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04. Janeiro
Foram eleitos os Corpos Gerentes da Sociedade Musical e Recreativa União Setubalense.
Mantiveram-se os mesmos elementos.
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06. Janeiro
Veiga Simão comunica ao País a sua reforma geral do ensino.
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06. Janeiro
Começaram os trabalhos para a ligação da rua Gen.Daniel de Sousa com a Avenida Todi.
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09. Janeiro
EICS
Domingos Ramos Carrilho do Rosário foi empossado no cargo de sub-director da Escola Industrial e Comercial de Setúbal.
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11. Janeiro
A Cidade
Começaram os trabalhos para alinhamento da Avenida Portela com a Estrada dos Ciprestes.
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13. Janeiro
A Cidade
Entrou em funcionamento a sinalização luminosa para o trênsito. (no cruzamento da Avenida Duarte Pacheco com a rua Camilo Castelo Branco.)
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18. Janeiro
Um buraco no Ribeiro do Livramento impede o trânsito na rua Joge de Sousa
A abóbada da Ribeira do Livramento cedeu, deixando um buraco no pavimento da Av.22 de Dezembro.
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18. Janeiro
Jovem pianista setubalense na Televisão
Apresentou-se no passado dia 10, preenchendo o programa "Os Jovens e a Música", a aluna da Academia de Músics Luisa Todi, Isabel Maria Pinho Duarte.
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18. Janeiro
A Comissão de Festas de Setúbal promoveu uma reunião de elementos de Colectividades Recreativas e Desportivas, com o Presidente da Câmara a que assistiram também o deputado Rogério Claro e o Presidente da Comissão de Festas, eng.António Barroso.
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18. Janeiro
Major Pinto de Sousa
No Café Central realizou-se na passada 6ªfeira à noite, um jantar de homenagem ao Sr.Major Pinto de Sousa, que vai partir para o Ultramar.
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21. Janeiro
Os novos Corpos Gerentes do Clube Setubalense
Assembleia Geral -
Presidente - Dr.Estêvão Moreira
Vice-Presidente - Dr.António Emílio Sendas
1ºSecretário - Dr.José Caldeira Areias
2ºSecretário - José Cândido Arôcha
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Direcção:
Presidente - José Luis Silva Ahrens Novais
Vice-Presidente - Leonardo Neto Pereira
Secretário - José António Telles Duarte Gomes
Vice-Secretário - Francisco Lacasta Nascimento e Oliveira
Tesoureiro - António O´Neill
Suplente - Dr.José Martins Soveral Rodrigues
Suplente - Avílio de Barroso e Rebelo Neves
Suplente - José Eduardo Lança da Silva Gomes
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25. Janeiro
Serviços de Limpesa
Máquina varredora-aspiradora nas ruas da nossa cidade.
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25. Janeiro
Andréa
Encontra-se há cerca de 2 meses na Itália
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27. Janeiro
Reportagem sobre o Liceu Nacional de Setúbal, com mini-entrevistas a alunos e funcionários (D.Tomásia, Sr.Agostinho e Francisco José Silva (o sr."Chico Caramelo") e com o reitor Dr.Armindo Gonçalves.
A preocupação de comparar o Liceu de hoje com o de ontem...
09 novembro 2017
08 novembro 2017
Coisas do passado...
Em 29 de Setembro de 1970
No barco, caminho de um almoço em Troia no restaurante da Torralta
.
No barco, caminho de um almoço em Troia no restaurante da Torralta
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O Rui Crespo de Oliveira (Rui Carmona), NN e António Cardoso Ferreira
07 novembro 2017
São quadras, meu bem...São quadras...
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A Lua oculta a face
Por detrás de um Sol sem chama.
Também te escondes de mim...
Não gostas de quem te ama!...
A Lua oculta a face
Por detrás de um Sol sem chama.
Também te escondes de mim...
Não gostas de quem te ama!...
06 novembro 2017
05 novembro 2017
04 novembro 2017
Escrito na pedra...
In. “Público”
31.10.2017
.
“Não conspira quem nada ambiciona.”
.
Sófocles
496 a.C.- 406 a.C.
Poeta
31.10.2017
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“Não conspira quem nada ambiciona.”
.
Sófocles
496 a.C.- 406 a.C.
Poeta
03 novembro 2017
São coisas do passado...
Em 15 de Agosto de 1970
Na travessia do Sado, um grupo de amigos do Café Central,
a caminho de um almoço no restaurante da Torralta.
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Na travessia do Sado, um grupo de amigos do Café Central,
a caminho de um almoço no restaurante da Torralta.
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Rui Crespo Carmona, Mário Costa e Machado Pinto.
