31 outubro 2014

Escrito no vento...

"Não é velho aquele que perde os cabelos mas sim a sua última esperança;
Não é velho o que leva em seu coração, o amor sempre ardente;
Não é velho o que mantem sua fé em si mesmo, o que vive saudavelmente alegre convencido que, para o coração, não há idade."
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Autor desconhecido.

30 outubro 2014

São quadras, meu bem... são quadras!...

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Beijocam-se os namorados
À vista de toda a gente
Por serem mais descarados
Do que nós, antigamente.
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da autoria de
João Calceteiro
(um bom Amigo)

29 outubro 2014

Humor antigo...

in. "Cara Alegre" - nº 157
15 de Julho de 1957
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- O que me espanta é que a mamã 
nos tivesse deixado vir sozinhos!

28 outubro 2014

E assim me fui apagando...

... num poema de 
Pedro Homem de Melo
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Pedro Homem de Melo
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Prelúdio
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Cuidei que a chuva quebrasse
Os vidros desta janela
E para lutar com ela
Encostei-me à sua face
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E um dilúvio de água baça
Ocultou-me tanta luz
Que, por momentos, supus 
Que me ferisse a vidraça
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Porém, tombavam, calados,
Os helicópteros da chuva!
Como dedos de uma luva
Sobre os meus lábios poisados...
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E assim me fui apagando...
Cega a chuva não me via!
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Minha ingénua poesia,
Serás ingénua, até quando?
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in. "Nós portugueses somos castos"
1967

27 outubro 2014

Fotografias de Setúbal...

Em 5 de Outubro de 2014
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O rio Sado, a serra da Arrábida e a ponta do Adôche
no extremo norte da península da Tróia

26 outubro 2014

Escrito no vento...

in. Facebook
25.10.2014
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"Todo o mundo fala sobre como deixar um planeta melhor para os nossos filhos. Na verdade deveríamos tentar deixar filhos melhores para o nosso planeta."
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Clint Eastwood
actor americano

25 outubro 2014

São quadras, meu bem... são quadras!...

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Se vens aqui como amigo,
Entra já que a casa é tua.
Se não vens, também te digo:
É melhor ficares na rua.

24 outubro 2014

Faleceu em Lisboa...

...no passado dia 14 de Outubro,
0 Eng. Manuel da Silva Castelo Branco,
último Presidente da Câmara de Castelo Branco
antes do 25 de Abril.
Nascido na Orca, em 21 de Fevereiro de 1928
faleceu em Lisboa, onde morava.
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Manuel da Silva Castelo Branco
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Outro Amigo que se vai...
Que descanse em paz.

Escrito na pedra...

in "Público"
16.10.2014
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"Qualquer pessoa que viva de acordo com os seus meios tem falta de imaginação."
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Oscar Wilde
1854 - 1900
escritor, poeta e dramaturgo irlandês.

23 outubro 2014

Deixou-nos esta madrugada...

... o Salvador Ricardo da Costa.
Mais um Amigo de há 60 anos que desaparece...
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Salvador Ricardo da Costa
Professor de Matemática do nosso Liceu
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Descansa em paz, Salvador...
que bem o mereces.

Escrito no vento...

"As almas grandes têm vontades, as débeis têm só desejos."
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Provérbio chinês.

22 outubro 2014

Fotografias de Setúbal...

Foto de Junho de 1976.
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O Estádio do Bonfim e zonas envolventes

21 outubro 2014

Parabéns!... 21 de Outubro

A Luísa faz anos hoje.
Beijinhos e um dia bem passado...
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Maria Luísa Duarte Gomes Abreu

Esta rapariga tem graça...

...e vale quanto pesa!...
Recorto aqui um pouco do seu artigo
no i do dia 18 de Outubro a que deu o nome de
"Tenho uma dúvida"
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Inês Teotónio Pereira
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Ter muitos filhos fez de mim um génio: sei dizer porque
é que as estrelas não caem, onde é que estão os anjos...

Eram sete da manhã. Hora da correria. O bebé chorava infeliz atrás das grades da cama, encharcado em xixi porque a fralda se descolou durante a noite. Dois dos rapazes lutavam por uma qualquer razão que tem a ver com o facto de serem rapazes e de passarem os dias a lutar. Outro cantava alegremente na banheira enquanto a fila de aflitos aumentava do lado de fora da porta.
(…) 
Enquanto tudo isto se passava, eu questionava-me em silêncio sobre a razão que impede os meus vizinhos de venderem a casa. Ninguém merece ser acordado aos gritos por seis crianças que não lhes pertencem às sete da manhã. Sossegada, na cozinha, e absorvida por estes pensamentos enquanto o pai ia concorrendo com o cantor da banheira pela água quente, outro dos meus filhos, calmo e sereno, entrou na cozinha e declarou: "Mãe, eu tenho três perguntas para fazer. A primeira é: se Deus criou o universo, quem é que criou Deus? A segunda é: porque é que sou eu que existo e não outra pessoa qualquer? E a última é: se foi Deus que criou o homem, porque é que ele não cria mais bebés, em vez de serem só as mães a terem bebés?"
Sentei-me. Às sete da manhã, o meu cérebro tem falta de açúcar e alguns neurónios são como a minha filha e fingem que estão a dormir. Naquele instante passou-me pela cabeça usar a escassez de açúcar e o estado sonolento dos neurónios como argumentos para não responder às três questões. Mas não tive coragem. E, de repente, ocorreu-me: espera lá, eu sei as respostas. E sei. Ter muitos filhos fez de mim um génio: sei dizer porque é que as estrelas não caem, onde é que estão os anjos, para onde vamos quando morremos, porque é que o sol queima, porque é que os animais não falam, em que é que os bebés pensam, etc., etc., etc. Sei eu e sabem todos os pais. As crianças, meus senhores, fazem todas as mesmas perguntas e isso, claramente, ajuda. E estas são de algibeira: quanto à primeira respondi enigmaticamente que Deus criou Deus; à segunda, entrei na ironia: Deus criou o homem, Deus não faz bebés... E à última não respondi. Disfarcei. Fácil. Ao fim de cinco filhos, é fácil.
(...)
É verdade que, com o primeiro filho, sofremos: vamos ao Google, telefonamos aos amigos, consultamos livros e damos uma resposta científica ou filosófica, conforme a natureza da questão. Sim, dá trabalho. Mas com o segundo filho, percebemos que as perguntas que atormentaram o espírito do primeiro são mais ou menos as mesmas que atormentam o espírito do segundo. Por isso, só temos de apurar o raciocínio. Quando chegamos ao terceiro filho, constatamos que nem o primeiro nem o segundo ligaram patavina ao que nós dissemos e que, passados apenas dois ou três anos, já se esqueceram das respostas. Percebemos que devemos apostar na simplicidade infantil do tipo: "As estrelas não caem porque não devem cair." E pronto, está lá tudo. Mais que se queira dizer a uma criança de cinco anos sobre a razão que sustém as estrelas no céu é informação absolutamente inútil...
(...) 
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Uma experiência paciente e bem humorada...

