Desenho de Bosch Penalva
Em baixo, à esquerda, representava-se um antropófago que, à frente de um panelão enorme, cozinhava um explorador ainda com ar risonho e a dizer:" Se em vez de ti canibal sujo, fosse esta jovem que me comesse..."
Desenho de Bosch Penalva
Em baixo, à esquerda, representava-se um antropófago que, à frente de um panelão enorme, cozinhava um explorador ainda com ar risonho e a dizer:" Se em vez de ti canibal sujo, fosse esta jovem que me comesse..."
As localizações do Novo Aeroporto - in "Público" 02 04 2007Aqui ao pé... Faias, Poçeirão e Rio Frio. Mais além a Ota.
James Watson - 78 anos
Os laureados do prémio Nobel de 1962 durante um cocktail em Estocolmo, pouco antes da entrga dos prémios. Da esquerda para a direita M.Wilkins, o escritor John Steinbeck, J.Kendrew, M.Perutz, Francis Crick e James Watson.De 1950 a 1953, Watson trabalhou no Laboratório Cavendish, da Universidade de Cambridge, com o biofísico britânico Francis Crick.

James Watsom - nos anos 50
Em 25 de Abril de 1953 é publicado na revista Nature, em uma página apenas, o trabalho de ambos em que explicam as suas ideias sobre a Estrutura do DNA.
Faltavam uns meses para terminar o meu 7ºAno e recordo vagamente de ter ouvido uma referência a tal feito, pela nossa Professora de Ciências Naturais, Drª Julieta Neves, que tinha tanto de “embirrante” como de excelente e actualizada professora!... Só anos mais tarde me apercebi da importância que tinha a informação que nos transmitiu naquele final de ano… e final de Curso Liceal, no Liceu de Castelo Branco.
Muitos anos mais tarde, todas estas teorias “aterravam” nos programas de Biologia dos Cursos Secundários, do 10ºAno e do 12ºAno e, a partir daí as moléculas de DNA, de RNA e a síntese das moléculas proteicas que delas podiam surgir… foram quase “banalizadas”.
Francis Crick - nos anos 50
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Francis Crick faleceu em 28 de Julho de 2004, com 88 anos, vítima de cancro, em San Diego, na Califórnia. Tinha 37 anos quando publicaram o trabalho que esteve na base do Nobel. Watson era bem mais novo… tinha apenas 25 anos! Está agora em Lisboa e tem 78 anos.
Estádio do Bonfim, em 1 de Dezembro de 1969
Conseguimos identificar quase todos.
Da esquerda para a direita;
Na 1ªfila: Júlio Carlos Silva (Jucá), João Carlos Gonçalves (uma saudade!...), NN, João Branco, Luís Dâmaso e Daniel (Danny)
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Na 2ªfila: o Caleira Canto (outra trágica saudade...), o Francisco Domingues Rocha, o Luis Martins, NN, o José Carruna, o Carlos Jesus, o Dr. Salvador Ricardo da Costa e o Bronze.
.A notícia do dia 10 de Dezembro refere-se ao jogo da 2ªmão, no segundo feriado de Dezembro que, naquela ano, calhou a uma Segunda-Feira.
.Consegui localizar, aqui nos meus arquivos, outras fotografias que devem referir-se ao jogo citado pelo Reporter desportivo no "Setubalense" do dia 10.
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A Equipa do Liceu Nacional de Setúbal - 08.12.1969
Na 1ªfila: NN, Julio Carlos Silva, Borrego, Constantino Teles,NN, Luís Dâmaso e NN.
Na 2ªfila: Caleira Canto, João Silva Duarte, João Branco, Luís Nascimento Martins, João Carlos Gonçalves, José Carruna, Francisco Rocha e Bronze.
É uma equipa um pouco diferente da anterior... Deviam ter entrado os suplentes!...
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O "Luís Filipe Scolari" da altura...não era brasileiro. Se bem me lembro era um tal "jjmatos"...que "assinou contrato" apenas por uma época...
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Ei-lo, no banco, tendo ao seu lado direito o Danny, o António MIranda Cruz e, lá ao fundo, o José Augusto Santana.

O "seleccionador" e os alguns "suplentes"...