Lá atrás, de óculos escuros, o Manuel Tavares, o dono da
empresa dos barcos que faziam a travessia do rio.
02 novembro 2017
São quadras, meu bem!... São quadras
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"A cada pancada tua
vibrando no céu aberto
sinto mais longe o passado
sinto a saudade mais perto".
sinto a saudade mais perto".
fernando pessoa
01 novembro 2017
Parabéns, Luciano...
Nasceu em
1 de Novembro de 1927
Comemora hoje 90 anos...
mas ninguém lhos dá!...
Está óptimo...
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1 de Novembro de 1927
Comemora hoje 90 anos...
mas ninguém lhos dá!...
Está óptimo...
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Luciano dos Santos Costa
Uma fotografia antiga...
...obtida na
PRAIA DA ROCHA
em
17.02.1953
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PRAIA DA ROCHA
em
17.02.1953
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Por exigência do então Ministro da Educação, Fernando Pires de Lima, a "viagem de fim-de curso a Espanha", realizadas por alguns liceus das zonas fronteiriças foram proibidas naquele ano lectivo de 1952/53
A viagem de Fim de Curso tornou-se "caseira" e optámos por passar o Carnaval ao Algarve...
Aqui deixo as meninas, nossas colegas, que tiveram a "ousadia" de fazer aquela viagem ao Algarve, durante os cinco dias de Carnaval. Com a Maria Júlia Ribeiro Costa em primeiro plano, surgem logo atrás a Maria Luísa Vieira Pinto Garcia (a Mia), a Maria da Conceição Faria de Sousa, a Susana Vaz Oliveira e a Maria José Morão; na última fila, a Maria Onémia Cardoso Carmona, a Maria José Folgado Pereira (a Zezinha da Polida), a Ilda do Carmo Silva e a Marília Neves Pereira.
31 outubro 2017
Faz hoje 66 anos...
...que tirei estas fotografias.
Foi num magusto que fizemos
no dia 31 de Outubro de 1951
nos arredores Castelo Branco
Os magustos "serviam" para uma maior aproximação
entre os "meninos" e as "meninas" que, naquela data,
frequentavam o 6ºano do Liceu.
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Foi num magusto que fizemos
no dia 31 de Outubro de 1951
nos arredores Castelo Branco
Os magustos "serviam" para uma maior aproximação
entre os "meninos" e as "meninas" que, naquela data,
frequentavam o 6ºano do Liceu.
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A Ilda Pina Guerra, a Aurília Fernandes e
a Maria Luiza Vieira Pinto Garcia (a Mia).
Lá atrás, já muito bem dispostos,
o António Salvado e o António Tavares.
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Na primeira fila, a Mia, a Onémia, a Aurilia e a Ilda Guerra.
Na segunda fila, todos de pé, o Amândio Robalo, o Joaquim Carmona, o António Lopes Dias, o Manuel Tavares Monteiro, o Manuel Santos Luis, o António Tavares, o António Salvado, o António Roque Antunes e o José Moura Nunes da Cruz.
Encoberto pelo António Tavares parece estar o Armando Lourenço Rodrigues.
Encoberto pelo António Tavares parece estar o Armando Lourenço Rodrigues.
30 outubro 2017
Eles foram professores do Liceu...
António
Manuel Gamito
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Foi professor efetivo do 2ºGrupo (Francês).
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Em 27 de Março de 1928, tomou posse após transferência do Liceu D. João de Castro, em Lisboa. Acabava de ser autorizado a permutar com o José Gomes Murta que passou para o quadro daquele Liceu de Lisboa.
Em 1 de Agosto de 1929 é empossado no cargo de Reitor do Liceu pelo Vice-Reitor Moreira de Almeida
Manuel António Gamito regista mais duas posses como Reitor, a segunda, em 28 de Abril de 1930, conferida por Moreira de Almeida e a terceira, no dia 28 de Abril de 1933, conferida pelo Vice-Reitor João Augusto Fonseca Jr,
Em 7 de Abril de 1943 ainda exerce o cargo de Reitor o que se infere da sua assinatura no auto de abertura do livro do registo de posses do Liceu que se iniciou naquela data.
Em 18 de Setembro de 1947, Manuel Gamito toma posse como professor efectivo do 2ºGrupo.
Em 30 de Abril de 1949, é o Reitor que inaugura o novo edifício do Liceu Nacional de Setúbal.
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Foi professor efetivo do 2ºGrupo (Francês).
Em 27 de Março de 1928, tomou posse após transferência do Liceu D. João de Castro, em Lisboa. Acabava de ser autorizado a permutar com o José Gomes Murta que passou para o quadro daquele Liceu de Lisboa.