20 outubro 2014

Escrito no vento...

..."A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos... nas forças que não usamos... na prudência egoísta que nada arrisca... e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade"...
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Carlos Drummond de Andrade

19 outubro 2014

O baptizado do Gonçalinho...

... ontem à tarde na Igreja de São Paulo,
em Setúbal.
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"Eu te baptizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo."
A água estava um pouco fria e o rapaz "protestou" um pouco...

18 outubro 2014

Escrito no vento...

"Quando a vida te apresentar razões para chorar, demonstra-lhe que tens mil e uma razões para sorrir."
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Anónimo

17 outubro 2014

O problema da Alemanha....

...é o título do artigo que 
Vasco Pulido Valente 
escreve hoje, na sua página do Público
Vasco Pulido Valente

Segundo A. J. P Taylor, o problema da Alemanha é ser grande demais para a Europa. No século XX, isto levou a duas guerras que acabaram por envolver o mundo inteiro. Partindo do poder que tinham - e que, aliás, sobrestimavam - tanto Guilherme II como Hitler quiseram primeiro afirmar a sua supremacia na Europa e, depois, submeter o mundo. Os dois, como se sabe, falharam. Mas convém perceber por que razão. Em 1914, nenhuma potência podia em princípio resistir à Alemanha. O exército inglês, voluntário e minúsculo, não contava; o exército russo mal armado, desorganizado e sem vias de comunicação estratégica não valia muito; e a França, já derrotada em 1870 e agora enfraquecida por um constante conflito político, parecia eminentemente vulnerável.
Pior ainda, em 1914 a Alemanha era, tirando a América, o país com maior produção industrial do tempo. Esta quase ilimitada força inspirou ideias de conquista militar. E também de hegemonia económica. Na Europa central e, a seguir, na periferia. Com a derrota de 1918 e a de 1945, ficou só a segunda hipótese, a que Mitterrand eventualmente ofereceu a arma e a camuflagem do euro. Até ao colapso da União Soviética, a Alemanha (dividida) não interferiu com os vizinhos, bem guardada a leste e dependente da América a oeste. Mas no momento em que readquiriu a sua velha liberdade de acção voltou à velha política que a perdera duas vezes. Claro que desta vez a sua supremacia, na impossibilidade de ser militar, tomou a forma alternativa de domínio económico.Nada impedia este exercício. A Rússia continuava na miséria; a América estava endividada e enfraquecida; e a França e a Inglaterra, apesar da retórica oficial, sem verdadeira influência externa. A Alemanha miraculosamente acordou como em 1914 dona da Europa e passou logo a impor a sua vontade à gente bárbara da periferia. Hoje manda, embora com boas maneiras, da Roménia a Lisboa, enquanto vai enredando as suas vítimas com tratados supostamente benéficos para a Europa, mas que realmente se destinam a consolidar a sua posição. O Orçamento para 2015 indignou por aí muito português. Quase ninguém percebeu que o “servilismo” perante a Alemanha é um facto da vida, não é nem um erro económico, nem a falta do “murro na mesa” que António Costa anda por aí a prometer. As coisas são como são.

É amanhã de tarde...

...em Setúbal, na Igreja de São Paulo
o baptizado do bisneto Gonçalinho.
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A Madalena e o Gonçalo(...inho) Veloso.

16 outubro 2014

A Chave de Salomão...

é o título do novo romance de
José Rodrigues dos Santos.
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José Rodrigues dos Santos
e a capa do novo livro
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Meus caros amigos e amigas,

Chegámos àquela altura do ano em que sai um romance novo.
O livro A Chave de Salomão vai ser lançado no sábado, 25 de Outubro, pelas 17h00 e, claro, estão convidados para a cerimónia.
O convite segue em anexo.
Desta vez o lançamento será no Auditório 1 da FIL (mesmo ao lado do Pavilhão Atlântico).
Como sempre, só haverá 5 minutos de tolerância, de modo a respeitar os que chegam a horas.
Atenção que, ao fim-de-semana, costuma haver muito trânsito no Parque das Nações, pelo que conviria virem um pouquinho mais cedo.
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Um abraço do
José Rodrigues dos Santos
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Desejamos o maior êxito para o romance que aí vem.
Um abraço amigo para o autor.