Um outro aspecto do banco, provavelmente no intervalo do jogo. Não tenho elementos para afirmar se este "banco" diz respeito ao jogo do dia 1 de Dezembro ou se ao que se realizou uma semana depois, no dia de Nossa Senhora da Conceição.
Dá para reconhecer, da esquerda para a direita, o Luís Manuel Correia Sancho (não equipado), o Carlos Jesus, o Bronze, o Luís Dâmaso e o guarda-redes José Carruna.
Serão bem vindas todas as possíveis correcções que haja a fazer relativamenta aos nomes e às datas que aqui deixamos. A memória é curta e não chega a todo o lado... Mas o que aqui fica já tem o seu interesse!
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Adenda escrita em 2 de Abril de 2007:
Vim a saber, pela "memória" do Nelson Mota e do Constantino Teles, que as duas fotos que em cima representam as duas equipas do Liceu de Setúbal, ficaram com as datas trocadas!... Mea culpa...
É o Nelson quem me corrige, numa nota que hoje me enviou:
"Dr. Matos
A equipa em que aparece o Constantino Teles, aluno do 7ºC, refere-se ao 1ª Jogo.
A minha afirmação justifica-se, porque o Teles foi agredido por um aluno da Escola Técnica quando marcou o golo do Liceu.
Lembro-me, porque ele andou lesionado numa costela, de forma a dar “cabo da cabeça” à nossa professora de matemática, durante vários meses, alegando que tinha dores e não se podia concentrar para estudar..."
...A DrªCelestina Azevedo era muito boa Senhora e acreditava em tudo o que lhe diziam!...
(...)"Como algumas sondagens se encarregaram de mostrar, a ideia peregrina de que o salazarismo ressuscitou por obra e graça de uma maioria silenciosa e descontente não resiste às regras de qualquer estudo de opinião. Em contrapartida, floresce através do espectáculo e ganha um peso acrescido com a sua própria mediatização. Para além das deficiências do voto por telefone, sobra a indesmentível vitória de Salazar, numa espécie de eleição popular, onde a televisão dita as suas regras e cria a sua própria realidade. Desvalorizar essa realidade, por pouco rigorosa que ela pareça, é não perceber uma sociedade que se transformou num espelho do que lhe é apresentado diariamente pela comunicação social.
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Ao contrário do que tem sido dito, o carácter primário do exercício não o transforma automaticamente num acontecimento pueril que não merece o favor de uma análise ou o desperdício de uma crítica. Não é impunemente que a televisão, nomeadamente a televisão pública, elege Salazar como o maior português de sempre, espatifando de uma só penada o único interdito que tinha sobrevivido à Revolução. Nesse sentido, e como referiu, com particular lucidez, Eduardo Lourenço, o concurso da RTP, esse "mero" entretenimento foi, de facto, "a morte simbólica do 25 de Abril".
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Houve quem visse neste resultado um voto de protesto contra as deficiências da democracia e o irremediável atraso em que vive o país. (…) Para outros ainda, é a confirmação de um lamentável sistema de ensino que dificulta o conhecimento da História e das suas principais personagens. Tudo isto poderá explicar, em parte, o significado de uma votação que contraria as certezas da Revolução e põe em causa os valores do 25 de Abril.
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Não convém subestimar a ignorância em que viceja o sucesso de qualquer concurso televisivo. Mas a verdade é que, há muito, que os nossos heróis deixaram de ser o que eram. Num país que não se distingue pela arte ou pela filosofia, os heróis que existem são essencialmente os heróis da expansão ultramarina: os precursores do império, os que se aventuravam para além da "Taprobana", os que deram "novos mundos ao mundo", os que, ali, ao leme, representavam um povo que queria "o mar que é teu".
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Durante séculos, festejámos a saga dos Descobrimentos, a astúcia de D. João II, os horizontes do Infante D. Henrique, as caravelas de Vasco da Gama e a epopeia de Luís de Camões sobre "as armas e os barões assinalados".
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Se o 25 de Abril associou esta saga à propaganda do Estado Novo, limpando os manuais escolares de qualquer aventura imperial, o "fardo do homem branco" e o remorso do colonialismo fizeram o resto, deixando-nos um passado limpo de heróis e dos seus feitos gloriosos.
(…) Ainda há pouco tempo, uma sondagem (que resplandecia rigor científico) revelava que a maioria dos portugueses gostaria de ser... espanhola.
Jornalista
Helena Matos
Um "auto-retrato" de José Vilhena.
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Em 10 de Novembro de 1969