Em 1 de Agosto de 1929 é empossado no cargo de Reitor do Liceu pelo Vice-Reitor Moreira de Almeida
Manuel António Gamito regista mais duas posses como Reitor, a segunda, em 28 de Abril de 1930, conferida por Moreira de Almeida e a terceira, no dia 28 de Abril de 1933, conferida pelo Vice-Reitor João Augusto Fonseca Jr,
Em 7 de Abril de 1943 ainda exerce o cargo de Reitor o que se infere da sua assinatura no auto de abertura do livro do registo de posses do Liceu que se iniciou naquela data.
Em 18 de Setembro de 1947, Manuel Gamito toma posse como professor efectivo do 2ºGrupo.
Em 30 de Abril de 1949, é o Reitor que inaugura o novo edifício do Liceu Nacional de Setúbal.
29 outubro 2017
Um jantar do Liceu...
...no Hotel Esperança
Ano lectivo de 1964/65.
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Ano lectivo de 1964/65.
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No primeiro plano, as professoras Drª.Maria Real dos Santos Serra (Ing), Drª.Maria Joana Meira (Port.) e D.Maria Virgínia Fialho. Em segundo plano, a D.Mariana Cavalheiro, o Dr.Estêvão Moreira (Filos. e reitor), NN, Dr.José Paulino Pereira, D.Alice Moreira, Dr.Salvador Ricardo da Costa (Mat) e Dr.João Cavalheiro (OPAN e meio cortado...)
28 outubro 2017
Humor antigo...
in. "Mundo Ri"
Agosto de 1965
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- No dia em que me enganares morrerei...Tenho a certeza, Carolina!
- És um exagerado, André!... A prova é que ainda estás aí...
27 outubro 2017
São quadras, meu bem...São quadras...
Graças a certo percalço
Conseguiste, enfim, marido
Como vês, um passo em falso
Nem sempre é passo perdido.
Como vês, um passo em falso
Nem sempre é passo perdido.
26 outubro 2017
Um jantar...
...no Hotel Esperança...
Ano lectivo de 1964/65
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Ano lectivo de 1964/65
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No primeiro plano as professoras DrªMaria Real dos Santos Serra (Ingl), DrªMaria Joana Meira (Port) e D.Virgínia Fialho (R Moral). Em segundo plano, a D.Mariana Cavalheiro, Dr.Estêvão Moreira (Filos. e Reitor), NN, Dr.José Paulino Pereira, D.Alice Moreira, Dr.Salvador Ricardo da Costa (Mat.) e Dr.João Cavalheiro (OPAN)
25 outubro 2017
Escrito na pedra...
In. “Público”
11.09.2015
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“Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos.”
.
Fernando Pessoa
1888-1935
Poeta português
11.09.2015
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“Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos.”
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Fernando Pessoa
1888-1935
Poeta português
24 outubro 2017
Hoje há pintura...
DomenicosTheotokopoulos, dito El Greco
1540 (?) – 1541
Pintor grego
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1540 (?) – 1541
Pintor grego
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A agonia no jardim de Gethsemane
23 outubro 2017
A válvula de segurança...
um artigo da jornalista
São José Almeida
no "Público" de sábado
dia 21 de Outubro
É verdade que a comunicação ao país do Presidente da República, na terça-feira, à noite tornou inadiável a decisão de Constança Urbano de Sousa. Mas assim como a crise no Governo não se resume apenas à permanência da ministra naquela pasta, a intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa representa muito mais do que o apontar a porta de saída a um membro do Governo.
O Presidente não se limitou a mostrar “quem manda”. Marcelo demonstrou, com brilhantismo, o que é ser Presidente da República dentro do padrão constitucional. Mais do que isso: redesenhou o exercício dos poderes constitucionais do Presidente em Portugal. E afirmou-se como a válvula de segurança do regime e do sistema político — mostrou o que é ocupar o primeiro órgão de soberania.
(...)
Num discurso brilhante — em que não faltou a emotividade de que a política deve e tem de ser feita —, Marcelo mostrou a sua real preocupação com o país e com as pessoas que de facto o constituem e que Portugal não se resume às elites que se arrastam pelos corredores do poder e que o influenciam. Marcelo mostrou o que é liderar um país. E lançou a si mesmo um desafio que não poderá ser daqui para a frente inconsequente. O Presidente prometeu ser a tutela e o real fiscalizador do regular funcionamento das instituições. E que o fará de acordo com um paradigma que nunca foi visto em Portugal.
