinho nasceu em Castelo Branco e estudou em Lisboa onde conviveu com poetas, pintores, músicos (Sabastião da Gama, Norberto Correia, Júlio Gil, Vasco de Lima Couto, Pedro Homem de Melo, Matilde Rosa Araújo, Manuel Lereno...) e criou com Norberto Correia, a "Grei Lusitana"., que reune colegas de várias Faculdades e que desenvolve um programa de actividades culturais. Com Sebastião da Gama e Norberto Correia organiza uma embaixada artística a Catelo Branco.
Nesta cidade, onde muito cedo passa a residir, funda o Círculo de Educação e Cultura e entrega-se ao ensino em várias escolas da cidade.
Em 1952, cria a Delegação da Sociedade de Concertos "Pró Arte" que ao longo de trinta anos, vai realizar mais de 150 concertos:
Em 1982, é destacado para o Conservatório Regional.
Dedicou-se ao Jornalismo, tendo colaborado com os periódicos "Reconquista", "Beira Baixa" e "Jornal do Fundão".
Foi vereador da Câmara Municipal de Castelo Branco, durante dois mandatos.
Das várias experiências pedagógicas que experimentou, é na disciplina de Educação Visual que o seu entusiasmo se torna verdadeiramente pujante.
.
Nesta cidade, onde muito cedo passa a residir, funda o Círculo de Educação e Cultura e entrega-se ao ensino em várias escolas da cidade.
Em 1952, cria a Delegação da Sociedade de Concertos "Pró Arte" que ao longo de trinta anos, vai realizar mais de 150 concertos:
Em 1982, é destacado para o Conservatório Regional.
Dedicou-se ao Jornalismo, tendo colaborado com os periódicos "Reconquista", "Beira Baixa" e "Jornal do Fundão".
Foi vereador da Câmara Municipal de Castelo Branco, durante dois mandatos.
Das várias experiências pedagógicas que experimentou, é na disciplina de Educação Visual que o seu entusiasmo se torna verdadeiramente pujante.
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05 agosto 2010
Escrito na pedra...
in "Público"
.
"Ler é beber e comer. O espírito que não lê emagrece como um corpo que não come".
.
Victor Hugo
escritor francês
1802 - 1885
.
"Ler é beber e comer. O espírito que não lê emagrece como um corpo que não come".
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Victor Hugo
escritor francês
1802 - 1885
04 agosto 2010
As "Bonecas" de Jean Bellus
Humor antigo com o traço de
Jean Bellus
França (1911 - 1967)
in "Anedota Ilustrada",
nº9/1961
Jean Bellus
França (1911 - 1967)
in "Anedota Ilustrada",
nº9/1961
03 agosto 2010
Um sorriso para Cibele...
Um poema de
António Gedeão
António Gedeão
.
Um sorriso para Cibele
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Aqui não há nada, Cibele,
a não ser uma alameda estreita
com renques de flores à esquerda e à direita.
.
As flores são daquelas que eu não gosto, Cibele.
Pretensiosas.
Zinias, dálias, crisântemos, margaridas e rosas.
As flores de que eu gosto são das que ninguém planta nem semeia,
daquelas que a gente passa e diz: “Olhe, faz-me favor.
Sabe-me dizer como se chama esta flor?”
.
Não gosto delas, não,
mas à falta de melhor, Cibele,
é nelas que cevo a minha solidão.
.
Todas as manhãs quando aqui passo para as ver
acaricio-as á flor da pele
e balbucio as palavras que ficaram por dizer.
.
Assim se vai passando o tempo, Cibele.
.
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Aqui não há nada, Cibele,
a não ser uma alameda estreita
com renques de flores à esquerda e à direita.
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As flores são daquelas que eu não gosto, Cibele.
Pretensiosas.
Zinias, dálias, crisântemos, margaridas e rosas.
As flores de que eu gosto são das que ninguém planta nem semeia,
daquelas que a gente passa e diz: “Olhe, faz-me favor.
Sabe-me dizer como se chama esta flor?”
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Não gosto delas, não,
mas à falta de melhor, Cibele,
é nelas que cevo a minha solidão.
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Todas as manhãs quando aqui passo para as ver
acaricio-as á flor da pele
e balbucio as palavras que ficaram por dizer.
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Assim se vai passando o tempo, Cibele.
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in "Linhas de Força"
1967
02 agosto 2010
A morte de um Jornalista...
O jornalista e comentador de Política Nacional, Mário Bettencourt Resendes, morreu, esta segunda-feira de madrugada, aos 58 anos, vítima de cancro.
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Mário Bettencourt Resendes
O jornalista Mário Bettencourt Resendes faleceu, esta segunda-feira de madrugada, aos 58 anos, vítima de cancro, no Hospital Cuf Descobertas, em Lisboa.Nascido em 1952 em Ponta Delgada, Bettencourt Resendes desempenhava actualmente as funções de Provedor do Leitor do Diário de Notícias, jornal do qual foi director entre o início da década de 90 e 2003.
Depois de um curso de jornalismo feito em Paris, o comentador de Política Nacional estagiou no Diário de Notícias em 1975, tendo depois passado brevemente pelo Jornal Novo e pela revista semanal Opção, antes do regresso ao DN, em Novembro de 1976.
Na Comenda...
O "Palacete do Conde Armand" ( distinto diplomata, que foi "ministro da França" em Lisboa) também conhecido por "Palecete da Comenda", encerra as linhas inconfundíveis do Arquitecto Raúl Lino ( que foi convidado para fazer o projecto em 1927 e concluíu a obra, em 1939).
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O Palacete do Conde Armand, na Comenda (Setúbal)
Foto obtida em 10 de Julho de 2010
Foto obtida em 10 de Julho de 2010
01 agosto 2010
Parabéns!... 01 de Agosto
Parabéns!... 01 de Agosto
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