Em 10 de Fevereiro de 1990
>< Vou deixar aqui um apontamento meu e o texto da mensagem da Isabel. Sem comentários... Comentários para quê?!...
Valeu a pena ter sido Professor!
O estado de alma que se apodera de nós ao receber “mensagens” como esta, que acabo de receber da Isabel Gomes da Silva, apenas nos confirma que, apesar de todos os sacrifícios passados, VALEU A PENA!
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O mail da Isabel:
"Professor JJMatos
Foi com emoção e muita saudade que li este post depois de me mandarem o link do seu blog… Não pode imaginar as recordações e a nostalgia que se apoderou de mim… Foi um dia que nunca esqueci, até porque visitas de estudo naquele tempo eram novidade, um belo dia por sinal...cinzento? não me lembro..para mim foi um dia radioso..Foi o primeiro dia em que vesti calças!! Que envergonhada estava...Hoje temos bastante em comum...também sou professora de Física e Química e adoro fotografias…
Obrigada e bem haja.Um beijo do tamanho do mundo
Isabel Gomes da Silva
PS- Tentei introduzir este comentário no seu blog, mas não consegui...como queria muito agredecer-lhe resolvi mandar por email
Obrigada por tudo!! "
Já passaram "alguns" anos...mas acho que
VALEU A PENA, ISABEL!
Sempre houve uma tendência para os alunos escolherem os seus lugares de viagem bem lá para o fundo do autocarro... Em primeiro plano, o auxiliar do Laboratório, Vitor Gaspar.

Já em Sesimbra, com os "techenitos" lá ao fundo, meio submersos numa possível maré cheia, parece reinar a boa disposição. Reconhecemos o Prof.Telo Pacheco rodeado pela Helena Gonçalves, o Carlos Setra, o Galhofas Marques, e o João Luciano Miranda Duarte. Ao lado do Prof., o Luz Piedade.
A Eduarda Gameiro regista o momento, mesmo em frente do antigo Hotel Espadarte.
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Agora, as fotografias por sectores:
A Isabel Gomes da Silva e a Clotilde Dimas
Em primeiro plano, o Paulo Bordeira, a Helena Rosário e a Isabel Gomes da Silva. Lá atrás, o Pedro Alves da Silva.
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A Graça Araújo Teixeira, a Clotilde Dimas, o Carlos Setra e o cachimbo do Paulo Bordeira
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Maria da Graça Araújo Teixeira... Uma saudade!...
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O Francisco Domingues da Rocha, a Eugénia Gameiro, o João Luciano Miranda Duarte, o Nelson Mota, o Luís Manuel Sancho e o Rosado Parreira.
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A Maria Arlete Horta, a Manuela Pires da Silva, a "Chefe Exemplar" Joaquina Preguiça, o Constantino Teles e o Luz Piedade.
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O meu colega Josevino Ferreira foi o Professor que me acompanhou nesta Visita de Estudo. Aqui o vemos acompanhado pelo Pires de Carvalho (um "pendura" que não foi meu aluno neste ano lectivo), pela Arlete Horta (de que só se ve a fita do cabelo...), pela Conceição Silvestre, pela Isabel Gomes da Silva, pela Clotilde Tavares Dimas e pela Graça Araújo Teixeira. Desde esta época que não vejo o Josevino que foi um bom professor e deixou saudades no nosso Liceu.
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À cata de fósseis...
Uma autêntica "cimeira", com os Professores Telo Pacheco, Josevino Ferreira e Carpinteiro. No meio deles... o Luís Cândido Meneses, descontraído e... um ar de gozo...
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No Cabo Espichel com o Telo Pacheco, a Manuela Pires e o Galhofas Marques bem visíveis.
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Josevino Ferreira e Telo Pacheco em conversa com alguns alunos
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Na descida para Sesimbra, visitámos o Vale Tifónico ali existente, como resultado de fenómenos de diapirismo. Os alunos recolheram bastantes cristais de Gesso e de Pirite que ali aparecem associados.

O edifício do Cine Teatro Vaz Preto numa foto de J.P.Barata (?)



Tanto barulho,
O "laranjinha"
Então! Não sabem quem é?
Mas o quê? Ainda não?
Perguntem a São José
Ou sigam p’ra São João.
.José Roseiro Duarte

Tem uma poupa no alto da cabeça,
Majestosa, bela, imponente;
Quando passa com “ela” na rua
Faz virar a cabeça a toda a gente…
.José dos Santos Carreto Curto

Vive no mundo dos sonhos
Sem nada o preocupar
Gostando de se divertir
Principalmente a dançar.
.Maria Esmeralda Niza Vaz
Sabem quem é a pequena?
Já a vou apresentar:
É, por certo, a mais morena
Que ao Liceu veio a parar!
.Maria José Duarte de Oliveira Salavessa

Lá por ela ser pequena
- Que não haja confusões -
É finalista a morena
Que às vezes… sabe as lições!
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