O Presidente não se limitou a exigir uma remodelação, nos termos em que outros presidentes o tinham feito. Mais do que exigir ao primeiro-ministro, numa audiência, a saída de um ministro, o Presidente proclamou-o, sem aviso prévio, alto e bom som, numa comunicação ao país. Não se limitou a dizer basta ao primeiro-ministro e a desautorizá-lo formalmente enquanto chefe de Governo e responsável pelas opções de governação.
Não se limitou a impor uma agenda de acção concreta ao poder executivo — incluindo a orçamental —, assumiu-se como orientador das prioridades na gestão do Estado e garantiu que a liderança dessa execução será a razão maior do seu mandato. Afirmou, preto no branco, que governar não se resume a fazer acordos parlamentares, à gestão orçamental e ao controlo do défice. Governar é também isso, mas é muito mais — é cuidar da comunidade toda ela, das pessoas que a constituem e da soberania do país.
Não se limitou a marcar a agenda da Assembleia da República — ao pedir que o segundo órgão de soberania clarifique se o Governo tem condições para se manter em funções. E nisto também inovou, já que pedir isto ao Parlamento não é o mesmo que usar o poder de dissolução da Assembleia ou o de demissão do primeiro-ministro.
Marcelo mostrou um projecto para Portugal. Defendeu o regime e as instituições democráticas. Mas fez mais. Defendeu o respeito pelas pessoas, o sentimento de comunidade, o valor do património e do território e, com isso, defendeu o prestígio e a identidade nacional. Devolveu dignidade às instituições da República Portuguesa e devolveu dignidade ao país.
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in "Publico"
21.10.2017
São José Almeida
no "Público" de sábado
dia 21 de Outubro
São José Almeida
.
“Marcelo mostrou quem manda.” A frase foi-me dita por um membro do Governo na quarta-feira de manhã, já era conhecida a notícia de que Constança Urbano de Sousa exigira sair do Governo, alegando a sua “dignidade pessoal” e pondo travão à teimosia do primeiro-ministro, António Costa, em obrigá-la a arrastar-se em funções, quando tinha pedido para sair há quatro meses.
“Marcelo mostrou quem manda.” A frase foi-me dita por um membro do Governo na quarta-feira de manhã, já era conhecida a notícia de que Constança Urbano de Sousa exigira sair do Governo, alegando a sua “dignidade pessoal” e pondo travão à teimosia do primeiro-ministro, António Costa, em obrigá-la a arrastar-se em funções, quando tinha pedido para sair há quatro meses.
É verdade que a comunicação ao país do Presidente da República, na terça-feira, à noite tornou inadiável a decisão de Constança Urbano de Sousa. Mas assim como a crise no Governo não se resume apenas à permanência da ministra naquela pasta, a intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa representa muito mais do que o apontar a porta de saída a um membro do Governo.
O Presidente não se limitou a mostrar “quem manda”. Marcelo demonstrou, com brilhantismo, o que é ser Presidente da República dentro do padrão constitucional. Mais do que isso: redesenhou o exercício dos poderes constitucionais do Presidente em Portugal. E afirmou-se como a válvula de segurança do regime e do sistema político — mostrou o que é ocupar o primeiro órgão de soberania.
(...)
Num discurso brilhante — em que não faltou a emotividade de que a política deve e tem de ser feita —, Marcelo mostrou a sua real preocupação com o país e com as pessoas que de facto o constituem e que Portugal não se resume às elites que se arrastam pelos corredores do poder e que o influenciam. Marcelo mostrou o que é liderar um país. E lançou a si mesmo um desafio que não poderá ser daqui para a frente inconsequente. O Presidente prometeu ser a tutela e o real fiscalizador do regular funcionamento das instituições. E que o fará de acordo com um paradigma que nunca foi visto em Portugal.
O Presidente não se limitou a exigir uma remodelação, nos termos em que outros presidentes o tinham feito. Mais do que exigir ao primeiro-ministro, numa audiência, a saída de um ministro, o Presidente proclamou-o, sem aviso prévio, alto e bom som, numa comunicação ao país. Não se limitou a dizer basta ao primeiro-ministro e a desautorizá-lo formalmente enquanto chefe de Governo e responsável pelas opções de governação.
Não se limitou a marcar a agenda da Assembleia da República — ao pedir que o segundo órgão de soberania clarifique se o Governo tem condições para se manter em funções. E nisto também inovou, já que pedir isto ao Parlamento não é o mesmo que usar o poder de dissolução da Assembleia ou o de demissão do primeiro-ministro.
Marcelo mostrou um projecto para Portugal. Defendeu o regime e as instituições democráticas. Mas fez mais. Defendeu o respeito pelas pessoas, o sentimento de comunidade, o valor do património e do território e, com isso, defendeu o prestígio e a identidade nacional. Devolveu dignidade às instituições da República Portuguesa e devolveu dignidade ao país.
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in "Publico"
21.10.2017
22 outubro 2017
São coisas do passado...
Em 15 de Agosto de 1970
Regresso ao barco, na travessia das areias da Troia,
após um almoço, no restaurante da Torralta.
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Regresso ao barco, na travessia das areias da Troia,
após um almoço, no restaurante da Torralta.
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O Governador Civil Dr. José Cardoso Ferreira,
Carlos Gonçalves e Hugo Quintans
Carlos Gonçalves e Hugo Quintans
Escrito na pedra...
In.
“Público”
11.09.2015
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“Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos.”
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Fernando Pessoa
1888-1935
Poeta português
11.09.2015
.
“Saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos.”
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Fernando Pessoa
1888-1935
Poeta português
21 outubro 2017
Hoje, no Público...
...um artigo de
João Miguel Tavares
a que o autor deu o título
"Grande, grande Marcelo"
.
Quem costuma ler esta página sabe que o número de artigos críticos suplanta em muito o número de artigos elogiosos, não por qualquer espécie de cinismo ou pessimismo existencial, mas porque acredito que o dever de quem escreve nos jornais é, em primeiro lugar, denunciar o que está mal. Mas pode – e deve – haver excepções. Quando alguém é tão excepcionalmente competente a fazer uma coisa, como Marcelo tem sido no apoio a milhares de vítimas, é importante que as críticas se suspendam para dar lugar ao elogio sem reservas de um Presidente que tem feito tudo para nos orgulharmos dele. Quando, no futuro, quisermos explicar aos nossos filhos, ou aos nossos netos, para que é que serve um Presidente da República, porque é que ele deve ser eleito directamente pelo povo e ter legitimidade própria, poderemos sempre apontar o dedo ao Marcelo de 2017 e dizer: “Um Presidente serve para isto.”
Muito se tem falado na impressionante quantidade de fotos extraordinárias de Marcelo agarrado a viúvas e reformados, gente pobre, coberta de luto, destroçada, que é abraçada e beijada por um queque lisboeta de fato e gravata com uma intimidade que não dispensariam ao vizinho do lado. O que mais espanta nessas fotos é menos a forma como Marcelo consola as pessoas do que a forma como as pessoas se deixam consolar. Numa das suas muitas visitas a horas impróprias, apareceu já noite cerrada a uma velha mulher que largou os dois baldes de água que levava nas mãos para se agarrar ao seu pescoço e lhe falar da perda de um filho: “Ai, senhor presidente! Ai, senhor presidente! Fiquei sem a luz dos meus olhos!” Marcelo é tratado como parte da família. É o que faz a diferença. Abraços e beijinhos unidireccionais é coisa que não falta por aí, em campanhas eleitorais ou vernissages. Mas esta osmose entre o “professor” e o “povo” é coisa muito rara, que não se obtém através de ensaios ao espelho ou estratégias de comunicação.
Por favor, não confundam isto com populismo ou com erupções de caridade ocasional. Isto é simplesmente colocar ao serviço do país uma enorme popularidade, que não tem parado de crescer. Se Marcelo continuar assim, será reeleito em 2021 com 70 ou 80% dos votos – e merece. Não por o seu percurso estar isento de erros. Mas porque nas alturas fundamentais tem sido o melhor Presidente que Portugal poderia ter.
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João Miguel Tavares
a que o autor deu o título
"Grande, grande Marcelo"
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João Miguel Tavares
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As grandes tragédias têm o efeito de fazer sobressair o pior de certas pessoas e o melhor de outras. António Costa foi um desastre na mesma proporção que Marcelo Rebelo de Sousa tem sido um êxito. Em Agosto de 2016, Marcelo já tinha impressionado após o gigantesco incêndio que atingiu o Funchal. Escrevi nessa altura: “Ele é de tal modo extraordinário no contacto pessoal que eu fiquei orgulhoso como português de o ter ali, e de o ver consolar daquela maneira quem tinha perdido tudo, menos a vida. Marcelo estava a ser realmente genuíno na empatia que demonstrava ter para com aquelas pessoas, na forma como as abraça e beijava, no modo como encontrava as palavras certas para falar com elas.” Não tiro uma vírgula ao que disse então, mas acrescento isto: após a tragédia de Pedrógão Grande e a devastação do último fim-de-semana, Marcelo superou em muito a figura do grande consolador – ele foi o atilho que uniu o país, o grito que acordou o primeiro-ministro, o justo que apontou o único caminho decente, mostrando que a política, quando exercida com nobreza e sentido de Estado, é a mais bela das profissões.Quem costuma ler esta página sabe que o número de artigos críticos suplanta em muito o número de artigos elogiosos, não por qualquer espécie de cinismo ou pessimismo existencial, mas porque acredito que o dever de quem escreve nos jornais é, em primeiro lugar, denunciar o que está mal. Mas pode – e deve – haver excepções. Quando alguém é tão excepcionalmente competente a fazer uma coisa, como Marcelo tem sido no apoio a milhares de vítimas, é importante que as críticas se suspendam para dar lugar ao elogio sem reservas de um Presidente que tem feito tudo para nos orgulharmos dele. Quando, no futuro, quisermos explicar aos nossos filhos, ou aos nossos netos, para que é que serve um Presidente da República, porque é que ele deve ser eleito directamente pelo povo e ter legitimidade própria, poderemos sempre apontar o dedo ao Marcelo de 2017 e dizer: “Um Presidente serve para isto.”
Muito se tem falado na impressionante quantidade de fotos extraordinárias de Marcelo agarrado a viúvas e reformados, gente pobre, coberta de luto, destroçada, que é abraçada e beijada por um queque lisboeta de fato e gravata com uma intimidade que não dispensariam ao vizinho do lado. O que mais espanta nessas fotos é menos a forma como Marcelo consola as pessoas do que a forma como as pessoas se deixam consolar. Numa das suas muitas visitas a horas impróprias, apareceu já noite cerrada a uma velha mulher que largou os dois baldes de água que levava nas mãos para se agarrar ao seu pescoço e lhe falar da perda de um filho: “Ai, senhor presidente! Ai, senhor presidente! Fiquei sem a luz dos meus olhos!” Marcelo é tratado como parte da família. É o que faz a diferença. Abraços e beijinhos unidireccionais é coisa que não falta por aí, em campanhas eleitorais ou vernissages. Mas esta osmose entre o “professor” e o “povo” é coisa muito rara, que não se obtém através de ensaios ao espelho ou estratégias de comunicação.
Por favor, não confundam isto com populismo ou com erupções de caridade ocasional. Isto é simplesmente colocar ao serviço do país uma enorme popularidade, que não tem parado de crescer. Se Marcelo continuar assim, será reeleito em 2021 com 70 ou 80% dos votos – e merece. Não por o seu percurso estar isento de erros. Mas porque nas alturas fundamentais tem sido o melhor Presidente que Portugal poderia ter.
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in."Público"
21.10.2017
Parabéns!...21 de Outubro.
A Luísa Abreu faz anos hoje.
Beijinhos e um belo dia de aniversário...
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Beijinhos e um belo dia de aniversário...
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Maria Luísa Duarte Gomes Abreu
20 outubro 2017
Pontificaram em Setúbal ...
...no início da década de 70.
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Carlos Monteiro (Director Escolar), Leão de Almeida (Director de Finanças do Distrito), Cor.Ernesto Carrilho do Rosário, Dr.José Paulino Pereira (médico cirurgião), Dr. Manuel Constantino de Goes (Presidente da Câmara Municipal de Setúbal) e D. João Alves (Vigário Episcopal de Setúbal e futuro Bispo de Coimbra)
19 outubro 2017
18 outubro 2017
Vasco da Graça Moura...
...faleceu em Abril de 2014, há pouco mais de dois anos...
Hoje, mais que nunca, importa lembrar as suas palavras, logo após a reeleição de José Sócrates em 2009:
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Vasco da Graça Moura
"Este prémio dado à incompetência mais clamorosa vai ter consequências desastrosas. A vida dos portugueses é, e vai continuar a ser, uma verdadeira trampa, mas eles acabam de mostrar que preferem chafurdar na porcaria a encontrar soluções verdadeiras, competentes, dignas e limpas. A democracia é assim. Terão o que merecem e é muitíssimo bem feito.
O País acaba de mostrar que prefere a arrogância e a banha de cobra. Pois besunte-se com elas que há-de ter um lindo enterro."
Pior que tudo é não termos aprendido nada!
Pior que tudo é não termos aprendido nada!
17 outubro 2017
16 outubro 2017
São coisas do passado...
Em 15 de Agosto de 1970
Regresso ao barco, no pontão da Troia,
após um almoço divertido no restaurante da Torralta.
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Regresso ao barco, no pontão da Troia,
após um almoço divertido no restaurante da Torralta.
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Cor.Rodrigo Pinto Soares, Mário Ledo, António Silva e Guilherme Silva
(Grupo de Amigos do Café Central
15 outubro 2017
Escrito na pedra...
in."Público"
15.10.2017
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"Um povo que valoriza os seus privilégios acima dos seus princípios cedo perde os dois."
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15.10.2017
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"Um povo que valoriza os seus privilégios acima dos seus princípios cedo perde os dois."
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Dwight David Eisenhower
1890 - 1969
antigo Presidente dos Estados Unidos
antigo Presidente dos Estados Unidos
14 outubro 2017
Pois não!... Pois não.
Na sua coluna da 5ªfeira,
"O respeitinho é muito bonito",
Não se enganem: aquilo que ficámos a conhecer não foi a acusação de José Sócrates, mas a acusação de um regime inteiro. Um regime composto por um povo alheado e dependente, um poder corrupto, uma justiça amedrontada e um jornalismo manso. Sem esta triste conjugação de pobres qualidades, José Sócrates poderia sempre ter sido eleito em 2005, mas jamais seria reeleito em 2009. É evidente que existe gente indecorosa em qualquer parte do mundo, mas nos países bem frequentados as instituições não falecem todas ao mesmo tempo. Infelizmente, durante a era Sócrates, tudo faliu, até finalmente falir o país. Tirando duas ou três dúzias de teimosos que insistiram obsessivamente que o rei ia nu, demasiadas pessoas em lugares de responsabilidade ou não viram o que se estava a passar, por serem pouco espertas, ou não quiseram ver, por serem pouco honestas.
Sócrates foi um extraordinário caso de popularidade, não só entre o povo, mas sobretudo entre as elites. E são estas elites que hoje em dia me preocupam, porque os ex-apoiantes de Sócrates continuam por aí como se nada fosse, nos blogues, nos jornais, nas empresas, no PS, no governo. Muitos dos que acham que os portugueses têm o dever moral de pedir desculpa por acontecimentos do século XVII, não vêem qualquer necessidade de pedir desculpa por acontecimentos de 2017. Não há qualquer acto de contrição por terem apoiado incansavelmente um homem que a cada três meses era suspeito de fraude, corrupção e atentado ao Estado de Direito, e que nunca, jamais, apresentou qualquer justificação decente para aquilo de que era acusado.
Dir-me-ão: Sócrates ainda não está condenado. Pois não. Mas reparem como o entusiasmo dos seus defensores esmoreceu desde a noite da detenção (21 de Novembro de 2014) até ao dia da acusação (11 de Outubro de 2017). A verdade é esta: as acusações são demasiado fortes e as explicações demasiado fracas. Daí Sócrates estar cada vez mais isolado. Contudo, o julgamento que se aproxima não pode esgotar-se nele. É sobre Sócrates, sobre Salgado, sobre Vara, sobre Bava, sobre Bataglia, e sobre um regime construído por inúmeros ex-socratistas, que agora saem de cena na esperança de que esqueçamos o papel que desempenharem ao longo dos anos. Eu não esqueço. Aqui estarei para lembrar que Sócrates não ascendeu sozinho, não governou sozinho e, acima de tudo, não merece cair sozinho.
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João Miguel Tavares
em 12.10.2017
no Público
"O respeitinho é muito bonito",
João Miguel Tavares
fala-nos hoje de José Sócrates...
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João Miguel Tavares
Sócrates foi um extraordinário caso de popularidade, não só entre o povo, mas sobretudo entre as elites. E são estas elites que hoje em dia me preocupam, porque os ex-apoiantes de Sócrates continuam por aí como se nada fosse, nos blogues, nos jornais, nas empresas, no PS, no governo. Muitos dos que acham que os portugueses têm o dever moral de pedir desculpa por acontecimentos do século XVII, não vêem qualquer necessidade de pedir desculpa por acontecimentos de 2017. Não há qualquer acto de contrição por terem apoiado incansavelmente um homem que a cada três meses era suspeito de fraude, corrupção e atentado ao Estado de Direito, e que nunca, jamais, apresentou qualquer justificação decente para aquilo de que era acusado.
Dir-me-ão: Sócrates ainda não está condenado. Pois não. Mas reparem como o entusiasmo dos seus defensores esmoreceu desde a noite da detenção (21 de Novembro de 2014) até ao dia da acusação (11 de Outubro de 2017). A verdade é esta: as acusações são demasiado fortes e as explicações demasiado fracas. Daí Sócrates estar cada vez mais isolado. Contudo, o julgamento que se aproxima não pode esgotar-se nele. É sobre Sócrates, sobre Salgado, sobre Vara, sobre Bava, sobre Bataglia, e sobre um regime construído por inúmeros ex-socratistas, que agora saem de cena na esperança de que esqueçamos o papel que desempenharem ao longo dos anos. Eu não esqueço. Aqui estarei para lembrar que Sócrates não ascendeu sozinho, não governou sozinho e, acima de tudo, não merece cair sozinho.
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João Miguel Tavares
em 12.10.2017
no Público
13 outubro 2017
12 outubro 2017
Escrito na pedra...
In.
“Público”
02.10.2015
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“Nem sempre podemos agradar, mas podemos falar sempre agradavelmente.”
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Voltaire
1694-1778
Filósofo, poeta e historiador francês
02.10.2015
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“Nem sempre podemos agradar, mas podemos falar sempre agradavelmente.”
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Voltaire
1694-1778
Filósofo, poeta e historiador francês
11 outubro 2017
Fotos antigas...
1953/54 (?)
Faculdade de Ciências da Universidade Clássica de Lisboa
Jardim Botânico - AEFCL
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Faculdade de Ciências da Universidade Clássica de Lisboa
Jardim Botânico - AEFCL
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A Chiquinha (Dr.ª Francisca Mendes do Carmo Dionízio),
o Curto (Eng. António dos Santos Carreto Curto)
e a Jacinta (Dr.ª Jacinta Rato), todos colegas do meu irmão Olímpio
que ficou atrás da "Kodak 6,5x11", de boa memória.
10 outubro 2017
09 outubro 2017
08 outubro 2017
07 outubro 2017
São quadras, meu bem... São quadras!...
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A caixa que não tem tampa
Fica sempre destampada
Dá-me um sorriso dos teus
de ti não quero mais nada.
A caixa que não tem tampa
Fica sempre destampada
Dá-me um sorriso dos teus
de ti não quero mais nada.
06 outubro 2017
Escrito na pedra...
in."Público"
22.09.2017
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"A paciência dos povos é a manjedoura dos tiranos."
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22.09.2017
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"A paciência dos povos é a manjedoura dos tiranos."
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Emílio de Marchi
1851 - 1901
escritor
escritor
05 outubro 2017
Cada um deu do que tinha......
... Num soneto de Fr.Agostinho da Cruz
a que foi dado o nome de "Às Chagas"
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a que foi dado o nome de "Às Chagas"
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Fr.Agostinho da Cruz
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Às Chagas
Divinas mãos, e pés, peito rasgado.
Chagas em brandas carnes imprimidas.
Meu Deus, que por salvar almas perdidas,
Por elas quereis ser crucificado
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Outra fé, outro amor, outro cuidado,
Outras dores às vossas são devidas,
Outros corações limpos, outras vidas,
Outro querer no vosso transformado.
-
Em vós se encerrou toda a piedade,
Ficou no mundo só toda a crueza;
Por isso cada um deu do que tinha.
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Claros sinais de amor, ah saudade!
Minha consolação, minha firmeza.
Chagas de meu Senhor, redenção minha.
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in."Antologia pessoal da Poesia Portuguesa"
de Eugénio de Andrade
Ed.Campo das Letras - 1999
04 outubro 2017
Eles foram professores do Liceu...
Luis
Augusto de Campos Metrass Moreira de Almeida
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Foi professor efectivo do 5ºGrupo (Geografia) com a primeira posse registada em 5 de Agosto de 1927. Manteve-se no liceu até ao fim do ano lectivo de 1932/33.
No seu primeiro ano de exercício, foi nomeado Secretário do “Liceu Bocage”, em 5 de Novembro de 1927.
Em 10 de Abril de 1929, Moreira de Almeida é nomeado Vice-Reitor tendo sido empossado pelo Reitor José Guerreiro Murta.
Nos registos referentes ao seu último ano no Liceu, volta a ser empossado como Secretário, em 25 de Novembro de 1932.
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Moreira de Almeida
. Foi professor efectivo do 5ºGrupo (Geografia) com a primeira posse registada em 5 de Agosto de 1927. Manteve-se no liceu até ao fim do ano lectivo de 1932/33.
No seu primeiro ano de exercício, foi nomeado Secretário do “Liceu Bocage”, em 5 de Novembro de 1927.
Em 10 de Abril de 1929, Moreira de Almeida é nomeado Vice-Reitor tendo sido empossado pelo Reitor José Guerreiro Murta.
Nos registos referentes ao seu último ano no Liceu, volta a ser empossado como Secretário, em 25 de Novembro de 1932.
03 outubro 2017
01 outubro 2017
30 setembro 2017
Humor antigo...
...com o traço de
Don Flowers
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- Importava-se de se levantar? O meu noivo estava aí
Don Flowers
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- Importava-se de se levantar? O meu noivo estava aí
agorinha mesmo, deitado dabaixo da areia...
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